domingo, 18 de março de 2012

QUEM DEVE SER O RESPONSÁVEL PELA HEMOTRANSFUSÃO ?

A QUEM CABE a Responsabilidade da Hemotransfusão ?

O TEXTO ABAIXO FOI TIRADO DO SITE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE - HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO.

http://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/clin/hemo.asp

LEMBRANDO QUE:
TODO PROFISSIONAL DEVE SER TREINADO PARA EXERCER QUALQUER ATIVIDADE E DEVE ESTA RESPALDADE PELO SEU CONSELHO PARA EXERCER TAL ATIVIDADE.
OBSERVAÇÃO :
Conselho Federal de Enfermagem (COFEN),
através da Resolução 291/2005 (COFEN, 2005), fixou a Hemoterapia como
especialização para o enfermeiro; e no ano seguinte, a Resolução COFEN
306/2006 (COFEN, 2006) especificou as competências do enfermeiro e sua
equipe em Hemoterapia. Estes são fatos marcantes para a nossa profissão por
oficializar o trabalho de enfermagem em uma área até então velada à nossa
categoria.


Comitê Transfusional Multidisciplinar:

A R.D.C. de 14/06/2004 determina que "As unidades de Saúde que tenham Serviço de Hemoterapia nas suas dependências deverão constituir um Comitê Transfusional Multidisciplinar, do qual faça parte um representante do Serviço de Hemoterapia. Este Comitê tem como função o monitoramento da prática transfusional da Instituição.

– A rotina no Serviço de Hemoterapia (Banco de Sangue):

01. Técnico de laboratório do Serviço de Hemoterapia:

Receber a amostra de sangue juntamente com a solicitação e conferir os dados.
Recusar amostra e/ou pedido que não estejam legíveis e completos.
Classificar a amostra de sangue do paciente: ABO, Rh (D), PAI.
Reclassificar a amostra do doador (ABO e Rh).
Realizar a prova de compatibilidade entre o sangue do doador e do paciente.
Emitir etiqueta com os dados do paciente: nome, sobrenome, localização, grupo ABO e Rh e data de validade para transfusão.
Inspecionar o hemocomponente quanto ao aspecto e integridade do sistema e prazo de validade.
Entregar o hemocomponente à Equipe de Enfermagem Transfusional ( Equipe Treinada e Especializada em Hemotransfusão).
Manter a amostra do sangue do paciente acondicionada no refrigerador (“soroteca do paciente”).

02. O transporte do sangue do Serviço de Hemoterapia até o paciente:

Enfermagem da Equipe Transfusional ( Deve ser Treinado para Identificar Anormalidades em relação: Aspecto, temperatura, reações adversas, etc..):

Receber do técnico de laboratório o hemocomponente a ser transfundido.
Conferir os dados do rótulo do hemocomponente com os dados do receptor.
Observar aspecto do hemocomponente e apresentação da bolsa.
Devolver a bolsa ao técnico de laboratório diante de qualquer anormalidade apresentada no conteúdo ou no rótulo da unidade.
Acondicionar o hemocomponente em recipiente térmico para transporte.
Manter um recipiente para o transporte de hemocomponente e outro para o transporte das amostras.
Providenciar material necessário para proceder a transfusão.
Encaminhar o hemocomponente até o local em que se encontra o paciente.


03. Transfundindo o paciente – Enfermagem da Equipe Transfusional:

Perguntar ao paciente seu nome completo (caso tenha condições de responder) ou a enfermagem do andar.
Conferir o nome relatado com os dados do rótulo da bolsa e da prescrição.
Certificar a indicação da transfusão na prescrição médica.
Aferir e anotar os sinais vitais pré e pós transfusão.
Anotar horário do início e término da transfusão.
Instalar o hemocomponente, mantendo íntegro o sistema até o final do procedimento.
Instruir a equipe de enfermagem do andar para não infundir nenhum tipo de medicamento concomitantemente com a transfusão (exceto solução fisiológica 9%).
Atentar para que o início da transfusão não exceda 30 minutos após o recebimento da bolsa.
Controlar a transfusão para que seu tempo máximo não ultrapasse 4 horas.
Permanecer os primeiros 15 minutos da transfusão observando o paciente.
Atentar para sinais de Reação Transfusional.
Seguir as orientações do ítem XXII em caso de Reação Transfusional.
Relatar a evolução da Reação Transfusional apresentada.
Preferir, sempre que possível , transfundir no período diurno.
Assinar e carimbar no término da evolução transfusional.
Colar etiqueta referente ao hemocomponente no prontuário do paciente.
Conferir se a contra-capa do pontuário já tem a etiqueta de tipagem do paciente (grupo sanguíneo e fator Rh).
Devolver o hemocomponente ao Serviço de Hemoterapia caso o mesmo não tenha sido utilizado.
Após concluída a transfusão recolher a bolsa e encaminhar para o serviço de Hemoterapia para ser autoclavada.


