sexta-feira, 2 de novembro de 2018

PEDAGOGIA CRÍTICO SOCIAL - A NOVA PEDAGOGIA



Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos:

    DEVIDO AS INÚMERAS DÚVIDAS NA HORA DA ELABORAÇÃO DE UM MINI PLANO DE CURSO, DEIXO UM  ESBOÇO DE UM POSSÍVEL  MINI PLANO DE CURSO.


Escola:  E. E. BRASIL DO FUTURO                                    Disciplina: CIÊNCIAS                   Data: 04/10/2018                                                                            
 Mini- curso: Biologia e a Vida         Série:  1ª ANO ENSINO MÉDIO         Professor: NOME DO PROFESSO
Nº de Alunos :  30
Tema Gerador :  A Importância da Célula na Vida
Diagnóstico das Turmas: Turmas numerosas (mais de 30 alunos), vindos de realidades  socioeconômica  diferentes. Sendo  que a  maioria  ( mais de 95% ) desconhecem conceitos/explicações básicas do ensino fundamental, como por
exemplo - que  as  plantas  são  seres vivos  que produzem seu próprio alimento.


Objetivos Gerais
Objetivos Específicos (Competências e Habilidades):
Conteúdos
Nº  Aulas
Desenvolvimento Metodológico
.
 
Estimular    aos  alunos  conhecer,  pensar,  analisar   e
tomar decisões acerca da vida, de  forma  global e contex-
tualizada. Já  que a Biologia é  a  ciência que estuda a vida.


- Verificar a importância da Biologia como ciência  inserida na história da humanidade.
.- Diferenciar células procariontes de células eucariontes.
.- Diferenciar a da fotossíntese e da respiração.
- Reconhecer as principais diferenças entre mitose e meiose.
- Conhecer medidas de prevenção de doenças sexualmen-
  te transmissíveis: herpes, AIDS, sífilis, gonorréia, etc., identifican-do seus agentes etiológicos.



Aula 1:

I. Organização celular na vida:

A célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos:
.Células procarióticas e eucarióticas;
.Células vegetais e animais;
.Composição química da célula;
.Respiração celular, fotossíntese;
.Estrutura e replicação do DNA, transcrição, código genético,
  síntese de proteínas, tradução e mutação;
.Ciclo celular: intérfase, divisão mitótica e meiótica.

Aula 2:

II.  Sistemas Reprodutores Humano:

.Masculino e Feminino
.Ciclo mesntrual e controle hormonal

Aula 3:

III.   Reprodução:

.Gametogênese e fecundação
.Etapas do desenvolvimento embrionário humano  e anexos
 embrionários.
.Doenças sexualmente transmissíveis.


Serão
3 aulas
de
50 min.
Cada.

















































Total:
150 min.
Preparação: 
Cartazes e desenhos, livros referente ao assunto para pesquisa, computador para pesquisa, retroprojetor, biblioteca.
Introdução do assunto:
 Falar sobre o assunto que será estudado, sobre a sua importância e sobre a sua vivência do dia-dia. Mostra o processo e as transformações que ocorrem a todo momento na vida de todos e a importância de conhecer estes processos para se obter uma melhor qualidade de vida.
   
Desenvolvimento e estudo ativo do assunto:
Programação de:
1. Exercícios de reprodução – teste rápidos para verificar assimilação de habilidades.
2. Tarefa de preparação para estudo – Diálogo estabelecido entre o professor/aluno, aluno/professor e observa e revisão de matérias anteriores.
3.  Tarefas de fase de assimilação de matérias- Atividades que favoreçam o confronto entre os conhecimentos e a realidade dos alunos.
4. Tarefas na fase de consolidação e aplicação – compõe-se de exercícios e revisão de fixação.


Sistematização e aplicação:  Método Democrático.
- Participação dos alunos na construção do conhecimento;
- A forma de aprendizagem é decidida em conjunto com os estudantes;
- O professor é o mediador da aprendizagem, é o incentivador, é um estimulador;
- Integrar a realidade do aluno ao que esta sendo estudado;
- Atentar para a formação crítica dos estudantes, estimular  o debate sobre o tema que esta sendo estudado e a realidade dos estudantes.



