quinta-feira, 11 de março de 2010

VACINA DA GRIPE SUÍNA

Vacinação contra gripe suína (Gripe A ou H1N1)



1. 08 a 19 até o dia 19 de março

--Profissionais de saúde e povos indígenas





2. 22 de março a 2 de abril


--Gestantes em qualquer etapa da gravidez,doentes crônicos e
crianças com idade entre 6 meses e 2 anos.





3. 5 a 23 de abril.


--Adultos Jovens entre 20 a 29 anos .








4. 24 de abril e 7 de maio


--Idosos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas,
no mesmo período da campanha anual de vacinação contra a gripe comum.





5. 10 a 21 de maio


--Será imunizada a população de 30 a 39 anos.











O ministério vai avisar por e-mail a data de vacinação para quem se cadastrar no site da campanha:

www.vacinacaoinfluenza.com.br.



VACINA DA GRIPE SUÍNA

Vacinação contra gripe suína (Gripe A ou H1N1)



1. 08 a 19 até o dia 19 de março

Profissionais de saúde e povos indígenas



2. 22 de março a 2 de abril

Gestantes em qualquer etapa da gravidez, doentes crônicos e
crianças com idade entre 6 meses e 2 anos.



3. 5 a 23 de abril.

Adultos Jovens entre 20 a 29 anos .



4. 24 de abril e 7 de maio

Idosos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas,
no mesmo período da campanha anual de vacinação contra a gripe comum.



5. 10 a 21 de maio

Será imunizada a população de 30 a 39 anos.



O ministério vai avisar por e-mail a data de vacinação para quem se cadastrar no site da campanha: www.vacinacaoinfluenza.com.br.


sexta-feira, 5 de março de 2010

ALGUMAS DICAS DE SAÚDE PÚBLICA

Algumas Dicas de Saúde Pública



Atenção !


Vale apena sempre lembrar que, qualquer procedimento médico deve ser prescrito por um Médico Credenciado. Se Você não é médico não convém fazer nenhuma medicação sem prescrição médica.



Medidas para Combater o Choque Anafilático


CHOQUE ANAFILÁTICO

O choque anafilático é uma reação alérgica aguda que acontece quando um indivíduo entra em contacto uma segunda vez com algum agente que promova uma reação alérgica exagerada, a anafilaxia. Os agentes mais comuns promotores do choque anafilático são medicamentos, venenos de insetos, determinados alimentos e injeções de imunoterapia alergênica.

A anafilaxia ou choque anafilático é fatal a menos que o indivíduo receba o tratamento de emergência imediatamente.

A anafilaxia pode apresentar uma evolução tão rápida que pode acarretar colapso, convulsões, perda do controle vesical, inconsciência ou acidente vascular cerebral em 1 a 2 minutos.

O tratamento inicial para a anafilaxia é uma injeção de adrenalina que pode estar sempre com a pessoa que conhece a gravidade da sua alergia.







1º. Tratamento Imediato

Adrenalina

AMPOLA 1 ml - solução milesimal

01. Adulto - 0,3 ml SC – até no máximo 0,5 ml

02. Crianças menores de 4 anos - 0,1 ml, SC

03. Crianças maiores de 4 anos - 0,2 ml, SC


Se for necessário esse tratamento pode ser repetido até 15 minutos, depois.


2º. Tratamento

Uso de Corticóide

01. Hidrocortisona

Administra-se 3 a 4 mg/Kg/dose – Via : EV - 01 Ampola tem 100 mg.


02. Dexametasona

Administra-se 0,2 mg/Kg/dose – Via : EV


01. Menores de 01 ano - 0,25 ml a 0,5 ml
02. 01 – 02 anos - 0,5 ml
03. 03 – 04 anos - 0,75 ml
04. 05 – 06 anos - 1,0 ml
05. 07 – 08 anos - 1,25 à 1,5 ml
06. 09 – 10 anos - 1,5 à 2,0 ml
07. 10 – 14 anos - 2,0 à 2,5 ml



Níveis considerados normais para se manter uma boa saúde:


01. Perímetro abdominal







A. HOMENS - menor que 102 cm


B. MULHERES - menor que 88 cm

Observação :

Perímetro do Abdomem Considerados normais, são os que apresentam as taxa acima relacionadas.
A taxas acima das apresentadas, demonstram uma tendência a um aumento da Pressão arterial (PA), levando a uma hipertensão arterial.


