sábado, 7 de abril de 2018

RESUMO DE TEORIAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES





 Diferentes processos de formação de educadores, numa perspectiva 
histórico-social, indicando as diferenças mais características de cada 
um de maneira sucinta. 




 Teorias: 

Podemos citar os seguintes representantes: 

Comênico, para ele o homem tinha como objetivo a felicidade eterna, não observa a tendência nata de cada indivíduo. Pestalozzi, a educação é um fator de transformação social, deve respeitar as características de cada criança. 

Herbert, a base psicológica de aquisição do conhecimento, seguindo as etapas: preparação, apresentação, associação, sistematização e aplicação. 

Na Escola Nova, o processo está centrado no aluno. A avaliação é Qualitativa e surge a auto-avaliação, há valorização do aluno. 
Seus representantes são: A.Teixeira, L. Filho e Azevedo. No Brasil, a Pedagogia de Paulo Freire tem papel de denuncia das condições alienantes do povo.
 O ensino é centrado na realidade social, valoriza o conteúdo e o professor é um mediador. 

Freinet, foca a escola democrática e popular, orientada para a emancipação e orientação para o trabalho.

Piaget, mostra as mudanças qualitativas que a criança passa nos estágios da vida: assimilação, ação e operações.Vygotsky, foca o processo de construção do conhecimento. 

A aprendizagem se inicia ao nascer, as mudanças vêm da interação da própria história, cultura e sociedade.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

UM POUCO DE HISTÓRIA DO BRASIL


  
Defina as seguintes características presentes no Período Colonial Brasileiro: grande propriedade, monocultura e mão-de-obra escrava. Explique porque na economia do Período Colonial, podemos afirmar que a pecuária nordestina desenvolveu-se como uma atividade de ajuda do setor açucareiro.

Solução:
. Grande propriedade - são grandes extensões de terra sob o comando de um único proprietário.
.  Monocultura – é a produção ou cultura agrícola de apenas um único tipo de produto agrícola. No período colonial está associada aos latifundiários de grandes extensões de terra.
.  Mão de obra escrava -  é o tipo de trabalho em que a pessoa não tem um salário e não tem direito a nada, no início o Brasil utilizou os índios e, posteriormente os negros africanos.
    Explicação: 
       Durante  o período Colonial, a empresa açucareira foi o grande investimento dos portugueses  nas terras brasileiras. A necessidade  de consumo das populações nativas serviram para o desenvolvimento de outras atividades econômicas destinadas a subsistência, com isto a atividade pecuária começou a ganhar espaço com a importação de reses para o trabalho nos engenhos de açúcares.  A pecuária instituiu novas relações de trabalho alheio ao uso da mão de obra escrava. A pecuária precisava de um pequeno número de trabalhadores e tinha sua mão de obra formada por trabalhadores de origem negra, indígena, branca  ou  mestiços.

Com base na leitura dos textos, responda o que se pede: Quais os objetivos da educação jesuítica no Brasil Colônia? Aponte quatro características da pedagogia jesuítica presentes no período colonial. 

Solução::
    A história da educação do Brasil foi e ainda é um processo de transmissão de conhecimentos, que foi iniciado no período Colonial pelos Jesuítas. Eles tiveram uma missão muito grande, a dê, alfabetizar os filhos dos poderosos e procurar trazer para sua fé os índios colonizados, mas, observaram que só conseguiriam evangelizar, se alfabetizassem os índios.
       Os principais objetivos do Ensino Jesuítico eram:
  1. Levar o Catolicismo para a América recém descoberta;
  2. Catequizar os Colonizados, índios e filhos dos poderosos, trazendo a eles uma linguagem portuguesa, costumes europeus e da sua religião;
  3. Difundir a religião, evitando assim que o protestantismo se difundi-se mais que a religião católica;
  4. Construir escolas que propagassem o seu evangelho por todo o mundo.
     A educação jesuítica  seguia o método Ratio Studiorium, onde não só pregavam a sua fé, mas ensinavam a as Letras, Filosofia em curso normal, Teologia e Ciências Sagradas para nível Superior, etc...  Em 1834, foi promulgada a formação das escolas Normais, sendo criados os sistemas de 1º e 2º grau de formação de professores. Os padres Jesuítas ensinavam teologia- política, por meio de encenação teatral nas escolas.  Para as escolas eram repassadas para as instituições de ensino, os métodos trazidos do Tento, o Concílio de Trento, o qual deu uma nova dinâmica aos sistema pedagógico e, como conseqüência, transformou os métodos antigos de ensino, que eram arcaicos, em uma nova metodologia educacional. Nos colégios jesuítas, eram ministrados Preceitos do Teatro de Cícero ( De Oratore ), Quintiliano ( Instituto Oratória ), Aristóteles (Rhetoria), Santo Agostinho ( De doctrina Christiana ).
      Assim, observa-se que os professores da época Colonial não tinham as mínimas informações de métodos pedagógicos para passar seus conhecimentos  aos seus discípulos. Os padres Jesuítas, como outros “educadores”  tinham em mente que os africanos e os índios não possuíam  uma inteligência fértil como os filhos dos burgueses da época. Havia muita discriminação, os métodos apresentavam formas grotescas, como castigos duros, tais como:
a)      Chibatadas,
b)      Palmatórias,
c)      Amarrar ao Tronco,
a quem não “ aprendesse” como os instrutores queriam, etc.., castigos esses que eram aplicados aos negros e aos nativos.