Tarefas para Casa: 
Pesquisa  sobre  células: tipos e formas.
Procurar em livros e revistas artigos que falam sobre as células, reprodução e doenças celulares.
Conversar com os familiares sobre o assunto.


Avaliação:  Contínua,  com  atividades em classe  e  extra-classe,  de  acordo  com  os  conteúdos     ministrados a
                            metodologia aplicada e recursos utilizados. Levando em consideração a realidade individual dos educando.
Referencia Bibliográfica: 
-  Livro Adotado: Biologia - vol. único - Sérgio Linhares  e Fernando Gewandsznajder - Editora Ática.
- Bio - Vol. único - Sônia Lopes - Editora Saraiva.
-Citologia - Textos Acadêmicos da UFLA
-Citologia - Laurence - Ed.
Nova Geração

Observação:
Para seu melhor aproveitamento “os professores devem levar em consideração as suas fases: preparação e apresentação dos objetivos, conteúdos e tarefas;  desenvolvimento da matéria nova; consolidação ( fixação de exercícios, recapitulação); avaliação” ( LIBÂNEO, 1993, p.241 ). 

     Podemos apresentar de outra maneira um mini-plano de curso. Cada professor tem sua característica própria de montagem de seu plano, mais as regras expressas pela legislação educacional vigente deve ser respeitada. Muitas instituições já tem a sua forma de montagem de plano elaborada, mais cabe ao professor buscar a realidade escolar e do público alvo ( aluno, comunidade, etc... ) e montar um curso que dê suporte as necessidade e os anseios do público alvo. O professor deve ser um mero mediador no processo ensino-aprendizagem, cabe a ele instigar, estimular e orientar o desenvolvimento e o aprendizado dos alunos.

     Deixo uma nova representação de um Mini Plano de Curso.


                                                                     E. E. BRASIL DO FUTURO                                         Data: 04/10/2018                                                                           


Disciplina: Biologia


Professor(a): NOME DO PROFESSOR

Mini- curso: Biologia e a Vida

Série:  ENSINO MÉDIO
       

Nº de Alunos :  30

Nº de Aulas : 3
De 50 min. cada.
Total : 150 min.
  

Tema gerador:  A Importância da Célula na Vida                          

Aula1 : . Organização celular na vida 
Aula 2 :   Sistemas Reprodutores Humano
Aula 3 :   Reprodução


Objetivos Gerais: Estimular    aos  alunos  conhecer,  pensar,  analisar   e tomar decisões acerca da vida, de  forma  global e contex-tualizada. Já  que a Biologia é  a  ciência que estuda a vida.



Objetivos Específicos (Competências e Habilidades):
- Verificar a importância da Biologia como ciência  inserida na história da humanidade.
.- Diferenciar células procariontes de células eucariontes.
.- Diferenciar a da fotossíntese e da respiração.
- Reconhecer as principais diferenças entre mitose e meiose.
- Conhecer medidas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis: herpes, AIDS, sífilis, gonorréia, etc., identifican-do seus agentes etiológicos.

Conteúdo:

Aula 1:
         
I. Organização celular na vida:

A célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos:
.Células procarióticas e eucarióticas;
.Células vegetais e animais;
.Composição química da célula;
.Respiração celular, fotossíntese;
.Estrutura e replicação do DNA, transcrição, código genético,
  síntese de proteínas, tradução e mutação;
.Ciclo celular: intérfase, divisão mitótica e meiótica.

Aula 2:

II.  Sistemas Reprodutores Humano:

.Masculino e Feminino
.Ciclo mesntrual e controle hormonal

Aula 3:

III.   Reprodução:

.Gametogênese e fecundação
.Etapas do desenvolvimento embrionário humano  e anexos
 embrionários.
.Doenças sexualmente transmissíveis


Conceitos: Célula,  Sistema reprodutor, Reprodução.


Estratégia:
Método Democrático.
- Participação dos alunos na construção do conhecimento;
- A forma de aprendizagem é decidida em conjunto com os estudantes;
- O professor é o mediador da aprendizagem, é o incentivador, é um estimulador;
- Integrar a realidade do aluno ao que esta sendo estudado;
- Atentar para a formação crítica dos estudantes, estimular  o debate sobre o tema que esta sendo estudado e a realidade dos estudantes.
   