INTEGRA DA CARTILHA NO ENDEREÇO :

http://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/clin/hemo.asp

www.hse.rj.saude.gov.br
Lembramos que toda transfusão de sangue traz em si um risco, seja imediato ou tardio, e por isto deve ser criteriosamente indicada


 
RESOLUÇÃO COFEN-306/2006

Resenha:
Normatiza a atuação do Enfermeiro em Hemoterapia

O Conselho Federal de Enfermagem, no exercício de sua competência consignada nos artigos 2º e 8º da Lei nº. 5.905, de 12 de julho de 1973.

CONSIDERANDOÂ a Constituição da República Federativa do Brasil, nos artigos 197 e 199, conforme descrito no seu parágrafo 4º, promulgada em 05 de outubro de 1988;

CONSIDERANDOÂ a Lei nº. 7.498, de 25 de junho de 1986, e o Decreto nº. 94.406, de 08 de junho de 1987, no artigo 8º, inciso I, alíneas g e h, no artigo 10, inciso I, alínea b e inciso II; no artigo 11, inciso III, alíneas a e h, e no artigo13º;

CONSIDERANDOÂ a Resolução COFEN 240/2000 que estabelece o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem;

CONSIDERANDOÂ a Resolução COFEN 272/2002 que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem SAE nas Instituições de Saúde;

CONSIDERANDOÂ a Resolução CNE/CES Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Ensino Superior nº. 3 de 07/12/2001 que institui as Diretrizes Curriculares Nacional do Curso de Graduação de Enfermagem;

CONSIDERANDOÂ a Resolução RDC nº. 153 de 14/06/04 da ANVISA Agencia Nacional de Vigilância Sanitária; que determina o Regulamento Técnico para os procedimentos hemoterápicos, incluindo a coleta, o processamento, a testagem, o armazenamento, o transporte, o controle de qualidade e o uso do sangue.

CONSIDERANDOÂ a Resolução nº. 41 de 28/06/00 da Diretoria Colegiada da ANVISA Regulamento Técnico Mercosul dos níveis de complexidade dos serviços de Medicina Transfusional e Unidades hemoterápicas;

CONSIDERANDOÂ a Resolução 358 de 29 de abril de 2005 do CONAMA Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina Normas Técnicas para o Ato Transfusional;

CONSIDERANDOÂ os estudos realizados pela Câmara Técnica de Assistência do COFEN;

CONSIDERANDOÂ a deliberação do Plenário em sua 337ª Reunião ordinária,

RESOLVE:

Artigo 1º - Fixar as competências e atribuições do Enfermeiro na área de Hemoterapia, a saber:

a)Â Planejar, executar, coordenar, supervisionar e avaliar os procedimentos de Hemoterapia nas Unidades de Saúde, visando a assegurar a qualidade do sangue, hemocomponentes e hemoderivados,

b)Â Assistir de maneira integral aos doadores, receptores e suas famílias, tendo como base o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e as normas vigentes,

c)Â Promover e difundir medidas de saúde preventivas e curativas por meio da educação de doadores, receptores, familiares e comunidade em geral, objetivando a sua saúde e segurança dos mesmos,

d)Â Realizar a triagem clínica, visando à promoção da saúde e à segurança do doador e do receptor, minimizando os riscos de intercorrências,

e)Â Realizar a consulta de enfermagem, objetivando integrar doadores aptos e inaptos, bem como receptores no contexto hospitalar, ambulatorial e domiciliar, minimizando os riscos de intercorrências,

f)Â Planejar, executar, coordenar, supervisionar e avaliar programas de captação de doadores,

g)Â Proporcionar condições para o aprimoramento dos profissionais de Enfermagem atuante na área, através de cursos, atualizações estágios em instituições afins,

h)Â Planejar, executar, coordenar, supervisionar e avaliar programas de estágio, treinamento e desenvolvimento de profissionais de Enfermagem dos diferentes níveis de formação,

i)Â Participar da definição da política de recursos humanos, da aquisição de material e da disposição da área física necessária à assistência integral aos usuários.

