terça-feira, 11 de junho de 2019

DIDÁTICA : AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM


  Avaliação  & Exame
1.   O que é avaliação?
Resp. – avaliação é um processo de acompanhamento do início educacional até o fim.
2.  Quais são os três tipos de avaliação interna, ou avaliação de aprendizagem proposta pelo Teórico Benjamin Bloon ?
     Resp.: -  Os três tipos são:
1.   Avaliação Diagnóstica;
2.   Avaliação Formativa;
3.   Avaliação Somativa.
     3. Na avaliação como processo de acompanhamento do início até o fim, quaisas particularidades, que devem ser observados?
     
      Resp.:  Como principais fatores podemos considerar:
       a) - Não se pode  utilizar os instrumentos para avaliar e se esquecer  do acompanhamento;
       b) – É comum  se utilizar os instrumentos de maneira pontual ou seja: no final de  um semestre, no final de um período e no final do ano;
       c) – Cada pessoa tem um ritmo de aprendizagem. Nesse contexto é necessário que se leve em conta os três tipos de avaliação: diagnostica, formativa e somatíva;
    
      4. Na avaliação proposta por Bloon, qual o papel do avaliador?
      Resp.: - Nesta avaliação, o avaliador é também o responsável direto pelo
       processo que vai avaliar. Este fato implica que pensemos a avaliação em
       sala de aula como uma atividade contínua e integrada  às atividades de ensino, que seja inerente a ela e que reflita sobre a concepção de educação do professor e da instituição escolar.
      5. Qual a função da avaliação Diagnóstica?
      Resp.: - ela fornece dados ou melhor, através dela se levanta dados sobre o conhecimento do estudante. É a partir desse processo é que se faz o plano de acompanhamento do estudante.
6.   Com referência a avaliação Diagnóstica, quando ela é realizada?
       Resp.: - Ela é realizada no início do programa, ou durante o processo de
       aprendizagem,  quando se evidencia uma dificuldade constante no nível
       de aproveitamento do aluno.
       7. O que vem a ser avaliação de acompanhamento ou avaliação Formativa?
        Resp.: - avaliação Formativa, é uma avaliação de Feedback, se acompanha Passo a passo o desenvolvimento do aluno.
            É comum hoje em dia, se fazer uma avaliação paralela para se
        acompanhar dia a dia a evolução dessa pessoa nos assuntos estudados.
8.   Na avaliação formativa o Professor deve ter uma visão da avaliação da prova?
        Resp.: - Não.  O professor não deve ter a visão da avaliação da prova, e sim, na capacidade do desenvolvimento do aluno. Dessa forma se reflete o processo e se encaminha o desenvolvimento se tem um ciclo em torno do desenvolvimento. Tudo isso vai proporcionar uma avaliação final.
        9. Quando a avaliação formativa é realizada?
         Resp.: - ela é realizada continuamente, durante todo o processo de
          aprendizagem.
        10. O que é avaliação Somativa?
         Resp.: - é a  avaliação final, onde se tem o foco Dio resultado.
        11. Quando não há uma avaliação progressiva?
         Resp.: - quando se dá foco apenas a avaliação final.
        12. Cite alguns defensores da Avaliação Progressiva.
         Resp.: a) Luckesi;
                  b) Celso Vasconcelos;
                  c) Sara Rofiman;
                  d) Sabala.
           Todos esses autores falam de uma avaliação de acompanhamento, de uma
         Avaliação passo a passo. Para se obter uma avaliação, o melhor possível,
         é não se ter uma avaliação almejada pelo professor.
          
         13. Quando a avaliação somativa é realizada?
         Resp.: - A avaliação somativa, é realizada ao término de um programa, de
        uma unidade, de um período de tempo determinado.
        
         14.  Que dados são coletados durante uma avaliação diagnóstica?
          Resp.:
          - São coletados dados relacionados aos pré-requisitos necessários para
             a continuidade do programa;
          - As causas de possíveis dificuldades;
          - Assuntos de interesse que auxiliam na criação de uma aprendizagem
          significativa.
       
          15. Que dados são coletados durante a avaliação Formativa?
           Resp.:  - São coletados dados referentes ao contínuo processo do aluno
           durante o processo de aprendizagem.

           16. Que dados são coletados durante a avaliação Somativa?
            Resp.: - Durante a avaliação somativa, coleta-se dados sobre o nível de
           aprendizagem obtido, isto é, o grau alcançado pelo aluno após a realização
            do programa de aula.

             
17. O que é feito com as informações obtidas durante a avaliação
          Diagnóstica?
          Resp.: - Durante a avaliação diagnóstica, as informações obtidas auxiliam
          na previsão de futuraras dificuldades e guiam a escolha de estratégias
          de ensino mais adequados.