02. Taxa par equilíbrio do colesterol.

Introdução :

O que é colesterol BOM e colesterol RUIM?

Como o colesterol é uma gordura, não se dissolve no sangue. Para poder circular no sangue o organismo lança mão de um artifício e faz com que o colesterol se uma a uma proteína formando uma lipoproteína que é solúvel no sangue.

Quando o colesterol se une a uma proteína de baixa densidade (LDL) ele se torna o “mau colesterol” porque esta lipoproteína tende a se depositar nas paredes internas das artérias do organismo.

Quando o colesterol se une a uma proteína de alta densidade (HDL) ele se torna o “bom colesterol” pois esta fração não se deposita nos tecidos do organismo.

Existe outra proteína de muito baixa densidade (VLDL) que carreia um outro tipo de gordura chamada TIGLICERÍDIO.

O COLESTEROL TOTAL DO SANGUE É FORMADO PELAS FRAÇÕES : HDL, LDL E pequena quantidade de VLDL. As quantidades dessas frações são determinadas pelas tendências genéticas, pelo tipo de alimentação e pelos níveis de atividade física. Por exemplo: exercícios físicos vigorosos, aumentam a fração HDL.

Resumo:


HDL - é o Bom Colesterol ( HDL – proteína de alta densidade)
LDL - é o Mau Colesterol (LDL -- proteína de baixa densidade)


ATENÇÃO :

Para efeito de avaliação Clinica, ficou determinado que os níveis considerados eficientes para uma boa qualidade de vida do ser humano seria de:





HDL - Bom colesterol - maior que 40 mg/dl ( > 40 mg/dl)

LDL - Mau colesterol - menor que 130 mg/dl ( <130 mg/dl)


Colesterol - até 200 mg/dl


Teste do Colesterol

A pessoa deverá ficar em jejum por 12 horas antes da realização do teste. Se possível, evitar medicações para a tireóide e contraceptivos orais, por 2 semanas antes do teste, já que podem interferir nos resultados.






03 PARA PRESSÃO ARTERIAL (PA)




PA = ou maior que 140 x 90 mmHg , é considerada uma PA elevada – Hipertenso.



PA < (menor) 140 x 90 mmHg , é considerada uma PA Boa.


Vale ressaltar que as variações da PA varia de indivíduo para indivíduo, levando em conta o dia-dia da cada um, a região, a atividade, a alimentação e o stress.


Para efeito de avaliação é sempre bom termos em mente estas faixas consideradas normais.



terça-feira, 2 de março de 2010

VALE APENA TRATAR A DISFUNÇÃO ERÉTIL

Disfunção Erétil







Matéria copiada do site da Sociedade Brasileira de Urologia ( SBU )



http://www.sbu.org.br/indexGeral.php?do=imprensa&sub=7&dado_id=202&site=geral



SBU promove primeira Campanha de Saúde do Homem


Disfunção erétil é o tema da ação por ser um marcador de doenças. Problema atinge cerca de 50% dos homens acima de 40 anos. Menos de 10% procuram o médico. Entidade quer evitar automedicação

A Sociedade Brasileira de Urologia promoveu entre agosto e setembro a primeira Campanha Nacional de Esclarecimento da Saúde do Homem, que teve como foco a disfunção erétil. Para os especialistas, a falta de ereção, muito mais do que um problema sexual, pode ser um marcador de doenças, já que pode estar relacionada a uma série de outros problemas, tais como cardiopatias, hipertensão e diabetes. O objetivo da ação era orientar o homem a procurar um urologista anualmente e valorizar o receituário urológico, evitando a automedicação.


Estimativas da entidade mostram que cerca de 50% dos homens adultos com mais de 40 anos têm alguma queixa em relação às suas ereções. Acredita-se ainda que um grande número de casos de disfunção erétil ocorre exclusivamente devido a fatores psicológicos. Um comercial foi veiculado nacionalmente em TV durante os dois meses de campanha assim como um anúncio em jornais e revistas.