Referências :

SCHMITZ, Egídio. Os Jesuítas e a Educação: a filosofia educacional da Cia. de Jesus. São Leopoldo: Unissinos, 1994.

SODRÉ, Nelson Werneck. Síntese de história da Educação Brasileira. 17 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
PAIVA, José Maria de; PUENTES, Roberto Valdés. A proposta jesuítica de Educação – uma leitura das Constituições. Comunicações, São Paulo, nov. 2000. Disponível em: http://www.unimep.br/jmpaiva/a-proposta-jesuitica-de-educacao.pdf.

Pecuária no período colonial História do Brasil - https://www.colegioweb.com.br/colonizacao-portuguesa-no-brasil/a-economia-colonial.html

 FAUSTO, Carlos. Fragmentos da história e cultura tupinambá: da etnologia como
instrumento crítico de conhecimento etno-histórico. In: CUNHA, Manuela Carneiro
da (Org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras:FAPESP:
SMC, 1992, p. 381-396.

Resumo sobre a História dos Índios do Brasil, cultura, sociedade, organização, contato com os portugueses, História do Brasil - https://www.historiadobrasil.net/indiosdobrasil/







segunda-feira, 26 de março de 2018

A VERDADE DE CADA UM


REFLEXÃO POÉTICA E HISTÓRICA


 A chegada dos europeus à América colocou frente a frente povos de origens muito diferentes: os europeus e os povos nativos da América. Sobre esse acontecimento podem existir versões muito distintas, o que nos leva a pensar sobre a ideia de verdade. Sobre a verdade, leia este poema de Carlos Drummond de Andrade:

Verdade


A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.
Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.
Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada uma optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

A partir da leitura do poema, reflita sobre a ideia de verdade: é possível afirmar que existe uma única verdade ou apenas diversos pontos de vista? 
Qual  o ponto de vista dos povos nativos e o dos portugueses sobre o “descobrimento” do Brasil. 

REFLEXÃO :

