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quarta-feira, 1 de julho de 2009

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

DEFINIÇÕES IMPORTANTES

INTRODUÇÃO

SISTEMA LINFÁTICO







01. - A linfa é formada por plasma sanguineo, células sanguineas, proteínas, resíduos metabólicos.



02. - Exocitose: Remoção de resíduos metabólicos, o que não utiliza PELA CÉLULA.
03. -


Diapedese: São as células que extravasam do tecido capilar para o tecido lesado.









VEJAMOS AGORA AS CONSEQUENCIAS





04. - Processo inflamatório:





a. - Dor: É a substância enviada ao SNC pelas células avisando que tem algum problema.
b. - Calor: O calor existe pois há um aumento de quantidade sanguinea no local, aumentando o metabolismo.
c. - Rugor: ( cor avermelhada ) Por causa dos vasos sanguineos que existem.
d. - Edema: Acumulo de linfa no interstício.





05. - Sepsemia: Infecção generalizada.

06. -Varizes: É quando algumas válvulas das veias ficam danificadas dificultando o retorno do sangue venoso acumulando sangue, engrossando-as.

07. - Embolia: deslocamento de um trombo.

08. - Ematose: Troca de CO2 para O2 , realizado a nível de alvéolos pulmonares.

09. - As arteríolas são os pequenos ramos finais do sistema arterial, atuando como válvulas de controle pelas quais o sangue é lançado nos capilares.

10. - A função dos capilares é de efetuar troca de líquidos, nutrientes, eletrólitos, hormônios e outras substâncias entre o sangue e o líquido intersticial. As parede capilares são muito finas e permeáveis a pequenas substâncias moleculares.

11. - As vênulas coletam sangue dos capilares, elas coalescem gradualmente em veias progressivamente maiores.

12. - As veias funcionam como dutos para o transporte de sangue para os tecidos de volta para o coração.

13. - Os rins tem importante papel adicional no controle de pressão, tanto pela secreção de hormônios controladores da pressão como pela regulação do volume sanguíneo.

14. - A pressão sistólica é de 120 mmhg, e na pressão diástole é de 80 mmhg. A diferença entre estas duas pressões, de aproximadamente 40 mmhg, denominada de "Pressão Diferencial "

15. - O Pulso Radial

Um pulso fraco na artéria radial indica geralmente:

A - Grande diminuição da pressão diferencial central, tal como ocorre quando o débito sistólico é baixo.

B - Maior "amortecimento" da onda de pulso causada por espasmos vasculares; estes ocorrem quando o sistema nervoso simpático fica excessivamente ativo após perda de sangue ou quando a pessoa apresenta calafrios.

O pulso paradoxal torna-se forte, depois fraco, e depois forte, com isso ocorrendo em sintonia com as fases da respiração. Isso é causado pelo aumento e diminuição alternados do débito cardíaco a cada respiração.
No déficit de pulso o ritmo do coração é muito irregular na fibrilação atrial ou no caso de batimentos cardíacos prematuros. Nestas arritmias, dois batimentos vêem tão próximo um do outro, que o segundo batimento bombeia.

16. - A LINFA deriva do líquido interstícial que flui para os vasos linfáticos.

17. - Regulação Humoral da Circulação


*** VASOCONTRITORES ****


a.Norepinefrina é um hormônio vasoconstritor particulamente potente; a epinefrina tem menor potência, em alguns casos, chega a causar até vasodilatação, o que ocorre no coração para dilatar as artérias coronârias durante o aumento da atividade cardíaca. Quando todo o sistema simpático é estimulado durante um extresse ou um exercício, os nervos simpáticos promovem liberação direta de norepinefrina que excita o coração, as veias e as arteríolas.

b. Angiotensina é uma das mais potentes substâncias vasoconstritoras conhecida. Uma quantidade tão pequena quanto um milionésimo de grama pode aumentar a pressão arterial do ser humano por até 50 mmhg ou mais. O efeito da angiotensina é o de contrair fortemente as pequenas arteríolas.

c. Vasopressina também denominada hormônio antidiurético é formado no hipotálamo, mas é transportada do centro por axônios nervosos até a glândula hipófise superior, onde acaba de ser secretada no sangue.