“Aproximadamente 50% dos pacientes portadores de diabetes e 38% dos pacientes com doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, aterosclerose, arritmias cardíacas, doenças coronárias) têm algum grau de disfunção erétil. Além delas, as doenças neurológicas, nefropatias (doenças do rim) e depressão também estão relacionadas à disfunção”, afirma o coordenador de campanhas da SBU, Aguinaldo Nardi. Ele ressalta que a prevenção à doença está em hábitos de vida saudáveis: alimentação balanceada, prática de exercícios, e sobretudo, evitar o alcoolismo e o tabagismo.

Nardi explica que outras doenças urológicas podem colaborar para a disfunção. “Doenças do pênis, como por exemplo, a doença de Peyronie (pênis curvado), podem causar disfunção erétil. Outras doenças que atingem o homem durante o envelhecimento como a hiperplasia benigna da próstata, a queda do hormônio masculino (a testosterona) e o tratamento do câncer de próstata podem levar à dificuldade de ereção”, diz.


De acordo com os urologistas, menos de 10% dos homens que têm o problema procuram auxílio médico. Para o presidente da SBU, José Carlos de Almeida, a vergonha em comentar o assunto e o medo do diagnóstico afasta o paciente do médico. “Poucos procuram ajuda médica, muitos preferem conversar com os amigos para obter mais informações e se medicarem. Nossa missão ética e médica é evitar a automedicação em todos os níveis. O uso abusivo continuado pode ocultar a oportunidade de um diagnóstico precoce de doenças de risco relacionadas à disfunção”, diz.

Dados do Ministério da Saúde mostram que em 2007 enquanto 16,7 milhões de mulheres foram ao ginecologista, apenas 2,7 milhões de homens foram ao urologista. A visita a um urologista é importantíssima. Ele poderá detectar, por exemplo, se a disfunção erétil é um problema orgânico ou psicológico e prescrever o tratamento mais indicado para aquele perfil. “É fundamental uma boa conversa com o paciente, mesmo antes de prescrever drogas orais, injeções ou cirurgia. O fator emocional influencia muito”, enfatiza o chefe do Departamento de Andrologia da SBU, Carlos Da Ros. A Andrologia é o setor dentro da Urologia responsável pelo sistema reprodutor, da função sexual e da regulação de hormônios masculinos.

A disfunção pode estar presente mesmo quando haja o desejo e a ejaculação normais. Hoje há diversos tratamentos para o problema que variam desde medicamentos até a indicação cirúrgica. “A primeira linha inclui medicamentos orais (inibidores da fosfodiesterase número 5: sildenafil, tadalafil, vardenafil, lodenafil) e psicoterapia. A segunda linha é composta por injeção intracavernosa e intra-uretral de medicamentos que causam a ereção. E na terceira linha temos as próteses penianas”, explica Da Ros.

SAIBA MAIS:

MECANISMO DE EREÇÃO: parte do cérebro um estímulo (auditivo, olfativo e/ou visual) que atravessa a medula espinhal e atinge os nervos que inervam o pênis, que possui um corpo cavernoso de cada lado. Os corpos cavernosos funcionam como esponjas. Quando seus vasos dilatam e entra mais sangue do que sai, acontece a ereção.

DISFUNÇÃO ERÉTIL: é a incapacidade de obter e ou manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória.

PREVENÇÃO:

Hábitos de vida saudável.

Evitar :

1. sedentarismo,

2. alcoolismo,

3. tabagismo,

4. pressão alta,

5. colesterol alto etc.

TRATAMENTO: Auxílio de um urologista (para prescrever o melhor tratamento) e de um terapeuta sexual (para fazer o acompanhamento emocional).

DOENÇAS ASSOCIADAS:

1. hipertensão,

2. diabetes,

3. cardiopatias,

4. doença de Peyronie,

5. hiperplasia benigna da próstata,

6. entre outras.


OBSERVAÇÃO :

Doença de peyronie

A doença de Peyronie é um espessamento fibroso que provoca contraturas e curvaturas no pênis. A causa da doença de Peyronie que afeta homens adultos, é desconhecida.

A doença pode tornar tanto a ereção como a penetração no ato sexual difícil ou mesmo impossível, pois o tecido fibroso que se desenvolve no pênis pode inclusive estender-se para o interior do tecido erétil que é o corpo cavernoso, impedindo totalmente a ereção.