     Na porta da verdade, mudar como processo de mudança é uma constante na vida de cada um. O comportamento humano afeta e é afetado pelas condições que se apresentam, pois, a mudança é um processo cíclico, se houver alterações na estrutura organizacional, certamente o comportamento humano será afetado.
      Com relação ao descobrimento do Brasil, na verdade não foi um descobrimento, foi uma invasão a terra dos índios.
       Cabral chegou a Porto seguro, na Bahia, com 13 navios e uma tripulação de aproximadamente 1400 homens em 22 de abril de 1500 e só  no dia seguinte ( 23 de abril ) observou que as terras não eram descobertas. Havia aproximadamente 3 milhões de nativos, os índios  já viviam no Brasil.
       Assim, na verdade Portugal não descobriu o Brasil, Portugal invadiu, ocupoou, submetendo diversas nações indígenas ao seu domínio.
       Se no Brasil já havia uma população indígena, local, não se trata de uma  descoberta, e sim de uma conquista. Logo, a verdade de Portugal não é a verdade do Brasil. As comunidades indígenas se dividiam em diversas nações, podemos citar: os tupis, os macro-jês, os aruanques , os cariris, que ocupavam várias regiões do Brasil.
    Algumas destas civilizações ainda viviam como no período paleolítico, outras tribos como os tupis, eram mais avançadas e produziam um agricultura  rudimentar, onde plantavam cará, mandioca, feijão, tudo para a sobrevivência. Não havia comércio e não conheciam a escravidão.  Fato diferente dos africanos que quando em guerra, escravizam os povos dominados, já os inimigo dos índios eram submetidos a um canibalismo litúrgico ( antropofagia ). Outro fato praticado pelos indígenas era o infanticídio, ou seja, faziam o sacrifício de bebês gêmeos, pois, eram representações do e do mal para eles. As civilizações primitivas do Brasil tinham muitos pontos em comum, como a pintura corporal, a dança e a música, com a produção de instrumentos de sopros, de percussão,  de pandeiros e tambores.  Logo a verdade dos Portugueses, dos Africanos e dos  Índios brasileiros não era a mesma.
     Os portugueses chegaram e na verdade não descobriram o Brasil, eles simplesmente invadiram o Brasil, e transformaram os costumes, introduziram novos hábitos, novas crenças. Dessa forma a verdade dos portugueses não eram a mesma verdade dos povos indígenas do Brasil.
     Os portugueses tinham uma vida de comércio, de conquistas, de crenças, que não se identificam com a vida dos índios. Na verdade o comportamento  é a relação entre o indivíduo e o seu meio ambiente, sendo assim a verdade de um não é igual a verdade  a verdade do outro.
     As ações, os costumes de um povo que domina o outro, como foi o caso dos portugueses no Brasil, afetam o comportamento do povo dominado e as ações desses indivíduos afetam o ambiente. Logo a verdade dos que invadiram o Brasil, não é a verdade do povo indígena que vivia no Brasil.
      Seguindo essa linha de pensamento, o Brasil não foi descoberto e sim invadido por Portugal. Logo a verdade do povo português não é a verdade dos índios brasileiros.

Diferentes Processos de Formação de Educadores


SÍNTESE  TEÓRICA  E CRÍTICA



Teorias: 
Podemos citar os seguintes representantes: 
1.  Comênico, para ele o homem tinha como objetivo a felicidade eterna, não observa a tendência nata de cada indivíduo. 

2.  Pestalozzi, a educação é um fator de transformação social, deve respeitar as características de cada criança. 

3.  Herbert, a base psicológica de aquisição do conhecimento, seguindo as etapas: preparação, apresentação, associação, sistematização e aplicação. 

4.   Na Escola Nova, o processo está centrado no aluno. A avaliação é Qualitativa e surge a auto-avaliação, há valorização do aluno. Seus representantes são: 

5.  A.Teixeira, L. Filho e Azevedo. No Brasil, a Pedagogia de Paulo Freire tem papel de denuncia das condições alienantes do povo. O ensino é centrado na realidade social, valoriza o conteúdo e o professor é um mediador. 

6.  Freinet, foca a escola democrática e popular, orientada para a emancipação e orientação para o trabalho.

7.  Piaget, mostra as mudanças qualitativas que a criança passa nos estágios da vida: assimilação, ação e operações.

8.   Vygotsky, foca o processo de construção do conhecimento. A aprendizagem se inicia ao nascer, as mudanças vêm da interação da própria história, cultura e sociedade.

sábado, 30 de setembro de 2017

MODELO DE RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DE QUÍMICA




        MODEDO DE RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA

                     --------      QUÍMICA  --------

1) Nome completo:
2 ) Pólo:
3 ) Título da Aula
4) Data:   Objetivo:

5) Introdução teórica:
Descrição resumida da parte teórica necessária ao entendimento da prática.  Deve ser baseada na síntese dos materiais consultados indicados nas referências bibliográficas.

6)  Materiais:
Indique o nome dos materiais e equipamentos utilizados, bem como a quantidade.

7) Reagentes:
Indique o nome dos reagentes, bem como a quantidade e concentrações utilizadas.


8)  Procedimento:
Descrever o experimento, com detalhes e na ordem em que foi realizado, de forma que o mesmo possa ser reproduzido por outra pessoa a partir da leitura deste seu relatório.

 9) Observações:
Neste campo, descreva todas as observações que você anotou durante a realização da prática. Atente para as mudanças de cor, temperatura, liberação de gases, formação de bolhas, mudanças na aparência em geral.
Esquemas e/ou tabelas (quando houver); Este campo não é obrigatório, porém sempre que for realizada uma montagem de equipamentos, é conveniente utilizá-lo com a identificação dos detalhes da montagem. As tabelas também podem ser úteis para organizar alguns dados.