j)Â Cumprir e fazer cumprir as normas, regulamentos e legislações vigentes,

k)Â Estabelecer relações técnico-científicas com as unidades afins,

l)Â Participar da equipe multiprofissional, procurando garantir uma assistência integral ao doador, receptor e familiares,

m)Â Assistir ao doador, receptor e familiares, orientando garantindo-os durante todo o processo hemoterápico,

n)Â Elaborar a prescrição de enfermagem nos processos hemoterápicos;

o)Â Executar e/ou supervisionar a administração e a monitorização da infusão de hemocomponentes e hemoderivados, atuando nos casos de reações adversas;

p)Â Registrar informações e dados estatísticos pertinentes à assistência de Enfermagem prestada ao doador e receptor;

q)Â Manusear e monitorizar equipamentos específicos de hemoterapia;

r)Â Desenvolver pesquisas relacionadas à hemoterapia e hematologia;

Artigo 2º - Em todas as Unidades de Saúde onde se realiza o Ato Transfusional se faz necessário a implantação de uma Equipe de Enfermagem capacitada e habilitada para execução desta atividade;

§ 1º- O Ato Transfusional se compõe das seguintes etapas:

a)Â Recebimento da solicitação;

b)Â Identificação do receptor;

c)Â Coleta de amostra (hemocomponentes) e encaminhamento para liberação do produto solicitado;

d)Â Recebimento do hemocomponente/hemoderivado solicitado e checagem dos dados de identificação do produto e receptor;

e)Â Instalação e acompanhamento de hemocomponente/hemoderivado solicitado;

f)Â Identificação e acompanhamento das reações adversas;

g)Â Descarte dos resíduos gerados na execução do ato transfusional respeitando-se as normas técnicas vigentes;

h)Â Registro das atividades executadas;

Artigo 3º - As atribuições dos profissionais de Enfermagem de nível médio serão desenvolvidas de acordo com a Lei do Exercício Profissional, sob a supervisão e orientação do Enfermeiro responsável técnico do Serviço ou Setor de Hemoterapia.

Artigo 4º - Este ato resolucional entrará em vigor na data da sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, em especial, a Resolução COFEN nº 200/1997.

Dulce Dirclair Huf Bais

COREN-MS Nº. 10.244

Presidente Carmem de Almeida da Silva

COREN-SP Nº 2.254

Primeira-Secretaria

quinta-feira, 15 de março de 2012

NOVAS VACINAS CHEGANDO NO BRASIL


EM BREVE DUAS NOVAS VACINAS
NO
CALENDÁRIO VACINAL INFANTIL





        A história conta que a vacina instituída no Brasil em 1804, segue com excelente eficácia e com um notável poder de prevenção de doenças.  Sempre evoluindo e inovando para se manter efetiva.

        O Ministério da Saúde ( MS )  procura ajudar a erradicação da Poliomielite Mundialmente.  A Poliomielite também conhecida como Paralisia Infantil deve ter uma nova forma de administração após o 2º Semestre deste ano.
       Na sua nova maneira de administração, a vacina deixa de ser administrada pela via oral para ser administrada através da via intramuscular.  A nova vacina da Poliomielite ( VIP ),  deve ser administrada como uma dose injetável de vírus inativo.  Só deverá ser administrada em crianças que estejam iniciando  o calendário da vacinação , ou seja nos recém-nascidos ( RN ).
       Em breve também será oferecida nas unidades de Saúde ( Postos de Saúde ) a vacina  pentavalente, que reúne em uma só dose  a proteção contra 05 ( cinco ) doenças:
a.     difteria,
b.    tétano,
c.      coqueluche,
d.    haemophilus  influenzae tipo B, 
e.      Hepatite B.