Diagnóstico

O diagnóstico é feito por apalpação Alguns problemas acompanham a manifetação da doença como aestenose da uretra, trombose dos corpos cavernosos, tumor peniano ou a fibrose pós tarumaática.

Tratamento

Injeções de corticosteróides diretamente na área afetada também podem ser úteis, mas doença de Peyronie tende a curar espontaneamente ao longo de vários meses em alguns casos.

A cirurgia pode curar a doença, mas algumas vezes, ela produz mais cicatrizes e piora o quadro, podendo causar impotência.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

VACINA DA GRIPE SUÍNA

Vacinação contra gripe suína será feita em 4 etapas a partir de março






Campanha deve imunizar um terço da população brasileira; idosos só receberão dose se tiverem doença crônica.

O Ministério da Saúde inicia no dia 8 de março a campanha nacional de vacinação contra a gripe suína. A campanha terá quatro etapas para atender diferentes grupos prioritários e se estenderá até 7 de maio. A expectativa do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, é que 62 milhões de pessoas sejam imunizadas contra o vírus H1N1 - cerca de um terço da população brasileira. Idosos com mais de 60 anos e sem doença crônica não receberão a vacina contra a gripe suína - serão imunizados apenas contra a sazonal.


"O Brasil não está propondo vacinar toda a população. Nenhum país fez isso", disse o ministro, ontem, em Brasília. "Vacinar um terço da população já provocará uma redução enorme na circulação viral. Estamos diminuindo a possibilidade de que outras pessoas adquiram a doença", afirmou. O objetivo do governo federal não é acabar com a circulação do vírus, mas sim reduzir os casos graves da doença e as mortes.

Na primeira etapa, que vai de 8 a 19 de março, serão vacinados os profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e outras pessoas que trabalham em hospitais, e a população indígena. Na segunda etapa, de 22 de março a 2 de abril, a vacina será disponibilizada para as pessoas com doenças crônicas, como obesidade grau 3 (antiga obesidade mórbida), diabete, imunodeprimidos, doenças hepáticas, renais e hematológicas (mais informações nesta página).



No mesmo período serão vacinadas as crianças maiores de 6 meses e menores de 2 anos. Elas vão receber duas meias doses - a segunda deverá ser tomada 21 dias após a primeira.

As gestantes também serão atendidas na segunda fase da campanha, mas o prazo será um pouco maior - elas terão até o dia 7 de maio para se vacinar. Poderão receber a dose grávidas em qualquer período da gestação. Na terceira etapa, de 5 a 23 de abril, serão imunizados os adultos com idade entre 20 e 29 anos. A última fase, que vai de 24 abril a 7 de maio, vacinará os idosos com doenças crônicas.

Além da dose contra o vírus H1N1, eles serão imunizados no mesmo dia contra a gripe sazonal, como parte da campanha anual contra a gripe comum.

"Quem tem mais de 60 anos e possui uma doença crônica tomará duas vacinas no mesmo momento: em um braço, a vacina contra a gripe sazonal e no outro, contra a gripe comum", explicou Temporão.


ATESTADO MÉDICO




O Ministério da Saúde informou que não será pedido atestado médico no momento da vacinação.

"Seria inviável do ponto de vista logístico exigir um atestado médico. Vamos confiar no bom senso das pessoas", observou Temporão. De acordo com ele, o Ministério da Saúde trabalha com o número de 13 milhões de pessoas com doenças preexistentes no Brasil.

A vacina contra a gripe suína também poderá ser encontrada em clínicas particulares. O governo federal autorizou essas clínicas a importar as doses do imunizante e disponibilizá-las aos interessados.



PERGUNTAS E RESPOSTAS


Como será feita a distribuição das vacinas contra a gripe suína?

O Ministério da Saúde entregará aos 26 Estados e ao Distrito Federal um número de doses proporcional à população dos grupos prioritários. As secretarias estaduais da Saúde distribuirão as doses aos municípios, obedecendo ao mesmo critério. Os locais de vacinação serão definidos conjuntamente por Estados e municípios

As clínicas particulares oferecerão a vacina contra a gripe suína?