***VASODILATADORES***


A .Bradicinina- Várias substâncias denominadas cininas, que podem causar vasodilatação intensa freqüentemente formadas no sangue e nos líquidos teciduais.

b. Serotonina – está presente em grande concentração no tecido cromafin do intestino e de outras estruturas abdominais.

c.. Histamina – é liberada em praticamente todos os tecidos do corpo quando eles são lesados, ficam inflamados ou sofrem reações alérgicas.

d. Aumento da concentração de íons cálcio causa vasoconstrição. Isso decorre do efeito geral do cálcio estimulando a contração dos músculos lisos.

e. Aumento da concentração de íons potássio causa vasodilatação. Isso decorre da capacidade do íons potássio para inibir a contração dos músculos lisos.

f. Aumento da concentração do íons magnésio causa potente vasodilatação, pois o íons magnésio inibi geralmente os músculos lisos.

g. Aumento da concentração de íons sódio causa leve dilatação arteriolar.

h. Aumento da concentração de íons hidrogênio ocasiona a dilatação das arteriolas.

i.. Aumento da concentração de dióxido de carbono causa vasodilatação moderada em muitos tecidos e vasodilatação acentuada no cérebro.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O QUE É LINFA ? ONDE SE ORIGINA A LINFA ?

Origem da Linfa


O sangue já nos capilares, o plasma se filtra através das suas paredes e os glóbulos brancos ( leucócitos) atravessam as paredes dos capilares ( DIAPEDESE) formando a LINFA.





A linfa circula em todas as células, fornecendo todos os produtos colhidos pelo sangue e colhendo as substâncias úteis e resíduos das células.

Características da linfa :

a) é um líquido Incolor;
b) tem um gosto salgado;
c) possui 8.000 leucócitos por milímetro cúbico;

Observações :

A) - O plasma (parte líquida) linfático é sensivelmente igual ao plasma sanguíneo.
B) - A coagulação da linfa é idêntica à coagulação do sangue, entretanto é mais lenta, fornecendo um
coágulo incolor;
C) – A linfa representa em média cerca de ¼ do peso do indivíduo;
D) – O sangue representa em média cerca de 1/13 do peso do corpo.


Vasos Linfáticos

A linfa circula num conjunto de vasos, representados pelos capilares linfáticos, que se continuam com os vasos linfáticos. Estes têm um aspecto nodoso e possuem internamente válvulas que facilitam a circulação da linfa.





Os inúmeros vasos linfáticos que compõem o organismo se reúnem em dois vasos denominados de CANAL TORÁCICO e GRANDE VEIA LINFÁTICA.

Vejamos :

a. O canal torácico acopla-se a veia subclávia esquerda e recebe os vasos linfáticos da metade da
região inferior do corpo, do abdome, e da metade da região esquerda do tórax, do pescoço e da cabeça.


b. A grande veia linfática, que mede aproximadamente 1 cm de comprimento, acopla-se na veia subclávia direita e recebe a linfa do membro superior direito, da metade da região direita da cabeça, do pescoço e do tórax.

c. Os vasos linfáticos do intestino, que carregam o quilo, denomina-se VASOS QUILÍFEROS e têm o aspecto leitoso após as refeições.


Gânglios Linfáticos

Quando se observa os vasos linfáticos, em seu percurso vê-se pequenas dilatações que recebem o nome de GÂNGLIOS LINFÁTICOS. Seu número é variável entre 400 a 600 e tem a função de produzir leucócitos (glóbulos brancos ).
Os gânglios são importantes porque produzem leucócitos, elementos importantes no combate das infecções. Assim, os gânglios produzem uma barreira para combater microorganismos estranhos ao organismo.

CURIOSIDADE SAOBRE A LINFA

LINFA: É o líquido encontrado nos "vasos" linfáticos. Era "Líquido Intersticial" que, por sua vez era "Líquido Intracelular" ou ainda "Sangue Arterial". É importante entender que os líquidos, no corpo, recebem o nome em função do lugar onde estão. É como a água: Quando cai do céu, chamamos de chuva, quando brota da terra, chamamos de vertente. As vertentes formam riachos que formam rios que formam lagoas ou deságuam no mar. Tudo é água mas com nomes e propriedades diferentes. O que encontramos no mar não encontramos numa vertente. Da mesma forma os líquidos de nosso corpo vão trocando de nome e características de acordo com o local onde estão. Quando sai do coração chamamos "Sangue Arterial", quando entra num interstício celular chamamos de "Líquido Intersticial", quando penetra numa célula chamamos de "Líquido Intracelular" ao sair da célula volta a chamar-se "Líquido Intersticial". Existem duas maneiras do "Líquido Intersticial" deixar o interstício celular: Pode sair por uma vênula e será chamado de “Sangue Venoso" ou pode sair por um capilar linfático recebendo o nome de "Linfa" que mais tarde se juntará ao "Sangue Venoso" pouco antes do coração. Portanto a "Linfa" deve ser definida pelo local onde se encontra, nos vasos linfáticos.