10) Resultados e Cálculos:
Coloque neste campo, todos os resultados obtidos e os cálculos utilizados para atingi-los. Atente para práticas que contenham várias etapas, é importante identificar cada etapa, situando a qual delas se refere a informação.


11)  Conclusões:
Faça uma síntese sobre as conclusões alcançadas, enumerando os resultados mais significativos. É nesta parte que você deve propor uma explicação para o caso do experimento não apresentar o resultado esperado.


12) Referências Bibliográficas:
Coloque aqui os dados dos livros e revistas consultados e/ou páginas de internet (neste caso use o endereço completo de onde realizou a consulta e não do site de busca em que chegou a página consultada. Por exemplo, não coloque como referência o site do Google, pois o mesmo é apenas o caminho que você usou para chegar no site em que consultou o assunto.

 Obs: Utilize o formato de arquivo em documento word (extensão .doc) ou pdf.


domingo, 24 de setembro de 2017

PERCEPÇÃO DAS FORMAS - LEIS DE GESTALT



O QUE É GESTALT ?

A Gestalt não possui uma tradução certa para o português, o termo que mais se aproximaria de uma tradução seria “forma ou percepção”. Independente de traduções, a Gestalt compreende um conceito de significação de formas, cores, texturas entre outras variáveis de maneira auto-organizada pelo cérebro, com o intuito de criar uma significação lógica para os conhecimentos do individuo.

Resumidamente : é o jeito de como o nosso cérebro vê as imagens .

A gestalt (guès) (do alemão Gestalt, "forma"), também conhecida como gestaltismo (gues), teoria da forma, psicologia da gestalt, psicologia da boa forma e leis da gestalt, é uma doutrina que defende que, para se compreender as partes, é preciso, antes, compreender o todo.

A Gestalt, ou teoria da forma, é uma das áreas da psicologia mais aplicada ao Desenho Industrial. O Desenho Industrial pode ser resumido ao controle da forma e da função, e é no controle da forma que a Gestalt mostra toda a sua importância.

  Por que é importante dominar a Teoria da  Gestalt ?

  Dominar a teoria da Gestalt, estudá-la e praticá-la podem ser uma das melhores formas de desenvolver nossa percepção das formas e aprender a trabalhar melhor com o espaço. Com isso o desenhante consegue organizar melhor as informações dentro do seu projeto, o que acarreta em uma comunicação mais efetiva, e conseqüentemente, um melhor Design.

Existem seis LEIS básicos que permeiam a Gestalt.

Leis da Gestalt

QUAIS SÃO LEIS QUE PERMEIAM A GESTALT ?


    Observando-se o comportamento espontâneo do cérebro durante o processo de percepção, chegou-se á elaboração de leis que regem esta faculdade de conhecer os objetos. Estas normas podem ser resumidas como LEIS DA GESTALT.


OS PRINCÍPIOS QUE PERMEIAM A GESTALT SÃO:

  1. Continuidade;
  2.  Proximidade;
  3.  Semelhança;
  4.  Preenchimento ou Fechamento ou Clausuria;
  5.  Simplicidade ou Pregnância; 
  6.  figura/fundo.  

 Veremos a seguir os conceitos de cada uma dessas leis fundamentais e sua forma de interpretação pelo cérebro.

AS LEIS DA GESTAT SÃO:

01.    Continuidade:
   
     -  Quando os objetos estão dispostos em uma sequencia logica para o observador,
        ele tende a associar esses pontos e assim conseguir formar uma imagem
        conhecida pelo cérebro ou linhas orgânicas, um bom exemplo são os
        caligramas que não são vistos como palavras dispersas, e sim como um objeto
         maior formado por um jogo de palavras.





  Exemplo:  Imagens formadas por palavras.



Outro exemplo: 








            Ou seja:  Alinhamento harmônico das formas.



02.    Proximidade

- Figuras muito próximas entre si tendem a ser vistas como uma única figura ou objeto, por exemplo, as impressões à jato de tinta são formadas por milhares de micropontos de tinta que juntos formam uma imagem.

Exemplo : As teclas do Piano.





Ou seja : 
Partes mais próximas umas das outras,em um certo local, inclinam-se a ser vistas como um grupo.

03.    Semelhança: 

- Elementos semelhantes entre si tendem a formar grupos mais coesos de
   unidades, por exemplo, é mais fácil agrupar dois times de futebol pela cor da
   camisa do que apenas pela feição de cada jogador. 