      18. O que é feito com as informações obtidas durante a avaliação
           Formativa?
           Resp.: As informações obtidas retroalimentam o processo
           educacional, localizam dificuldades em curso e guiam o professor
           no processo de correção e recuperação.

           19.  O que é feito com as informações obtidas durante a avaliação
Somativa?
Resp.:  As informações obtidas são utilizadas para classificação dos alunos e julgamento sobre suas condições de promoção ou retenção após o término do programa/unidade.
20.  Que tipo de retorno é dado ao aluno com referência a avaliação Diagnóstica?
Resp.:  - é elaborado um perfil individual, com informações sobre os conhecimentos prévios diagnosticados.
21.  Que tipo de retorno é dado ao aluno com referência à  avaliação Formativa?
Resp.:  - Feedback individualizado com informações qualitativas sobre o progresso obtido e sobre as aspectos a serem trabalhados como pontos de atenção.
22.  Que tipo de retorno é dado ao aluno com referência à  avaliação Somativa?
Resp.: - Notas/Scores quantitativo ( 0-10 ) ou conceitos ( A, B, C, etc.). Normalmente, essas notas são amplamente divulgadas.
23.  Como a avaliação Reflete no Planejamento de aula, com referência na avaliação Diagnóstica?
Resp.:  - O planejamento é adequado ao diagnóstico obtido sobre a existência efetiva dos pré-requisitos considerados necessários para a continuidade do programa.
24.  Como a avaliação Formativa Reflete no planejamento da aula?
Resp.: - O planejamento é continuamente alterado e corrigido ao longo do curso para o alcance de aprendizagens significativas.
25.  Como a avaliação Somativa Reflete no planejamento da aula?
Resp.: - O planejamento permanece estático. Não é alterado com os resultados de avaliação.
26.  Existe uma maneira universal, única, para melhor avaliar os alunos em sala de aula ?
Reso.: - NÃO HÁ !
 - Uma vez que o professor é o próprio avaliador, ele tem para si ( e perante seus alunos) a grande responsabilidade de que suas concepções sobre a educação reflitam no tipo de avaliação de aprendizagem praticada.
27.  O que é avaliar no cotidiano Escolar?
Resp.:  - O sujeito utiliza a educação em vários espaços-tempos, com os mais diversos sentidos, como a adequação de uma roupa para determinada ocasião e as propostas de governo de um candidato político.
28.  Quais os objetivos da avaliação no espaço-tempo da escola?
Resp.: -  A avaliação da aprendizagem, avaliação do nível de participação nas aulas,  avaliação do compromisso com a relação de tarefas propostas, avaliação da assiduidade, avaliação das habilidades para realização de trabalhos coletivos, avaliação da auto-reflexão do estudante sobre seu próprio processo de aprendizagem, avaliação das necessidades da escola ( pessoal, infra-estrutura, política ), avaliação da prática docente de ensino e avaliação.
29.  Como você  conceituaria a avaliação progressiva?
Resp.:  - A avaliação progressiva é um processo para o aluno desenvolver um aprendizado, mais um aprendizado que respeite o tempo do aluno. Neste caso a avaliação deixa de ser um instrumento de punição para ser um instrumento de avaliação desse processo.
  Daí a importância do conhecimento das etapas de avaliação, para se fazer isso de forma integrada. Isto recebe o nome de avaliação Integradora, isto, porque ela une 3 ( três ) momentos:
1)   o Início;
2)   o Durante;
3)   o Final.

sábado, 8 de junho de 2019

PARA CIÊNCIA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM


RESOLUÇÃO COFEN 543/2017

 ESTA PUBLICADA NO ENDEREÇO: 

http://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-5432017_51440.html

Atualiza e estabelece parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem.