    Antes para estar protegido contra estas doenças, era necessário ser imunizado com a vacina tetravalente e a Hepatite B, 02 ( Duas furadinhas.  Com a nova vacina Pentavalente  bastará apenas uma furadinha para proteger contra as 05 ( cinco ) doenças.  Assim, será utilizada menos picadinhas, menos sofrimento para as crianças. Sem contar com a economia que será feita com a diminuição do gasto de materiais, como: seringas, agulhas, álcool, algodão, etc...
    O MS já pensa em breve substituir em breve a vacina pentavalente pela vacina heptavalente, que esta em estudo e deverá agregar a vacina contra a poliomielite e a meningite C. Assim, a vacina heptavalente deverá imunizar contra as seguintes doenças:
a. difteria,
b. tétano,
c. coqueluche,
d. haemophilus  influenzae tipo B,
e. Hepatite B,
f. poliomielite,
g. meningite C.


   Atenção:

   As vacinas estão a disposição da população o Ano todo nos Postos de saúde, para se imunizar basta procurar um Posto de Saúde e no setor de Imunização, com a carteira de vacinação sempre na mão, pedir  ao profissional especializado para avaliar a mesma e orientar quanto da necessidade de colocar em dia a sua imunização ou iniciar um esquema vacinal.

    LEMBRE-SE :   É MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR.


    A VACINAÇÃO É UM MEIO ARTIFICIAL EFICIENTE DE PREVENÇÃO  DE DOENÇAS INFECCIOSAS, QUE PODEM SER FATAIS.


 
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO OFICIAL DO BRASIL

CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA



   
                 
  NOTA SOBRE VACINAÇÃO


Nota: Mantida a nomenclatura do Programa Nacional de Imunização e inserida a nomenclatura segundo a Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 61 de 25 de agosto de 2008 – Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Orientações importantes para a vacinação da criança:

(1)
  vacina BCG:
Administrar o mais precoce possível, preferencialmente após o nascimento.  Nos prematuros com menos de 36 semanas administrar a vacina após completar 1 (um)  mês de vida e atingir 2 Kg. Administrar uma dose em crianças menores de cinco anos de idade (4 anos 11meses e 29 dias) sem cicatriz vacinal. Contatos intradomicíliares de portadores de hanseníase menores de 1 (um) ano de idade, comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose de BCG. Contatos de portadores de hanseníase com mais de 1 (um)  ano de idade, sem cicatriz - administrar uma dose. Contatos comprovadamente vacinados com a primeira dose - administrar outra dose de BCG. Manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina. Contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional. Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. Para criança HIV positiva a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinadas, a vacina está contra-indicada na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência, não se indica a revacinação de rotina. Para os portadores de HIV (positivo) a vacina está contra indicada em qualquer situação.

(2)  vacina hepatite B (recombinante): Administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ou na primeira visita ao serviço de saúde. Nos prematuros, menores de 36 semanas de gestação ou em recém-nascidos à termo de baixo peso (menor de 2 Kg), seguir esquema de quatro doses: 0, 1, 2 e 6 meses de vida. Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos (RN) de mães portadoras da hepatite B administrar a vacina e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG), disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - CRIE, nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. A vacina e a HBIG administrar em locais anatômicos diferentes. A amamentação não traz riscos adicionais ao RN que tenha recebido a primeira dose da vacina e a imunoglobulina.

(3)
  vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada):
Administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias.  A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP são indicados dois reforços. O primeiro reforço administrar aos 15 meses de idade e o segundo reforço aos 4  (quatro) anos. Importante: a idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos 11meses e 29 dias. Diante de um caso suspeito de difteria, avaliar a situação vacinal dos comunicantes. Para os não vacinados menores de 1 ano  iniciar esquema com DTP+ Hib; não vacinados na faixa etária entre 1 a 6 anos, iniciar esquema com DTP. Para os comunicantes menores de 1 ano com vacinação incompleta, deve-se completar o esquema com DTP + Hib; crianças na faixa etária de 1 a 6 anos com vacinação incompleta, completar esquema com DTP. Crianças comunicantes que tomaram a última dose há mais de cinco anos e que tenham 7 anos ou mais devem antecipar o reforço com dT.