COMO É A LINFA? Sendo que sai do interstício celular é desprovida dos glóbulos vermelhos que lá, não penetraram. Portanto é praticamente incolor tendo quase a mesma composição do plasma sanguíneo. Carrega consigo o que encontramos no interstício celular, em especial aquilo cujo peso molecular ou tamanho seja grande de mais para sair por uma vênula, as "Macro Moléculas" formadas por proteínas ou toxinas mas não apenas toxinas e sim todas as substâncias que se encontravam no "interstício celular" por ocasião de seu esvaziamento como "sais", hormônios, proteínas, energéticos, etc. e os elementos pertinentes ao "Sistema Linfático" como os glóbulos brancos (Linfócitos) produzidos nos Gânglios Linfáticos e Tecidos Linfáticos. Sendo que os vasos linfáticos são maiores que os sanguíneos as macro-moléculas de gordura, capturadas no intestino, aproveitam este caminho para chegarem até o fígado. Neste percurso a linfa adquire uma aparência leitosa. No corpo, o Sistema Linfático é também chamado de Sistema Imunológico. Isto significa que este sistema tem, resumidamente, duas funções: Defender e Limpar. Na DINÂMICA ESTÉTICA nos deteremos na função de "Limpeza" onde compõe a chamada "Circulação de Retorno" (Venosa e Linfática) colaborando na desintoxicação do organismo, em especial, no que diz respeito às "Macro-Moléculas" (sujeira grande). Contudo, sua função na defesa será levada em consideração ao decidirmos sobre suas indicações e contra-indicações.

GÂNGLIOS LINFÁTICOS: São estruturas ovais nas quais os vasos linfáticos penetram trazendo a linfa e seus componentes. Constituídos de tecido linfático são cobertos por uma cápsula de tecido fibroso. Formam os gânglios: Trabéculas, vasos aferentes (que trazem a linfa), seios linfáticos, vasos eferentes (por onde sai a linfa), nódulos corticais, córtex, centro germinativo, cordões medulares, artérias e veias. Temos de 400 a 600 gânglios agrupados em cadeias no corpo. As principais cadeias são: cervical, axilar, fossa oli-craniana, ducto torácico, pré-aórtico, inguinais e losango poplíteo. Tem por função purificar a linfa, formar linfócitos, também aprisiona estes agentes ou células "estranhas" (este processo, às vezes, forma ínguas) e são verdadeiros laboratórios produzindo defesas na forma de linfócitos e "anticorpos".
COMO A LINFA SE MOVIMENTA PELO CORPO? Para respondermos esta pergunta temos de saber algo sobre os vasos linfáticos. Estes possuem camadas semelhantes às paredes das veias e válvulas (valvas) em maior número que nas veias o que permite a linfa fluir em uma só direção, a do coração. Estas válvulas dão aos vasos linfáticos uma aparência característica de colar de contas.
A linfa é propelida ao longo dos vasos linfáticos pelos seguintes mecanismos:

O estiramento e a contração do segmento de um vaso linfático entre duas válvulas;
A formação de nova linfa por pressão interna ou externa nos interstícios celulares, empurrando a antiga para frente;
Ação massageadora dos músculos esqueléticos sobre os vasos linfáticos;
Ação reflexa ao batimento das artérias (os vasos estão próximos as artérias e sentem os batimentos);
O peristaltismo intestinal sobre os vasos linfáticos ali presentes;
A “sucção” formada pelos movimentos respiratórios;
Na região, acima do pescoço, colabora à força da gravidade;
Nos movimentos precisos e sincronizados do método DINÂMICA ESTÉTICA.
Observando os mecanismos de movimentação da linfa notamos que a formação de nova linfa, a ação massageadora dos músculos sobre os vasos, o reflexo dos batimentos das artérias sobre os vasos linfáticos e a sucção promovida pelos os movimentos respiratórios mantêm uma relação entre si. Quando o primeiro aumenta os outros mecanismos tendem a acompanhar este aumento. Havendo um aumento de atividades metabólica intracelular que ocasiona uma pressão interna nos interstícios celulares pela presença de toxinas e “macromoléculas” ou a uma pressão externa que “espreme” os tecidos superficiais desencadeando a abertura para as vias linfáticas, os demais mecanismos responsáveis pela movimentação da linfa também aumentam proporcionalmente. Ex: quando aumentamos a atividade física correndo, por exemplo, esprememos os interstícios celulares da “planta” do pé, os movimentos musculares aumentam, os batimentos das artérias aumentam e os movimentos respiratórios igualmente aumentam.

Sendo assim, torna-se evidente que a formação e transporte de linfa, efetuada por estes mecanismos, não é constante, podendo variar de acordo com a situação.