O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012, e
CONSIDERANDO a prerrogativa estabelecida ao Cofen no artigo 8º, incisos IV, V e XIII, da Lei nº 5.905/73, de baixar provimentos e expedir instruções, para uniformidade de procedimento e bom funcionamento dos Conselhos Regionais, dirimir as dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais e exercer as demais atribuições que lhe são conferidas por lei;
CONSIDERANDO que o artigo 15, inciso II, III, IV, VIII e XIV, da Lei nº 5.905/73, dispõe que compete aos Conselhos Regionais de Enfermagem: disciplinar e fiscalizar o exercício profissional, observadas as diretrizes gerais do Conselho; fazer executar as instruções e provimentos do Conselho Federal; manter o registro dos profissionais com exercício na respectiva jurisdição; conhecer e decidir os assuntos atinentes à ética profissional impondo as penalidades cabíveis; e exercer as demais atribuições que lhes forem conferidas por esta Lei ou pelo Conselho Federal;
CONSIDERANDO a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, e o Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987, que regulamentam o exercício da Enfermagem no país;
CONSIDERANDO o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem;
CONSIDERANDO a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes públicos, privados e filantrópicos, e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Regimento Interno da Autarquia aprovado pela Resolução Cofen nº 421/2012;
CONSIDERANDO Resolução Cofen nº 429, de 30 de maio de 2012, que dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente e em outros documentos próprios da enfermagem, independente do meio de suporte – tradicional ou eletrônico;
CONSIDERANDO as recomendações do relatório das atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho – GT do Coren-SP, indicadas no Processo Administrativo Cofen nº 0562/2015;
CONSIDERANDO as pesquisas que validaram as horas de assistência de enfermagem preconizadas na Resolução COFEN nº 293/2004 e aquelas que apontam novos parâmetros para áreas especificas;
CONSIDERANDO os avanços tecnológicos e as necessidades requeridas pelos gestores, gerentes das instituições de saúde, dos profissionais de enfermagem e da fiscalização dos Conselhos Regionais, para revisão e  atualização de parâmetros que subsidiem o planejamento, controle, regulação e avaliação das atividades assistenciais de enfermagem;
CONSIDERANDO que o quantitativo e o qualitativo de profissionais de enfermagem interferem, diretamente, na segurança e na qualidade da assistência ao paciente;
CONSIDERANDO que compete ao enfermeiro estabelecer o quadro quantiqualitativo de profissionais necessário para a prestação da Assistência de Enfermagem;
CONSIDERANDO a necessidade de atingir o padrão de excelência do cuidado de enfermagem e favorecer a segurança do paciente, do profissional e da instituição de saúde;
CONSIDERANDO as sugestões e recomendações emanadas da Consulta Pública no período de 09/07/2016 à 16/09/2016 no site do Conselho Federal de Enfermagem;
CONSIDERANDO as deliberações do Plenário do Cofen em sua 481ª Reunião Ordinária, ocorrida em 27 de setembro de 2016, na cidade do Rio de Janeiro;
CONSIDERANDO tudo o que mais consta do PAD Cofen nº 562/2015;
RESOLVE:
Art. 1º Estabelecer, na forma desta Resolução e de seus anexos I e II (que poderão ser consultados no endereço eletrônico: www.cofen.gov.br), os parâmetros mínimos para dimensionar o quantitativo de profissionais das diferentes categorias de enfermagem para os serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem.
Parágrafo único – Os referidos parâmetros representam normas técnicas mínimas, constituindo-se em referências para orientar os gestores, gerentes  e enfermeiros  dos serviços de saúde, no planejamento do quantitativo de profissionais necessários para execução das ações de enfermagem.
Art. 2º O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem deve basear-se em características relativas:
I – ao serviço de saúde: missão, visão, porte, política de pessoal, recursos materiais e financeiros; estrutura organizacional e física; tipos de serviços e/ou programas; tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; atribuições e competências, específicas e colaborativas, dos integrantes dos diferentes serviços e programas e requisitos mínimos estabelecidos pelo Ministério da Saúde;
II – ao serviço de enfermagem: aspectos técnico-científicos e administrativos: dinâmica de funcionamento das unidades nos diferentes turnos; modelo gerencial; modelo assistencial; métodos de trabalho; jornada de trabalho; carga horária semanal; padrões de desempenho dos profissionais; índice de segurança técnica (IST); proporção de profissionais de enfermagem de nível superior e de nível médio e indicadores de qualidade gerencial e assistencial;
III – ao paciente: grau de dependência em relação a equipe de enfermagem (sistema de classificação de pacientes – SCP) e realidade sociocultural.
Art. 3º O referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem, para as 24 horas de cada unidade de internação (UI), considera o SCP, as horas de assistência de enfermagem, a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem e  a proporção profissional/paciente. Para efeito de cálculo, devem ser consideradas:
I – como horas de enfermagem, por paciente, nas 24 horas:
1)    4  horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo;
2)    6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário;
3)    10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência (2);
4)    10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo;
5)    18 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.

II – A distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem, deve observar:
a) O SCP e as seguintes proporções mínimas:
1)    Para cuidado mínimo e intermediário: 33% são enfermeiros (mínimo de seis) e os demais auxiliares e/ou técnicos de enfermagem;
2)    Para cuidado de alta dependência: 36% são enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
3)    Para cuidado semi-intensivo: 42% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem;
4)    Para cuidado intensivo: 52% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.