(4)  vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada): Administrar três doses (2, 4 e 6 meses). Manter o intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Administrar o reforço aos 15 meses de idade. Considerar para o reforço o intervalo mínimo de 6 meses após a última dose.

(5)
 vacina oral rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada):
Administrar duas doses seguindo rigorosamente os limites de faixa etária: 
primeira dose: 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias.
segunda dose: 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias.
O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias. Nenhuma criança poderá receber a segunda dose sem ter recebido a primeira. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose.

(6)  vacina pneumocócica 10 (conjugada): No primeiro semestre de vida, administrar 3  (três) doses, aos 2, 4 e 6 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Fazer um reforço, preferencialmente, entre 12 e 15 meses de idade, considerando o intervalo mínimo de seis meses após a 3ª dose. Crianças de 7-11 meses de idade: o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de pelo menos 1 (um) mês entre as doses. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 meses, com intervalo de pelo menos 2 meses.

(7)
 vacina meningocócica C (conjugada):
Administrar duas doses aos 3 e 5 meses de idade, com intervalo entre as doses de 60 dias, e mínimo de 30 dias. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 meses de idade.

(8)
 vacina febre amarela (atenuada):
Administrar aos 9 (nove) meses de idade. Durante surtos, antecipar a idade para 6 (seis) meses. Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns municípios dos estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os municípios destes estados, buscar as Unidades de Saúde dos mesmos. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os paises em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado.  Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem. Administrar reforço, a cada dez anos após a data da última dose.
(9)  vacina sarampo, caxumba e rubéola: Administrar duas doses. A primeira dose aos 12 meses de idade e a segunda dose deve ser administrada aos 4 (quatro) anos de idade. Em situação de circulação viral, antecipar a administração de vacina para os 6 (seis) meses de idade, porém deve ser mantido o esquema vacinal de duas doses e a idade preconizada no calendário. Considerar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.



FONTE:  


B.  Folha Universal – Domingo, 05 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O VÍRUS HTLV

1. O que é vírus HTLV?






Resposta: O vírus HTLV (sigla da língua inglesa que indica vírus que infecta células T humanas) é um retrovírus isolado em 1980 a partir de um paciente com um tipo raro de leucemia de células T. Apresenta dois tipos: O HTLV-I que está implicado em doença neurológica e leucemia, e o tipo 2 (HTLV-II) que está pouco evidenciado como causa de doença.



2. Todas as pessoas que estão infectadas pelo HTLV-I irão desenvolver alguma doença?

Resposta: Não. A minoria dos portadores assintomáticos (sem sintomas) poderão desenvolver alguma doença. No Japão, por exemplo, 14 em cada 1500 portadores assintomáticos poderão desenvolver a doença neurológica (dificuldade de andar). No caso de leucemia o risco é ainda menor, ou seja, um em cada 10.000 portadores poderá desenvolve-la ao longo da vida.



3. Sou portador sem sintomas de HTLV-I, quais os primeiros sintomas que poderão aparecer?

Resposta: Como já enfatizamos, cerca de 99% das pessoas portadoras do HTLV-I NUNCA desenvolverão qualquer problema de saúde relacionado ao vírus HTLV. Entretanto, alguns pacientes podem desenvolver problemas neurológicos, geralmente, começam a se queixar de dores nos membros inferiores (panturrilhas), na região lombar (parte inferior da coluna lombar), dificuldade de defecção ou micção. Estes sintomas são sempre progressivos e estão na região abaixo da linha do umbigo.



4. Quais os modos de transmissão mais freqüentes do HTLV?

Resposta: O HTLV possui as mesmas rotas de transmissão que outros vírus como vírus da imunodeficiência humana (HIV) e vírus da hepatite C (HCV): pela relação sexual desprotegida com uma pessoa infectada; uso em comum de seringas e agulhas durante a droga-adição; da mãe infectada para a o recém-nascido (principalmente pelo aleitamento materno).


5. Existe risco de transmissão através da transfusão de sangue?

Resposta: Felizmente, desde de 1993 todos os bancos de sangue do Brasil devem testar os doadores de sangue para o HTLV. Assim, o risco de transmissão, praticamente, não existe em nosso país, nos últimos 7 anos.