Sim, elas foram autorizadas pelo governo a importar a vacina. O ministério recomenda que as clínicas utilizem os mesmos critérios de público-alvo definidos para a rede pública. Mas elas poderão disponibilizar a vacina para todos, pois se trata de uma orientação


Tomar a vacina contra a gripe suína elimina a necessidade de se vacinar contra a gripe sazonal?


O único grupo que terá de tomar as duas vacinas é o formado por idosos com doença crônica. Na rede pública, eles receberão as duas doses no mesmo dia. Idosos saudáveis só precisarão tomar a vacina contra a sazonal. Quem procurar clínicas particulares poderá encontrar as duas vacinas em uma única dose, que será vendida por alguns laboratórios.

O Ministério da Saúde poderá alterar, no decorrer da campanha, os grupos prioritários?

Sim, se houver mudança na situação epidemiológica e disponibilidade da vacina, outros grupos poderão ser vacinados em uma quinta etapa da campanha

Campanha de vacinação contra gripe suína começa em março


Cerca de 13,3 milhões de pessoas do Estado de São Paulo serão vacinadas contra a contra a gripe A H1N1, conhecida como gripe suína. A primeira etapa da campanha começa no dia 8 de março, e para profissionais da área da saúde e vai até o dia 19.


Os profissionais de saúde a serem vacinados são aqueles que prestam serviços diretamente na prevenção e no tratamento da doença nos serviços de saúde do município, como hospitais, prontos-socorros, unidades básicas, ambulatórios e unidades dos PSF, entre outros.

Seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde, deverão receber a vacina médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam em investigação epidemiológica. A vacinação dos profissionais de saúde ocorrerá no próprio local de trabalho.



A segunda fase da vacinação contra a nova gripe, que começa em 22 de março, incluirá as gestantes, crianças a partir de seis meses e menores de dois anos de idade e os portadores de doenças crônicas, asmáticos graves, diabetes, pessoas imunodeprimidas, cardiopatas e portadores de doenças respiratórias crônicas, entre outros.

As gestantes poderão ser vacinadas entre 22 de março e 7 de maio. Já a vacinação para crianças de seis meses a dois anos e para os portadores de doenças crônicas terminará em 2 de abril.

Na terceira etapa da campanha, que ocorrerá entre os dias 5 e 23 de abril, será vacinada a população de 20 a 29 anos de idade. E de 24 de abril a 7 de maio receberão a vacina contra a gripe A H1N1 somente os idosos com 60 anos ou mais que sejam portadores de doenças crônicas. Os demais idosos irão tomar a vacina contra a gripe comum (sazonal).



sábado, 27 de fevereiro de 2010

REPARO E REGENERAÇÃO - CHALONAS

A CURA E O REPARO DOS TECIDOS

O processo inflamatório inicia-se com a migração dos leucócitos. Assim a inflamação aguda se caracteriza pela presença predominante de Neutrófilos .



Vejamos uma relação entre o causador da inflamação aguda e o aumento da célula sanguínea de defesa ( leucócitos):

Inflamação Aumento Predominante


Inflamação Aguda ........................... Neutrófilos

Inflamação Aguda Viral ............................ Linfócitos

Inflamação Aguda Alérgica ............................ Eosinófilos

Inflamação Aguda por vermes ........................... Eosinófilos


Como exemplo podemos citar:


Na sífilis, que é causada pelo Treponema pallidum, o granuloma apresenta muitos plasmócitos. Já numa Inflamação crônica granulomatosa, observa-se muitos macrófagos modificados com formas alongadas.

Observação

Quando o inflamação fica crônica, a célula predominante é o Mononuclear, principalmente Linfócitos e alguns Macrófagos e Plansmócitos.


Reparo e Regeneração

A. Reparo - é quando ocorre perda das células lábeis ou estáveis, do arcabouço de sustentação para as células as
se proliferarem. No reparo ocorre muitas vezes cicatrizes. No reparo o tecido gerado é cicatricial,
diferente do original.


B. Regeneração - O tecido que é substituído é igual ao original.



Observação


O reparo pode se da não por uma cicatriz, mas por uma recanalização de vasos frente a um vaso obstruído.

Como exemplo, temos:

- o tecido de granulação formado no reparo.