III – Para efeito de cálculo devem ser consideradas: o SCP e a proporção profissional/paciente nos diferentes turnos de trabalho respeitando os percentuais descritos na letra “a” do item II:
1)    cuidado mínimo: 1 profissional de enfermagem para 6 pacientes;
2)    cuidado intermediário: 1 profissional de enfermagem para 4 pacientes;
3)    cuidado de alta dependência: 1 profissional de enfermagem para 2,4;
4)    cuidado semi-intensivo: 1 profissional de enfermagem para 2,4;
5)    cuidado intensivo: 1 profissional de enfermagem para 1,33.
§ 1º A distribuição de profissionais por categoria referido no inciso II, deverá seguir o grupo de pacientes que apresentar a maior carga de trabalho.
§ 2º Cabe ao enfermeiro o registro diário da classificação dos pacientes segundo o SCP, para subsidiar a composição do quadro de enfermagem para as unidades de internação.
§ 3º Para  alojamento conjunto, o binômio mãe/filho deve ser classificado, no mínimo, como cuidado intermediário(3)
§ 4º Para berçário e unidade de internação em pediatria todo recém-nascido e criança menor de 6 anos deve ser classificado, no mínimo, como cuidado intermediário, independente da presença do acompanhante.
§ 5º Os pacientes de categoria de cuidados intensivos deverão ser internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com infraestrutura e recursos tecnológicos e humanos adequados.
§ 6º Os pacientes classificados como de cuidado semi-intensivo deverão ser internados em unidades que disponham de recursos humanos e tecnologias adequadas.
Art. 4º Para assistir pacientes de saúde mental, considerar(4):
a)    Como horas de enfermagem(4):
1)    CAPS I – 0,5 horas por paciente (8 horas/dia);
2)    CAPS II (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 1,2 horas por paciente  (8 horas/dia);
3)    CAPS Infantil e Adolescente – 1,0 hora por paciente (8 horas/dia);
4)    CAPS III (Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 10 horas por paciente,  ou utilizar  SCP, (24 horas);
5)    UTI Psiquiátrica – aplicar o mesmo método da UTI convencional –   18 horas por paciente, ou utilizar  SCP  (24 horas);
6)    Observação de paciente em Pronto Socorro Psiquiátrico e   Enfermaria Psiquiátrica – 10 horas por paciente, ou utilizar  SCP  (24 horas);
7)    Lar Abrigado/Serviço de Residência Terapêutica – deve ser acompanhado pelos CAPS ou ambulatórios especializados em saúde mental, ou ainda, equipe de saúde da família (com apoio matricial em saúde mental).

b) Como proporção profissional/paciente, nos diferentes turnos de trabalho, respeitando os percentuais descritos na letra “a” do item II:
1)    CAPS I – 1 profissional para cada 16 pacientes;
2)    CAPS II 9 (Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 1 profissional para cada 6,6;
3)    CAPS Infantil e Adolescente – 1 profissional para cada 8 pacientes;
4)    CAPS III (Adulto e CAPS Álcool e Drogas) -1 profissional para cada 2,4;
5)    UTI Psiquiátrica – 1 profissional para cada 1,33 pacientes;
6)    Observação de paciente em Pronto Socorro Psiquiátrico e Enfermaria Psiquiátrica – 1 profissional para cada 2,4.

c) A distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem deve observar as seguintes proporções mínimas(4):
1)    CAPS I – 50% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
2)    CAPS II (Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 50% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
3)    CAPS Infantil e Adolescente – 50% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
4)    CAPS III (Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 50% de enfermeiros  e os demais técnicos de enfermagem, ou percentual relativo a maior carga de trabalho obtida do SCP;
5)     UTI Psiquiátrica – 52% de enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem, ou percentual relativo a maior carga de trabalho obtida do SCP;
6)    Observação de pacientes em Pronto Socorro Psiquiátrico e Enfermaria Psiquiátrica – 42% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem, ou percentual relativo a maior carga de trabalho obtida do SCP.
Nota: Nas alíneas 4, 5 e 6 quando adotado o SCP o percentual de enfermeiros deverá seguir o disposto no Art. 3º, item III, § 1º.

Art. 5º Para Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), as horas de assistência de enfermagem por paciente em cada setor, deverá considerar o tempo médio da assistência identificado no estudo de Cruz(5):
(*) Nos setores de Mamografia e Rx Convencional a participação do enfermeiro se faz indispensável em situações pontuais de supervisão da assistência de enfermagem, urgência e emergência.