6. Sou portador de HTLV-I assintomático e minha esposa é negativa para este vírus, assim gostaria de saber se devo usar preservativo nas relações sexuais?

Resposta: Existe a recomendação para uso de preservativo (camisinha) em todas as relações sexuais, tanto neste caso como naqueles onde a mulher é soropositiva para o HTLV e o parceiro não.



7. Tenho 28 anos e sou portadora do HTLV-I assintomática e gostaria de saber se existe algum impedimento de ter filhos?

Resposta: As chances de transmissão vertical são consideradas baixas (<10%) durante a gravidez. Entretanto, recomenda-se não amamentar no peito, pois o risco de transmissão pelo leite materno é razoável. Uma alternativa é o uso de leite vindo de bancos de leites, ou uso de fórmulas.



8. Quais as pessoas que deveriam ser testados para HTLV?

Resposta: Sabendo os modos de transmissão, podemos indicar os grupos que mais poderiam estar expostos a este vírus: pessoas que utilizam (ou usaram) drogas endovenosas onde trocavam seringas ou agulhas, pessoas portadoras de HIV e pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1993.


9. Existe algum predisponente genético para o desenvolvimento de doença ?

Resposta: Parece que algumas pessoas possuem uma predisposição genética para o desenvolvimento, porém isto ainda está em estudo.



10. Quais os cuidados médicos que devo seguir sendo um portador de HTLV-I?

Resposta: Na primeira consulta, além da sorologia para HTLV-I/II, geralmente solicitamos sorologia para agentes que, potencialmente, apresentam rotas similares de transmissão como o vírus da hepatite B, vírus da hepatite C, HIV e sífilis. Em nosso Serviço de Ambulatório, os indivíduos portadores assintomáticos tem consulta a cada seis meses de intervalo. Os exames de sangue solicitados são: hemograma completo, contagem de linfócitos T CD4/CD8, cultura de linfócitos, protoparasitológico, Glicemia, DHL.



11. Existe algum exame de sangue que indique o risco do desenvolvimento de doença em pessoas assintomáticas e portadoras de HTLV-I?

Resposta: Até o momento nenhum exame tem esta capacidade. Entretanto, novos estudos indicam que a quantidade do vírus HTLV-I no sangue, chamada carga viral, poderá indicar algum risco.



12. Qual o tratamento para os indivíduos assintomáticos para HTLV-I?

Resposta: Como o risco do desenvolvimento da doença associado ao HTLV-I é muito baixo, não existe indicação de tratamento nos casos assintomáticos, até este momento.





13. Quais os casos que merecem tratamento ?

Resposta: Os casos onde existem sintomas comprovados de doença associada ao HTLV-I, como paraparesia espástica tropical (TSP), uveíte, ATL, entre outras. O tratamento irá depender de uma avaliação neurológica, assim como estadiamento do grau de comprometimento, tempo de evolução, presença de outras infecções virais etc.



14. Como se faz o diagnóstico da infecção pelo HTLV-I?

Resposta: Somente por exame sorológico específico para pesquisa de anticorpos anti-HTLV-I/II no sangue. Após os exames de triagem, geralmente utilizando teste de ELISA, existe uma necessidade, em caso deste teste ser reativo (positivo) da realização do teste para confirmar e diferenciar anticorpos anti-HTLV-I e anti-HTLV-II.



sábado, 18 de fevereiro de 2012

EVOLUÇÃO DO CRIME DE ESTRUPO NO BRASIL

 BARBARIDADE NUM ÔINIBUS DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO


   MAIS SOBRE SEGURANÇA NAS RUAS, NOS ÔNIBUS, NOS TRENS, NO METRÔ E NAS BARCAS. EM FIM: SEGURANÇA NOS DIREITOS DE IR E VIR DAS PESSOAS NENHUMA AUTORIDADE SE PRONUNCIA O FAZ ALGUMA COISA.