Procedimento:  
Desenvolvimento e estudo ativo do assunto:
Programação de:
1. Exercícios de reprodução – teste rápidos para verificar assimilação de habilidades.
2. Tarefa de preparação para estudo – Diálogo estabelecido entre o professor/aluno, aluno/professor e observa e revisão de matérias anteriores.
3.  Tarefas de fase de assimilação de matérias- Atividades que favoreçam o confronto entre os conhecimentos e a realidade dos alunos.
4. Tarefas na fase de consolidação e aplicação – compõe-se de exercícios e revisão de fixação.


Recursos:

Cartazes e desenhos, livros referente ao assunto para pesquisa, computador para pesquisa, retroprojetor, biblioteca, jornais e revistas.


Introdução do assunto:
 Falar sobre o assunto que será estudado, sobre a sua importância e sobre a sua vivência do dia-dia. Comentar sobre  os processo e as transformações que ocorrem a todo momento na vida de todos e a importância de conhecer estes processos para se obter uma melhor qualidade de vida.
Tarefas para Casa: 
- Pesquisa  sobre  células: tipos e formas.
- Procurar em livros e revistas artigos que falam sobre as células, reprodução e doenças celulares.
- Conversar com os familiares sobre o assunto.

Avaliação:

Contínua,  com  atividades em classe  e  extra-classe,  de  acordo  com  os  conteúdos ministrados a metodologia aplicada e recursos utilizados. Levando em consideração a realidade individual dos educando.


Referencia Bibliográfica: 
-  Livro Adotado: Biologia - vol. único - Sérgio Linhares  e Fernando Gewandsznajder - Editora Ática.
- Bio - Vol. único - Sônia Lopes - Editora Saraiva.

-Citologia - Textos Acadêmicos da UFLA

Citologia - Laurence - Ed. Nova Geração


  
Bibliografia:
- FETZNER, Andréa Rosana. Curriculo. vol. 1, Rio de Janeiro: Fubdação CEDERJ, 2010, p. 112.

- GANDIN, D.A prática do planejamento participativo. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1994.
- VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula.17. Ed. São Paulo: Libertad, 2008.

- BASE NACIONA CURRICULAR. 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/.Acesso: 02/10/201818.

Concepções de Escola, Ensino e Aprendizagem.

http://letrasunifacsead.blogspot.com/p/jose-carlos-libaneo-biografia.html. Acesso: 02/10/2018.


DEFINIÇÕES : HIDROFÓBICA - HIDROFÓLICA - ANFIPÁTICA



Molécula Hidrofóbica:

- é uma substância que repele o contato com a água, (mais ou 
 menos o que o Cascão faz) esse termo é usado para descrever o comportamento da região apolar das membranas plasmáticas, que é formada por uma bicamada de fosfolipídios com a parte apolar voltada para dentro porque não tem afinidade pela água (líquido extracelular e a parte intracelular, citoplasma).
-  possui aversão à água, não se dissolve em água.
Essas moléculas são apolares. Um exemplo muito comum são os lipídeos (gorduras).


Molécula Hidrofílica:

- é a molécula que se dissolve em água, possui afinidade à água.   Logo, é uma molécula que tem polaridade (basta lembrar da máxima em química que diz que "o semelhante dissolve semelhante".

Molécula Anfipática:

-  possui uma região polar e outra região apolar, o que confere a ela a capacidade de se interagir tanto com a água quanto com outros compostos apolares.
A bicamada de fosfolipídeo presente nas nossas membranas celulares é um bom exemplo disso: as cabeças polares se voltam para a água, e as caudas apolares ficam no meio, o que confere essa propriedade.
Os sabões também são dotados dessa propriedade.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Caráter Específico da Escola e o Papel que Exerce na Sociedade

A pergunta é :

De que modo a escola pode se tornar um espaço de curiosidade e estímulos para os estudantes superarem o senso comum e desenvolverem o pensamento científico? 
 