Nota:
1)    O cálculo do THE das diferentes categorias profissionais deverá ser realizado separadamente, uma vez que os tempos de participação são distintos.
2)   O Serviço de Diagnóstico por Imagem deverá garantir a presença de no mínimo um enfermeiro durante todo período em que ocorra assistência de enfermagem.
Art. 6º O referencial mínimo para o quadro dos profissionais de enfermagem   em Centro Cirúrgico (CC) considera a Classificação da Cirurgia, as horas de assistência segundo o porte cirúrgico, o tempo de limpeza das salas e o tempo de espera das cirurgias, conforme indicado no estudo de Possari(6,7). Para efeito de cálculo devem ser considerados:
I – Como horas de enfermagem, por cirurgia no período eletivo:
1)    1,4 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 1;
2)    2,9 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 2;
3)    4,9 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 3;
4)    8,4 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 4.

II – Para cirurgias de urgência/emergência, e outras demandas do bloco cirúrgico (transporte do paciente, arsenal/farmácia, RPA entre outros), utilizar o Espelho Semanal Padrão.

III – Como tempo de limpeza, por cirurgia:
1)    Cirurgias eletivas –  0,5 horas;
2)    Cirurgias de urgência e emergência – 0,6 horas.

IV – Como tempo de espera, por cirurgia:
1)    0,2 horas por cirurgia.

V – Como proporção profissional/categoria, nas 24 horas:
a)    Relação de 1 enfermeiro para cada três salas cirúrgicas (eletivas);
b)    Enfermeiro exclusivo nas salas de cirurgias eletivas e de urgência/emergência  de acordo com o grau de complexidade e porte cirúrgico;
c)    Relação de 1 profissional técnico/auxiliar de enfermagem para cada sala como circulante (de acordo com o porte cirúrgico);
d)    Relação de 1 profissional técnico/auxiliar de enfermagem para a instrumentação (de acordo com o porte cirúrgico).

Art. 7º  A Carga de trabalho dos profissionais de enfermagem para a unidade Central de Materiais e Esterilização (CME), deve fundamentar-se na produção da unidade, multiplicada pelo tempo padrão das atividades realizadas, nas diferentes áreas, conforme indicado no estudo de Costa(8):

OBS.:
Indicadores de Produção de cada posição de trabalho:
(*) Quantidade de kits recebidos, processados, conferidos e devolvidos;
(**) Quantidade de cargas/ciclos realizados;
(***) Quantidade de carros montados.

1)     A tabela acima se refere aos procedimentos executados pelo técnico/auxiliar de enfermagem, portanto, o quantitativo total refere-se a estes profissionais.
2)    Para o cálculo do quantitativo de enfermeiros utiliza-se o espelho semanal padrão, adequando-se à necessidade do serviço, respeitando-se o mínimo de um enfermeiro em todos os turnos de funcionamento do setor, além do enfermeiro responsável pela unidade.

Art. 8º Nas Unidades de Hemodiálise convencional, considerando os estudos de Lima(9), o referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem, por turno, de acordo com os tempos médios do preparo do material, instalação e desinstalação do procedimento, monitorização da sessão, desinfecção interna e limpeza das máquinas e mobiliários, recepção e saída do paciente, deverá observar:
1)    4 horas de cuidado de enfermagem/paciente/turno;
2)    1 profissional para 2 pacientes;
3)    Como proporção mínima de profissional/paciente/turno, 33% dos profissionais devem ser enfermeiros e 67% técnicos de enfermagem;
4)    O quantitativo de profissionais de enfermagem para as intervenções de Diálise Peritoneal Ambulatorial Continua – CAPD, deverão ser calculadas com aplicação do Espelho Semanal Padrão.

Art. 9º Para a Atenção Básica, considerar o modelo, intervenções e parâmetros do estudo de Bonfim(10)  – (anexo II). Conforme os dados de produção de cada unidade ou do município, ou ser extraídos no site do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde.