Menina De 12 Anos É Estuprada Dentro De Ônibus No Rio De Janeiro | Jornal Da Globo


VEJA AS IMAGENS NO ENDEREÇO ABAIXO :

http://www.youtube.com/watch?v=1DynpcI_PoQ&feature=player_embedded#

2009 - Estudo mostra que Rio tem 12 estupros por dia
Aumento em relação aos registros de 2009 é de 11,3%. Um estudo feito pelo Instituto de Segurança Pública indicou que o Estado do Rio de Janeiro apresenta uma média de 12 estupros por dia. Em 2010, foram registrados 4.589 casos.

2010 - Estudo mostra que número de estupros no Estado cresceu 25% em 2010.
Mais de 50% das vítimas eram meninas de até 14 anos, que conheciam o estuprador.

2011 - Rio de Janeiro. Violência sexual cresce até 43,4%.
Casos de estupros e atentado violento ao pudor cresceram em todo país, apesar da mudança na legislação.

O balanço confirma que existe um avanço na violência contra mulher registrada nos dados dos últimos cinco anos. Em 2006, por exemplo, foram contabilizados 3.200 casos - 1.278 estupros e 1.922 atentados violentos ao pudor. A comparação com os dados do ano passado indica um crescimento de 43,4%.

Os números não são exclusividade do Rio de Janeiro. Em todo o país foi registrado o aumento nos índices de violência sexual.

Ultimos casos acontecidos no Rio de Janeiro:
- 17/02/2012 16:39 - Policial
Menina de 12 anos é estuprada dentro de ônibus; 



- Escândalo no BBB 12. Modelo diz que foi estuprada pelo ex-BBB
Daniel na Itália e formaliza queixa na Justiça. o Domingo Espetacular | 22/01/2012 às 22h25
Tatiane Eyng conta que acordou com ele pelado em cima dela e que fato foi consumado.  


http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/modelo-diz-que-foi-estuprada-pelo-ex-bbb-daniel-na-italia-e-formaliza-queixa-na-justica-20120122.html

www.folhadosertao.com.br
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

CLINICA DA ALMA E DO AMOR

 
CLINICA DA ALMA
 
Consultório: Em toda Parte;
Médico Cirúrgico: Jesus Cristo;
Graduação: Filho de Deus;
Médico Auxiliar: O Espírito Santo;
Sua Especialidade: O Impossível;
Seu Instrumento: O Poder;
Seu Favor: A Graça;
Seu Livro de Receitas: A Bíblia;
Doença que Cura: Todas;
Preço de Tratamento: A Fé;
Sala de Cirurgia: O Altar;
Seu Hospital: A Igreja;
Sua Dieta: Oração de Jejum;
Seus Exercícios: Boas Obras e Frutos;
Horário de Consulta: 24 hs, por Dia.

Dr. Jesus Cristo
 

 
Deus é o que me surge de
Força e aplaina o meu coração.

Crer é tornar possível o impossível!
“ Filhos meus, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis. Se todavia alguém pecar, temos Advogado junto ao pai,
JESUS CRISTO,O JUSTO.”

I João 2:1

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ENFERMAGEM 30 HORAS JÁ

TODOS PARTICIPANDO

09 ( Nove ) de Fevereiro de 2012

Divulguém esta Idéia - A Enfermagem  Merece








       Você e a  Luta das 30 Horas


A enfermagem é a ciência do cuidar de pessoas. Para executar suas atividades necessita estar em condições físicas e emocionais adequadas. Isto também depende de uma jornada de trabalho humanizada. Lembre-se, somos mais de 1.600.000 trabalhadores no Brasil.

Juntos  somos fortes.










sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Que é Chia ? Qual a sua função Alimentar ?


O que é Chia ?


Parecem sementes de papoila, mas são na realidade sementes de chia (salvia hispanica L.), umas sementes pequeninas pretas, brancas ou acinzentadas, considerado por muitos especialistas em nutrição um superalimento da natureza.
São encontradas em países como o México, Argentina, Bolívia, Guatemala, Peru e Colômbia.

Durante muitos séculos, as sementes de chia foram um componente importante da alimentação dos aztecas e maias. Ainda actualmente, no México, costuma dizer-se que uma colher de sementes de chia é o suficiente para sustentar uma pessoa durante um dia. O valor desta sementes é tal que chegaram a ser usadas pelos aztecas como moeda de troca.

Não é também por acaso que chia é a palavra maia que significa “força”, por isso estas sementes, cultivadas pelo menos desde 2600 a.C, são hoje consideradas um superalimento.