Fatores Inibitórios de Crescimento Celular

Há fatores importantíssimos, que tem a função de intervir fisiologicamente na regulação do crescimento celular e que ao invés de atuarem como estimulantes da mitose, agem ao contrário, inibindo a mitose quando em concentração normal nas células e nos fluídos extracelulares.

Um desses fatores são as CHALONAS, QUE SÃO MOLÉCULAS SEMELHANTES A UMA PROTEÍNA, já foram extraídas dos :

A) melanócitos;
B) granulócitos;
C) linfócitos;
D) eritrócitos;
E) fibroblastos;
F) células renais;
G) células pulmonares;
H) células intestinais;
I) células da córtex uterina;
J) células dos testículos.

Tal vez o conhecimento das ações desta proteína possa ser um marco para a cura do Câncer (CA).

A química das CHALONAS, pode ser classificada em dois grupos ou famílias:

1. Polipeptídeos ou glicopolipeptídeos, próprias dos granulócitos, eritrócitos, melanócitos e hepatócitos.

2. Proteínas ou glicoproteínas encontradas nas células epidérmicas, linfocíticas e fibroblásticas.


As CHALONAS são tecidos específicos embora não espécie-especificadas na sua ação.


Atenção


A destruição de certa porção de tecido reduz a concentração intra e extracelular de CHALONAS, que quando atinge um nível subcrítico libera células para a mitose. À medida que o número de células na região outra vez se aproxima da normalidade, aumenta a concentração de CHALONAS, até que atingido o nível crítico, as mitoses se reduzem e o equilíbrio divisional outra vez se instala no tecido.



Observação

Talvez aí esteja a cura para o Câncer (CA).


Os principais estímulos para proliferação na Regeneração e no Reparo são:
• Fatores de crescimento (epidérmico , fibrabastos, plaquetas, de proliferação linfocitica...)
• Perda de fatores inibitórios:“chalonas” .Quando o crescimento ocorre de forma grande , a chalona tenta reverter esse evento .
• Interação célula- célula e célula – matriz geram inibição por contato.

Tipos de Regeneração
Os tipos de regeneração são divididas de acordo com a causa da regeneração:patológica ou fisiológica.
A crosta fibrino leucocitária corresponde à “casca” da ferida. Quando a crosta fica mais escura , ela é mais hemática , ou seja , rica em hemácias .
A função da crosta consiste na proteção do meio interno .Exemplo:Regeneração.As células basais do folículo piloso se proliferam e fazem a proteção celular do meio interno. Depois disso ocorre a perda da crosta e tudo volta ao normal.

Tecido de granulação
Aspecto macroscópico:Tecido amarelado com pontos, grânulos avermelhados. Tal tecido de reparo aparece quando há grande perda do tecido original.

OBSERVAÇÃO

O início da formação tecido de Granulação ocorre com ação do macrófago. Qualquer substância externa retarda o Reparo .

1.Neoformação vascular :Vasos pré-existentes e brotos inicialmente sólidos desenvolvem-se com angiogênese.
2.Exsudato: formado por macrófagos,linfócitos e plasmócitos em maior quantidade que no processo agudo.
Esse Exsudato forma um coágulo lateralmente e de baixo para cima , simultâneamente.
3.Fibrablastos(miofibrablastos):
Possuem maior capacidade de retração .Por isso a cicatriz final é menor que a área lesada inicialmente.
4.Fabricação de matriz extra-celular:
•produção de mucapolissacarideos
•Produção de fibras colágenas
Quando isso ocorre , diminui a neoformação vascular e o exsudato fazendo com que a cicatriz seja mais acelular e avascular.
Adesão plaquetária promovem liberação de fatores de crescimento plaquetário que estimulam macrófagos, estimulam células epiteliais que produzem fator de crescimento epitelial, proliferação do fibroblasto e sua diferenciação .Na saliva existe fator de crescimento epitelial .Por isso os animais “lambem”a ferida.
Plaquetas produzem fatores plaquetários que estimulam:
•migração de macrófagos para a lesão
•crescimento epitelial
•migração de fibrablasto para lesão
•transformação de fibrablastos em miofibrose
Os fibrablastos também migram para o local da lesão.O macrófago , além de começar a limpeza na lesão , possui um fator de crescimento que estimula a angiogênese.
O fibroblasto produz colágeno e fibronectina os quais migram para a lesão. Tecido granulação é constituído por novos vasos , células sanguíneas , fibroblasto, e matriz para preencher o local .
As células epiteliais são estimuladas intrinsicamente (fator de crescimento epitelial) e extrinsicamente(saliva ou proveniente do fibroblasto) e então começam a se proliferar levando ao fechamento da lesão simultaneamente à formação do granuloma.Quanto mais velho o granuloma , mais acelular e avascular ele fica.




sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

NOVAS VACINA NO CALENDÁRIO INFANTIL

NOVAS VACINAS NO CALENDÁRIO OFICIAL DE VACINAÇÃO



AO NASCER



- & BCG - DOSE ÚNICA - FORMAS GRAVES DE TUBERCULOSE

& HEP- B - 1ª DOSE - HEPATITE B








1 MESES


-& HEP - B - 2ª DOSE - HEPATITE B





2 MESES



- & TETRAVALENTE - 1ª DOSE -TÉTANO,DIFTERIA,COQUELUCHE,MENINGITE E OUTRAS INFECÇÕES CAUSADAS PELO HAEMÓPHILUS INFLUENZAE tipo B





- & PÓLIO (VOP) - 1ª DOSE - PARALISIA INFANTIL ( POLIOMIELITE)

- & ROTAVÍRUS (VORH) - 1ª DOSE - DIARREIA POR ROTAVÍRUS

- & PNEUMOCÓCICA - 1ª DOSE - MENINGITESBACTERIANAS,PNEUMONIAS,SINUSITES, INFLAMAÇÕES NO OUVIDO E OUTRAS INFECÇÕE CAUSADAS PELA PNEUMOCOCO







3 MESES




- & MENINGOCÓCICA C - 1ª DOSE - DOENÇAS MENINGOCÓCICAS





4 MESES




- & TETRAVALENTE - 2ª DOSE - DIFTERIA,TÉTANO,COQUELUCHE,MENINGITE E OUTRAS
INFECÇÕES CAUSADAS PELO HEAMOPHILUS INFLUEN-
ZAE TIPO B


- & VOP - 2ª DOSE - PARALIZIA INFANTIL ( PLIOMIELITE)



- & VORH - 2ª DOSE - DIARREIA POR ROTAVÍRUS


-& PNEUMOCÓCICA - 2ª DOSE - MENINGITES BACTERIANAS,PNEUMONIAS,SINUSITES,
INFLAMAÇÕES NO OUVIDO E OUTRAS INFECÇÕES
CAUSADAS PELA PNEUMOCOCO






5 MESE




- & MENINGOCÓCICA C - 2ª DOSE - DOENÇAS MENINGOCÓCICAS





6 MESES




- & TETRAVALENTE - 3ª DOSE - TÉTANO, DIFTERIA,COQUELUCHE, MENINGITE E OUTRAS
INFECÇÕES CAUSADAS PELO HAEMÓPHILUS INFLUEN-
ZAE tipo B



- & PÓLIO (VOP) - 3ª DOSE - PARALISIA INFANTIL ( POLIOMIELITE)

- & ROTAVÍRUS (VORH) - 3ª DOSE - DIARREIA POR ROTAVÍRUS

- & PNEUMOCÓCICA 3ª DOSE MENINGITES BACTERIANAS,PNEUMONIAS,SINUSITES,
INFLAMAÇÕES NO OUVIDO E OUTRAS INFECÇÕES
CAUSADAS PELA PNEUMOCOCO


-& HEP - B - 3ª DOSE - HEPATITE B





9 MESES




- & FEBRE AMARELA - DOSE ÚNICA - FEBRE AMARELA ( UMA ÚNICA DOSE IMUNIZA POR
10 ANOS )






12 MESES




- & MMR,SRC ,TRIPLICE VIRAL - 1ª DOSE - SARAMPO, RUBÉOLA E SARAMPO


-& PNEUMOCÓCICA - REFORÇO - MENINGITES BACTERIANAS,PNEUMONIAS,SINUSITES,
INFLAMAÇÕES NO OUVIDO E OUTRAS INFECÇÕES
CAUSADAS PELA PNEUMOCOCO





15 MESES





- & PÓLIO (VOP) - REFORÇO - PARALISIA INFANTIL ( POLIOMIELITE)