Nota:
O TTD para ausências por feriado, férias, licença saúde e ausência em razão de outras licenças, deverá ser obtido pela média anual.
Art. 10 Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o índice de segurança técnica (IST) de no mínimo 15% do total, dos quais 8,3% são referentes a férias e 6,7% a ausências não previstas.
Art. 11 Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia, a unidade de medida será o sítio funcional (SF), devendo ser considerado as variáveis: intervenção/atividade desenvolvida com demanda ou fluxo de atendimento, área operacional ou local da atividade e jornada diária de trabalho.
Art. 12 Para efeito de cálculo deverá ser observada a cláusula contratual quanto à carga horária semanal (CHS).
Art. 13 O responsável técnico de enfermagem deve dispor de no mínimo 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem da instituição para cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal e participação em programas de educação permanente.
Parágrafo único – O quantitativo de enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais, educacionais, pesquisa e comissões permanentes, deverá ser dimensionado, à parte, de acordo com a estrutura do serviço de saúde.
Art. 14 O quadro de profissionais de enfermagem de unidades assistenciais, composto por 50% ou mais de pessoas com idade superior a 50 (cinquenta) anos ou 20% ou mais de profissionais com limitação/restrição para o exercício das atividades, deve ser acrescido 10% ao quadro de profissionais do setor.
Art. 15 O disposto nesta Resolução aplica-se a todos os serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem.
Art. 16 Esta Resolução entra em vigor 60 (sessenta) dias após sua publicação, revogando as disposições em contrário, em especial as Resoluções Cofen nº  293 de 21 de setembro de 2004 e a nº 527 de 03 de novembro de 2016 .
Brasília/DF, 18 de abril de 2017.
MANOEL CARLOS N. DA SILVA
COREN-RO Nº 63592
Presidente
MARIA R. F. B. SAMPAIO
COREN-PI Nº 19084
Primeira Secretária
(*) Esta Resolução foi republicada devido à ILEGIBILIDADE DAS TABELAS DO ART. 9º no DOU nº 86, de 8-5-2017, seção 1, página 120. Assim,  entra em vigor 60 (sessenta) dias após sua republicação, ou seja, dia 16 de maio de 2017.

Anexos


terça-feira, 30 de abril de 2019

VERIFICAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL



PRESSÃO ARTERIAL

                       
                                                APARELHO DE PRESSÃO ARTERIAL


1.     O que é Pressão Arterial ( PA )?
·          Pressão Arterial, é a pressão que o sangue exerce sobre as paredes das artérias. Ela depende da força da contração do coração, da quantidade de sangue e da resistência das paredes dos vasos.
   
2. O que é Pressão Sistólica?
·         É o ponto mais alto da pressão nas artérias.
  
  3. O que é Pressão Diastólica?
·         É o ponto mais baixo ou a pressão que está sempre sobre as paredes artérias.
  
 4. Qual o nome do aparelho utilizado para medir a Pressão Arterial?
·          Esfignomanômetro. Os tipos mais comuns são:
a.                de coluna de mercúrio;
b.               de ponteiro ( aneróide ).
     
  Ambos possuem um manguito inflável que é  colocado em torno do braço do paciente.
   
5. O que é Estetoscópio?
·          É o instrumento que amplifica o som e os transmite até os ouvidos do operador.

 6. O que é sons de Korotkoff ?
·         É a série de sons que o operador ouve ao verificar a Pressão arterial.

7. O que é Pressão Sistólica?
·         É o primeiro som claro, quando o sangue flui através da artéria comprimida.

8. O que é  Pressão diast´lica ?
·         É o ponto em que o som muda ou desaparece.

           Variação Normal da Pressão Arterial
      
A Pressão arterial varia de acordo com vários fatores, tais com:
a.                idade;
b.                 estado emocional;
c.                 temperatura ambiente;
d.                 posição postural;
e.                 estado de vigília;
f.                   uso de medicamentos;

etc…

  Problemas da Pressão Alta 
 A Pressão arterial alta ou Hipertensão arterial, é de extrema gravidade no mundo. No Brasil, sabe-se que essa doença é responsável direta ou indiretamente por aproximadamente 19% de todas as mortes ocorridas no país e 3% de todas as internações, além de constituir na terceira causa de afastamento do trabalho.
   Seu diagnóstico é muito fácil, mais exige algumas considerações.

  
   

Classificação da Pressão Arterial

Nível      Pressão Sistólica   Pressão Diastólica
Ótimo < 120 mmHg           < 80 mmHg
Normal     < 130 mmHg           < 85 mmHg
Hipertensão  > 140 mmHg           > 90 mmHg


Procedimento Para Verificar a Pressão Arterial


1.     Colocar o indivíduo em local calmo com o braço apoiado ao nível do coração, deixando-o à vontade, permitindo 5 minutos de repouso. Usar sempre o mesmo braço para verificar.

2.     Localizar o manômetro de modo a obter claramente a visualização dos valores da verificação;

3.     Selecionar o tamanho da braçadeira para adultos ou crianças. A largura do manguito deve corresponder a 40% da circunferência braquial e seu comprimento 80%;

4.     Localizar a artéria braquial ao longo da face interna superior do braço palpando-a;

5.     Envolver a braçadeira, suave e confortavelmente, em torno do braço, centralizando o manguito sobre a artéria braquial. Manter 2,5 cm acima da dobra do cotovelo. encontrar o centro do manguito dobrando-o ao meio;

6.     Determinar o nível máximo de insuflação palpando o pulso radial até seu desaparecimento, registrando o valor ( Pressão Sistólica observada ) e aumentando mais 30mmHg.