Chia é a semente que elimina gordura

Chia existe nas versões em grãos, farinha e óleo; tem efeito superior ao da linhaça no papel de combater a fome e desintoxicar o organismo.





O que é

Originária do México, a chia é uma semente que foi muito consumida por civilizações antigas, principalmente por quem precisava de força e resistência física.

Composição


Entre os principais componentes está o ômega 3 - em teor mais elevado do que o encontrado na linhaça. também tem fibras, cálcio, magnésio, potássio e proteína.

Ajuda a perder peso porque...



       A Chia ajuda a perder peso porque age em três frentes distintas que auxiliam no emagrecimento,a causa saciedade: "suas sementes são mucilaginosas, ou seja, ricas em fibras. ao entrarem em contato com a água, formam um gel no estômago.
       Diante dessa reação, a digestão torna-se mais lenta. Assim, o indivíduo fica satisfeito mais rapidamente e, então, passa a consumir porções menores",o combate inflamação: "a gordura é resultado de um processo inflamatório do organismo, que deixa de enviar mensagens de saciedade ao cérebro.
       Com isso, perde-se o controle sobre a fome a ponto de comer e nunca se sentir satisfeita. O ômega 3 presente no grão combate essa inflamação, ajudando o corpo a recuperar o controle sobre o apetite" e a desintoxicaçâo "a fibra regula o trânsito intestinal e limpa o organismo por meio das fezes".
      A Chia é pequena no tamanho, mas grande em nutrição. Cem gramas de semente de chia, o que equivalente a sete colheres de sopa, tem o dobro de potássio de duas bananas grandes, vinte vezes mais magnésio do que cem gramas de brócolis, cinco vezes mais cálcio do que meia xícara de leite integral.
 


· Causa saciedade: "suas sementes são mucilaginosas, ou seja, ricas em fibras. ao entrarem em contato com a água, formam um gel no estômago. diante dessa reação, a digestão torna-se mais lenta. Assim, o indivíduo fica satisfeito mais rapidamente e, então, passa a consumir porções menores".
· Combate inflamação: "a gordura é resultado de um processo inflamatório do organismo, que deixa de enviar mensagens de saciedade ao cérebro. Com isso, perde-se o controle sobre a fome a ponto de comer e nunca se sentir satisfeita. O ômega 3 presente no grão combate essa inflamação, ajudando o corpo a recuperar o controle sobre o apetite".
· Desintoxica: "a fibra regula o trânsito intestinal e limpa o organismo por meio das fezes".

 Outros benefícios


Além de ajudar o corpo a entrar em forma, a chia colabora na redução do colesterol, controla a glicemia, ajuda na formação óssea, previne o envelhecimento precoce e melhora a imunidade do organismo.

 

 

INDICAÇÃO:
 
a.  Perda de peso promovendo a saciedade, 
b.  ajudando o corpo a recuperar o controle sobre o apetite e a desintoxicação, 
c.  regulando o trânsito intestinal e limpando o organismo. 
 
        A chia colabora também na redução do colesterol, controla a glicemia, ajuda na formação óssea, previne o envelhecimento precoce e melhora a imunidade do organismo. 
 
       Pessoas que tem prisão de ventre podem utilizar a chia para melhorar o funcionamento e quem está com o intestino mais solto pode utilizar para regularizar o fluxo.

 

Contraindicações


Qualquer pessoa pode ingerir a semente. Porém, devido ao alto teor calórico, o excesso pode levar ao ganho de peso. Logo, para emagrecer, coma apenas a quantidade indicada na matéria.


 

Como consumir?


Pode ser encontrada de três formas - in natura (grãos), óleo e farinha. Mas independentemente do jeito que você prefere consumi-la, a chia deve ser ingerida 30 minutos antes de duas das suas principais refeições diárias (café da manhã, almoço ou jantar).

 

MODO DE PREPARO:
 
        A chia pode ser consumida pura. Bastam duas colheres de sopa por dia, meia hora antes do almoço e outra meia hora antes do jantar, com um copo de água.Também pode ser usada em várias receitas, como pães e bolos.
        Pode ser consumida também misturada a frutas e iogurtes.