O foco para responder esta questão, está na importância da escola para a formação do ser humano, ou melhor, do indivíduo e no desenvolvimento de suas capacidades intelectuais. Desta forma, a escola tem o dever de ensinar e proporcionar o processo de aprendizagem dos alunos, sem deixar de levar em consideração as particularidades e as características sociais e culturais de cada estudante.
        Por tanto a escola e o modo de ensinar, formam um conjunto complexo e desafiador, onde o professor ou o mestre é de grande importância devido a sua capacidade de ver e compreender a dinâmica do mundo moderno em que vivemos, de estimular e instigar a capacidade e a curiosidade de seus discípulos, estimular   reflexão e a análise de todas as esferas do conhecimento. Tomando como base o conhecimento dos seus alunos, proporcionar situações problemáticas, buscar respostas e estimular diferentes níveis de raciocínio.  Outros fatores presentes na dinâmica do professor, é a estimulação da observação, da comparação, da análise, da conclusão, da sistematização.
         Desta forma, progressivamente se consegue oferecer os alicerces para o desenvolvimento do pensamento conceitual, científico e aprendi-se a ver a realidade ou melhor: enxerga-se a realidade além de que ela parece ser.

SENSO COMUM X PENSAMENTO CIENTÍFICO


    O homem é um animal que se diferencia dos demais animais através da capacidade de pensar e de organizar de da capacidade de diferenciar o bem do mal. Através das “experiências de vida”, o homem consegue o equilíbrio necessário para o seu desenvolvimento. Este equilíbrio pode ser conquistado de duas maneiras, ou seja: através dá acumulação e transmissão de conhecimentos com o passar das gerações ou através do questionamento e análise, investigações e descobertas de novas técnicas e soluções para os problemas que surgem e se comprove cientificamente.
     Neste contesto, podemos entender a existência de duas formas de conhecimentos: o conhecimento vulgar, que também é chamado de saber vulgar ou senso comum e o conhecimento científico.
     O  senso comum é pautado principalmente nas crendices populares, idéias e conceitos que são transmitidos através das gerações por meio de “ heranças culturais”.

      Ao contrário, as características do conhecimento científico  é a sistematização, pois, requer base teórica e comprovações a partir de experimentações. O conhecimento científico, consiste num saber ordenado, que é formado a partir de um conjunto de idéias que são formadoras de uma teoria.
     Outra característica do conhecimento científico é o princípio da verificabilidade, pois determinada idéia ou teoria deve ser verificada e comprovada através das metodologias da ciência para que possa fazer parte do conhecimento científico.  Um outro fator importante a ressaltar, é que o conhecimento científico também é falível, logo ele não é definitivo, pois determinada teoria ou idéia pode ser derrubada e substituída  por outra, que dê mais sustentação, através de novas comprovações e experimentações científicas.
       Um outro fato notório no conhecimento científico é a capacidade de ser racional, objetivo, analítico, comunicável, factual, acumulativo, explicativo, etc.  Levando em conta fatores que diz respeito a investigação metódica.
       Assim, podemos dizer vulgarmente que SENSO COMUM, é um conhecimento que passa de geração para geração, é um conhecimento ou método que era usado por seu avô ou avó, depois pelo seu pai ou mãe e agora é usado por você, e assim por diante.
      Já o CONHECIMENTO CIENTÍFICO, é um conhecimento que é comprovado, como exemplo: um remédio comprado na farmácia tem uma eficácia para combater uma certa enfermidade, comprovada cientificamente, já o chá da vovó não há uma comprovação científica de tal eficácia.    

quinta-feira, 19 de julho de 2018

A Importância da Motivação para a Aprendizagem.

Importância da Motivação para a Aprendizagem.