7.     Esvaziar rapidamente o manguito e esperar de 15 a 30 segundos antes de bombear novamente;

8.     Posicionar o estetoscópio sobre a artéria braquial palpada abaixo do manguito na fossa antecubital. Deve ser aplicado com leve pressão assegurando o contato com a pele em todos os pontos. As olivas devem  estar voltadas para frente;

9.     Fechar a válvula da pêra e insuflar o manguito rapidamente até 30 mmHg acima da pressão sistólica registrada;

10. Desinsuflar o manguito de modo que a pressão caia de 2 a 3 mmHg por segundo;

11. Identificar a pressão Sistólica ( máxima) em mmHg, observando no manômetro o ponto correspondente ao primeiro batimento regular audível ( sons de Korotkoff );

12. Identificar a pressão Diastólica ( mínima) em mmHg, observando no manômetro o ponto correspondente ao último batimento regular audível. Desinsuflar totalmente o aparelho com atenção voltada ao completo desaparecimento dos batimentos;

13. Esperar de 1 a 2 minutos para permitir a liberação de sangue. Repetir a medida no mesmo braço anotando os valores observados;

14. Registrar os valores da Pressão arterial sistólica e diastólica em formulário apropriado.


sábado, 27 de abril de 2019

ALAVIAÇÃO EDUCACIONAL - A FÁBULA


FATOR EDUCACIONAL


Hoje em dia, convive-se com a pluralidade e complexidade dos diferentes perfis apresentados pelos alunos. Estes apresentam diferentes estilos de aprendizagem e diferentes estilos cognitivos.
      A partir desta realidade é de vital importância saber selecionar material pedagógico adequada para as diferentes faixas etárias dos alunos, ao perfil social e cultural e as demandas educacionais atualizadas e de boa qualidade.
     O professor tem como principal desafio, a busca de fontes de motivação para cada tipo de exploração temática a ser apresentada. Tudo isso, com a finalidade de estimular os diferentes tipos de alunos para atingirem os objetivos educacionais propostos.
     Para tal processo ocorrer, é de grande importância o diagnóstico, que é fruto do relacionamento entre docentes e discentes, que tem como função a elaboração e escolha de temas mais significativos e métodos mais estratégicos para os processos de ensino e aprendizagem.
     Para tal processo se concretizar, é necessário que os professores variem o máximo possível seus métodos, suas atividades e instrumentos, como a finalidade de não manter a repetição de um método.
     Devemos nos lembrar que utilizamos os cinco sentidos, que são oriundos da disposição genética.
     Assim, uma pessoa não tem a mesma percepção que um animal, como um cão que habita o mesmo ambiente que ela , ou um outra pessoa que convive com ela .
     É importante observar que: “Os estilos de aprendizagem são utilizados como filtros construídos pelas pessoas e que são utilizados para orientar suas relações com o mundo (O CANNOR , 1997) “.
     Os fatores que influenciam estes filtros são: idade, maturidade, experiências vividas, eles podem mudar com o tempo a partir das futuras experiências adquiridas pelos discentes.
      Um fato importante, é que, todos professores devem estar atentos, é que, as informações mais lembradas pelos alunos são aquelas recebidas nos primeiros 15min de uma aula ou mesmo palestra. Outro fato a ser observado é que a diferença individual entre as pessoas aumenta com a idade.
      O professor deve estar atento para elaborar uma aula que facilite a aprendizagem do grupo por um todo e que proporcione uma avaliação equilibrada.
      O papel do professor na sala de aula deve ser de facilitador da aprendizagem, gerando ambiente e situações que favoreçam a construção do conhecimento pelo aluno.
      De acordo com Gardner, a escola deve atentar-se aos seguintes fatores:
A)   Nem todas as pessoas possuem os mesmo interesses e habilidades, nem aprendem da mesma maneira;
B)    Ninguém pode aprender tudo o que há para ser aprendido
C)    A tarefa dos docentes seria a de tentar compreender as capacidades e interesse dos alunos de uma escola;
D)   Um novo conjunto de papéis para os educadores deveria ser construído para transformar essas visões em realidade.
      Após a explanação acima, podemos observar que a complexidade da aprendizagem pode ser transformada num fracasso educacional para o aluno, quando não olhados os pontos fundamentos citados acima. Para uma avaliação, ser bem sucedida e, ser tornar um ponto de sucesso é necessário proporcionar um conjunto de valores e pré-requisito fundamentais para se evitar fracasso e proporcionar o sucesso educacional. A avaliação bem sucedida não depende só do aluno, mas, também da maneira como o docente conduziu a aprendizagem educacional.
     Dessa forma podemos verificar que cada pessoa tem suas capacidade e habilidades próprias, cada um faz coisas naturalmente muito bem. Mais quando é forçado a fazer coisas que não é do seu domínio, vem o sentimento de frustração, de falta de coragem e até mesmo culpa e a derrota pode ser total.