  


 O cérebro tem tendência a colocar as figuras em ordem.




  O cérebro forma imagem de uma figura com relação a cor .
  Ou seja : Objetos semelhantes tendem a permanecer juntos, seja nas cores, nas texturas ou nas impressões de massa destes elementos. Esta característica pode ser usada como fator de harmonia ou de desarmonia visual.
 

04.    Preenchimento ou Fechamento  ou Clausuria:

- Nosso cérebro tende a completar figuras que possuam certo sentido em nossa
 memória, porém estão aparentemente incompletos visualmente, um bom
 exemplo desse fundamento é o logotipo da rede de supermercados Carrefour,
 que forma um “C” na junção dos seus elementos.

             Elementos são agrupados se eles parecem se completar.
              Ou seja, nossa mente tende a ver um objeto completo, mesmo quando não
             há um.
            Exemplos:  



05.    Simplicidade ou Pregnância :

-  figuras mais simples são mais facilmente compreendidas, figuras complexas
 tendem a levar mais tempo para serem assimiladas.






Ou seja : Este é o postulado da simplicidade natural da percepção, para melhor assimilação da imagem. É praticamente a lei mais importante.


06.    Figura/fundo:

-  Percepção Figura-Fundo refere-se à tendência do sistema visual para
             simplificar uma cena com um objeto principal que nós estamos olhando
             (a figura) e tudo o que forma o fundo.

- Nosso cérebro tende a organizar os elementos em perspectivas, figuras de duplo sentido, por exemplo, só possuem essa característica, devido à capacidade do cérebro em ver a figura em diferentes perspectivas.

-  A forma de um objeto não é mais importante que a forma do espaço em torno dele. Todas as coisas resultam da interação com outras coisas.



Como as pessoas distinguem entre a figura e o fundo?

Ao olhar para uma cena, as pessoas tendem a procurar maneiras de diferenciar entre a figura e o fundo. Algumas maneiras pelas quais as pessoas realizam isso incluem:
  • Borrões: objetos em primeiro plano tendem a ser nítido e distinto, enquanto aqueles no fundo são borradas ou nebuloso.
  • Contraste: Alto contraste entre os objetos pode levar à percepção de figura e fundo. O vaso Rubin é um exemplo.
  • Tamanho: imagens que parecem ser maiores serão percebidas como mais estreitas e parte da figura enquanto que aquelas que são menores irão parecer estar mais longe e serem parte do fundo.
  • Separação: Um objeto isolado a partir de tudo o mais, em uma cena visual é mais provável de ser visto como uma figura contra o fundo.
















DICAS DE COMO FORMATAR O ANDROIDE MOTO G




FORMATANDO O MOTO G

  A formatação é um procedimento simples que requer calma  e atenção.



 Vejam os passos a seguir para uma simples formatação:

1º PASSO:

 -  RECOMENDAÇÕES:
 A.  TIRAR O CHIP DA OPERADORA;
 B.  TIRAR O CARTÃO DE MEMÓRIA SD.

Observação:

-  Tudo que estiver na memória interna do seu aparelho será apagado.
-  Ao tirar o Cartão de memória SD e  o chip, você preserva os dados que estiverem nesses dois elementos.

                                                     CARTÕES SD


                                                           CHIPS PARA CELULARES


2º PASSO:

a.     Desliga o Aparelho ;
b.    Apertar o  Botão volume para Baixo e o Power por 3 segundos;
c.      Ao Soltar aparece algumas opções;
d.    Apertando o volume para baixo : vá até a opção Recovery;
e.      Aperte o Volume para Cima para confirmar;
f.      O Aparelho irá reinicializar na opção Recovery;
g.     Aguarde vai  aparecer um Robozinho do Androide;
h.    Aperte Volume para cima e Power  por 3 segundos e solta;
i.       Aparece várias opções;
j.       Vá até a opção apertando o Botão volume para baixo:
k.    Wipe data/factory reset;
l.       Aperte o botão Power;
m.  Apertando o volume para baixo -Vá até a opção Yes – delete all user data;
n.    Aperte Pawer;
o.     Aguarde a formatação;
p.    Agora aperte : Reboot System Now - usando o botão Power Confirme.
q.    E o Aparelho se reinicializa;
r.      Pronto o Aparelho esta formatado como se etivesse vindo de fábrica.