Para muitos autores, Motivação é um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos. A motivação é muito mais, envolve fenômenos emocionais, biológicos e sociais. É um processo responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento de objetivos. As palavras-chaves para um processo educacional são: motivação, aprendizagem e contexto social.
A motivação escolar constitui, atualmente, uma área de investigação que permite, com alguma relevância, explicar, prever e orientar a conduta do aluno em contexto escolar. A forma como os indivíduos explicam os seus êxitos e fracassos relaciona-se com a sua motivação, a qual denota geralmente um fator ou fatores que levam a pessoa a agir em determinada direção. Nos contextos de aprendizagem a motivação pode ser inferida por meio de comportamentos observáveis dos alunos, os quais incluem iniciar rapidamente uma tarefa e empenhar-se nela com esforço, persistência e verbalização. A maioria dos psicólogos definem motivação como um processo que tenta explicar fatores de ativação, direção e manutenção da conduta, face a um objetivo desejado. Seja qual for a perspectiva que se adote, o que sempre se verifica é a existência de dois tipos de motivação: extrínseca e intrínseca. Na motivação extrínseca, o domínio da conduta é decisivamente influenciado pelo meio exterior, não sendo os fatores motivacionais inerentes nem ao sujeito nem à tarefa, mas simplesmente o resultado da interação entre ambos. Na motivação intrínseca, ao contrário, o controlo da conduta depende sobretudo do sujeito em si, dos seus próprios interesses e disposições. A motivação extrínseca está assim relacionada, com metas externas, ou seja, com situações em que a conduta se produz com a finalidade de apenas se receber uma recompensa ou se evitar qualquer punição ou castigo. Nessas situações, o sujeito preocupa-se sobretudo com a sua imagem, com o seu “eu”. A motivação intrínseca corresponde, por seu turno, a situações em que não há necessariamente recompensa deliberada, ou seja, relaciona-se com tarefas que satisfazem por si só o sujeito; correspondem-lhe, por isso, metas internas. Os alunos com metas de aprendizagem envolvem-se mais facilmente na própria aprendizagem, de forma a adquirir conhecimentos e desenvolver competências, enquanto que os alunos com metas de rendimento estão mais preocupados em demonstrar os seus níveis de competência e com os juízos positivos que deles se possa fazer. Os alunos movidos por motivação intrínseca têm, assim, face às tarefas escolares, o objetivo de desenvolver as suas competências; aqueles que, ao contrário, são sobretudo impulsionados por mecanismos de motivação extrínseca, o seu objetivo é apenas obter avaliações positivas.
O processo de aprendizagem é pessoal, sendo resultado de construção e experiências passadas que influenciam as aprendizagens futuras. Dessa forma a aprendizagem numa perspectiva cognitivo-construtivista é como uma construção pessoal resultante de um processo experimental, interior à pessoa e que se manifesta por uma modificação de comportamento. Ao aprender o sujeito acrescenta aos conhecimentos que possui novos conhecimentos, fazendo ligações àqueles já existentes. E durante o seu trajeto educativo tem a possibilidade de adquirir uma estrutura cognitiva clara, estável e organizada de forma adequada, tendo a vantagem de poder consolidar conhecimentos novos, complementares e relacionados de alguma forma. A aprendizagem acontece por um processo cognitivo imbuído de afetividade, relação e motivação. Assim, para aprender é imprescindível “poder” fazê-lo, o que faz referência às capacidades, aos conhecimentos, às estratégias e às destrezas necessárias, para isso é necessário “querer” fazê-lo, ter a disposição, a intenção e a motivação suficientes. Para ter bons resultados acadêmicos, os alunos necessitam de colocar tanta voluntariedade como habilidade, o que conduz à necessidade de integrar tanto os aspectos cognitivos como os motivacionais. A motivação é um processo que se dá no interior do sujeito, estando, entretanto, intimamente ligado às relações de troca que o mesmo estabelece com o meio, principalmente, seus professores e colegas. Nas situações escolares, o interesse é indispensável para que o aluno tenha motivos de ação no sentido de apropriar-se do conhecimento. A motivação é um fator que deve ser equacionado no contexto da educação, ciência e tecnologia, tendo grande importância na análise do processo educativo. A motivação apresenta-se como o aspecto dinâmico da ação: é o que leva o sujeito a agir, ou seja, o que o leva a iniciar uma ação, a orientá-la em função de certos objetivos, a decidir a sua execução e o seu termo. A motivação é, portanto, o processo que mobiliza o organismo para a ação, a partir de uma relação estabelecida entre o ambiente, a necessidade e o objeto de satisfação. Isso significa que, na base da motivação, está sempre um organismo que apresenta uma necessidade, um desejo, uma intenção, um interesse, uma vontade ou uma predisposição para agir. A motivação também incluí o ambiente que estimula o organismo e que oferece o objeto de satisfação. E, por fim, na motivação está incluído o objeto que aparece como a possibilidade de satisfação da necessidade.

Referências:
Fundamentos da Educação 2 – Psicologia da Educação – UFRRJ/UENF – CEDERJ.
Cavenaghi, A. R. (2009). Uma perspectiva autodeterminada da motivação para aprender língua estrangeira no contexto escolar. Ciências & Cognição, 14 (2), 248-261.