Texto -  Uma Fábula
                        Certa vez os animais resolveram preparar seus filhos para enfrentar as dificuldades do mundo atual e, para isso, organizaram uma escola.  Adotaram um currículo prático, que constava de:  corrida, escalagem, natação e vôo.  Pra facilitar o ensino, todos os alunos deveriam aprender todas as matérias. 
                        O pato era exímio em natação (melhor que o seu professor) e conseguiu notas regulares em vôo  - mas era aluno muito fraco em corrida e escalagem.  Para compensar esta fraqueza ficava retido na escola todo dia, fazendo exercícios extras.  De tanto treinar a corrida, ficou com os pés terrivelmente esfolados e, não conseguia mais nadar como antes.  Entretanto, como o sistema de promoção era a média aritmética das notas nos vários cursos, ele conseguiu ser um aluno sofrível e ninguém se preocupou com o fato, exceto, naturalmente, o pobre pato.       
                 O coelho era o melhor aluno do curso de corrida, mas sofreu tremendamente e acabou com um esgotamento nervoso, de tanto tentar a natação.
                    O esquilo subia admiravelmente, conseguindo belas notas no curso de escalagem.  Mas foi frustrado no de vôo, pois o professor obrigava a voar de baixo para cima, e ele insistia em usar os seus métodos, isto é, em trepar na árvore e voar de lá para o chão. 
O esquilo teve que se esforçar tanto em natação, que acabou por passar com notas mínimas em escalagem.  A águia foi uma criança problema, severamente castigada desde o primeiro dia do curso, porque usava métodos exclusivos dela para atravessar o rio e trepar nas árvores.  No fim do ano a enguia anormal, que tinha nadadeiras, conseguiu a melhor nota em todos os cursos, e foi a oradora da turma.  Os ratos e cães de caça não entraram na escola porque a administração se recusou a incluir duas matérias que eles julgavam importantes:  como escavar tocas e como escolher esconderijos.  Acabaram por abrir uma escola particular, junto com as marmotas, e, desde o princípio, conseguiram grande sucesso.

      REFLETINDO SOBRE O TEXTO




        Com relação ao texto apresentado: um pato é um pato e nada mais que um pato. Ele foi feito para nadar, não parar correr e com certeza também não foi feito para subir em árvores. Já um esquilo é um esquilo, e nada mais do que um esquilo. Se for afastado daquilo que eles faz muito bem, como subir em árvore, se tentarmos transformar-lo em um bom nadador ou mesmo um bom corredor, o esquilo vai se sentir deslocado ou mesmo frustrado.
     A águia e maravilhosa no céu, ela tem um vôo exuberante, mais se torna ridícula numa corrida a pé. Salvo se estiver com muita fome!
    O que dizer dos outros animais que habitam a floresta e, se não dizer o mesmo para todos nós humanos.
     O divino não nos produziu iguais, todos nós somos diferentes. Foi o divino que planejou e projetou as nossas diferenças, e nos deu capacidades especiais!
     Desta forma, um educador deve ter em mente que todos os discípulos apresentam características diferentes e a avaliação não pode tomar uma única forma, ela deve ser abrangente e diferenciar e respeitar as características e o tempo de cada indivíduo, ela deve se adequar e se diversificar para não levar frustrações educacionais.

              Referências:

MORO, Maria Lucia Faria. Do fracasso para o sucesso escolar. Sobre a efetiva presença da psicologia da educação na escola*. Educar em Revista, Curitiba, p. Educ. rev. no.10, jan. 1994. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/0104-4060.134. Acesso em: 18 abr. 2019.

FREIRE, Paulo. Professora sim tia não: cartas a quem ousa ensinar. 2. ed. São Paulo: Olho d’Água, 1993.
QUADROS, MARIA MÁRCIA XAVIER DE; QUADROS, ELEITE XAVIER DE; SANTANA, EDINEIA ELAINE CARDOSO. A PSICOPEDAGOGIA FRENTE AO FRACASSO ESCOLAR. WEB ARTIGOS, [S. l.], p. Unica, 6 nov. 2015. Disponível em: https://www.webartigos.com/artigos/a-psicopedagogia-frente-ao-fracasso-escolar/137409. Acesso em: 18 abr. 2019.