-& DPT ,TRIPLICE BACTERIANA - 1º REFORÇO - DFTERIA,TÉTANO E COQUELUCHE



- & MENINGOCÓCICA C - REFORÇO - DOENÇAS MENINGOCÓCICAS






4 – 6 MESES





- & DPT ,TRIPLICE BACTERIANA - 2º REFORÇO - DFTERIA,TÉTANO E COQUELUCHE


- & MMR,SRC ,TRIPLICE VIRAL - REFORÇO - SARAMPO, RUBÉOLA E SARAMPO





10 ANOS



-& FEBRE AMARELA - REFORÇO - FEBRE AMARELA ( IMUNIZA POR
10 ANOS )







OBSERVAÇÕES :


01. A 1ª dose da vacina contra Hep-B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 hiras de vida do RN. O esquema básico se constitui de 03 doses, com intervalo de 30 dias da 1ª dose, e a 2ª dose é realizada 180 dias após a 1ª dose.



02. É possível administrar a 1ª dose da vacina oral de VROH a partir de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias de idade (6 e 14 semanas de vida).



03. É possível administrar a 2ª dose da vacina oral VORH a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade ( 14 a 24 semanas de vida). O intervala mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 4 semanas.



04. A vacina contra a febre amarela está indicada para crianças a partir dos 9 meses de idade, que residam ou que irão viajar para região endêmicas (Amapá, Tocantins,Matogrosso, Matogrosso do Sul, maranhão, Rondônia, Acre, Roraima, amazonas, Pará, Goiás e Distrito Federal). É indicada também para ares de transição, como , alguns municípios dos estados : Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná,Santa Catarina e Rio Grande do Sul.



05. PROCUREM UMA UNIDADE DE SAÚDE, MAIS PRECISAMENTE O SETOR DE IMUNIZAÇÕES PARA OBTER MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO.


sábado, 6 de fevereiro de 2010

30 HORAS PARA ENFEMAGEM

Matéria copiada da FUNDAÇÃO UNIARARAS (FUNDAÇÃO HERMINIO OMETTO)- BLOG ENFERMAGEM.


Projeto de Lei das 30 horas: Deputado Michel Temer se reúne com representantes da enfermagem

Dezembro10

O presidente da Câmara Federal, Michel Temer (PMDB-SP), acompanhado dos deputados federais Mauro Nazif (PSB-RO), Carlos Sampaio (PSDB-SP), Jofran Frejat (PTB-DF) e Maurício Rands (PT-PE), recebeu, ontem (25/11), em audiência o presidente do COFEN, Manoel Carlos Neri da Silva; a presidente da ABen, Maria Goretti David Lopes; a presidente da FNE, Sílvia Casagrande; e o tesoureiro da CNTS, José Caetano Rodrigues, para estabelecer uma data para incluir na pauta da Câmara o projeto de Lei que estabelece a carga horária da enfermagem brasileira em 30 horas.

A princípio, Michel Temer se comprometeu em colocar o projeto em votação o mais breve possível, mas ponderou que não há tempo hábil para este final de ano devido à quantidade de projetos polêmicos que constam na pauta, a exemplo do Pré-sal e do Orçamento para o exercício fiscal de 2010.

Ficou acertado com os parlamentares que o PL das 30 horas entrará na pauta na semana do retorno do recesso do Poder Legislativo, ou seja, em fevereiro. Michel Temer prometeu marcar a data e avisar às entidades e organizações da enfermagem. Os parlamentares presentes se comprometeram em convencer o colégio de líderes para ajudar na aprovação do projeto.

Manoel Carlos disse que está otimista com a aprovação e não acredita que uma votação em meados do ano que vem prejudique.

“Estamos atentos a toda tramitação do PL das 30 horas e não será agora, no final de uma longa luta, que vamos permitir que ele seja derrotado. Assim que a data de votação no plenário da Câmara Federal for marcada, vamos iniciar a maior mobilização de uma categoria profissional para comparecer e pressionar para que seja aprovado”, explicou Neri.

Fonte:COFEN
Postado por: Ricardo Luiz Barreta


MATÉRIA REPRODUZIDA EM , 06 DE FEVEREIRO DE 2010.