Relacionando os Conceitos de Assimilação, Acomodação e Equilibração.



Assimilação, Acomodação e Equilibração

Jean Piaget revolucionou a teoria do desenvolvimento intelectual. No seu estudo a criança ou indivíduo, é visto como um “ sujeito epistêmico “ e não um sujeito individual. Piaget desenvolveu uma teoria psicobiológica que se baseia em três conceitos: assimilação, acomodação e equilibração.
Em um primeiro momento vem à assimilação de elementos do meio numa estrutura prévia do sujeito. Logo depois vem um movimento de acomodação, onde há modificações nos processos mentais em função das experiências. Dando seqüência a uma adaptação, que nada mais é que uma regulação interior entre o organismo e o meio. Nesse contexto tem-se a equilibração, que nada mais é que uma constante do organismo, onde qualquer nova aprendizagem desequilibra-o. A equilibração se expressa como um mecanismo auto-regulador, que permitirá uma nova desestabilização.
O estado de reequilíbrio ocorre após cada processo mencionado até agora. Assimilação, é um processo cognitivo pelo qual um indivíduo integra um novo dado perceptual, motor ou conceptual nas estruturas cognitivas prévias. Neste momento a criança novas experiências, ela tenta adaptar esse novo estímulo às estruturas cognitivas que já possui. Segundo Piaget, há uma integração nas estruturas prévias, que podem permanecer invariáveis ou são mais ou menos modificadas por esta própria integração, mas sem descontinuidade com o estato precedente, ou seja, sem serem destruídas, que simplesmente há uma acomodação a nova situação. Já a Acomodação, acontece quando o indivíduo ou a criança não consegue assimilar um novo estimula, ou seja, não existe uma estrutura cognitiva que assimile a nova informação em função das particularidades desse novo estímulo. Neste contexto só há duas saídas: criar um novo esquema ou modificar um esquema existente, em ambos os casos se tem uma mudança na estrutura cognitiva. Para Piaget, acomodação é toda modificação dos esquemas de assimilação sob a influência de situações exteriores, ou seja: do meio, aos quais se aplicam. A equilibração, de um modo geral, trata de um ponto de equilíbrio entre a

assimilação e a acomodação, sendo considerada como um mecanismo auto-regulador e necessário para assegurar ao indivíduo ou à criança uma interação eficiente dela com o meio ambiente. A equilibração é necessária porque, se uma pessoa só assimilasse estímulos, acabaria com poucos esquemas cognitivos, que seriam muito amplos, e por tanto, incapaz de detectar diferenças nas coisas. O contrário também é nocivo, pois, se uma pessoa só acomodasse estímulos, acabaria com uma grande quantidade de esquemas cognitivos, porém muito pequenos, acarretando uma taxa de generalização tão baixa que a maioria das coisas seriam vistas sempre como diferentes, mesmo pertencendo à mesma classe. Estudos demonstram que o desenvolvimento do indivíduo inicia-se no período intra-uterino, e vai até aos 15 ou 16 anos de idade. Sendo que a inteligência é um processo que transcorre em etapas sucessivas, de complexidade crescente. Este processo é chamado de “ construtivismo seqüencial “. O desenvolvimento das funções motora, verbal e mental está dividido em quatro estágios:
•                     • Sensório-motor - de 0 até 2 anos;
•                     • Pré - operatório – de 2 até 7 anos;
•                     • Operatório - concreto – de 8 até 11 anos;
•                     • Operatório - Formal - de 12 até 15 ou 16 anos.

Num contexto geral os conceitos de assimilação, acomodação e equilibração estão integrados em todo o processo do ensino aprendizagem. Piaget e outros pensadores da educação, já preconizavam que cabe a escola facilitar um processo de aprendizagem, que só pode ser conduzido pelo próprio aluno. A relação homem-ambiente, segundo Vygotsky, é a integração que cada pessoa estabelece com determinado ambiente, a chamada esperiência pessoalmente significativa.
Todo esse contexto com relação à aprendizagem, passa e faz uso do conceito de assimilação, acomodação e equilibração.

Referência:
Cavenaghi, A. R. (2009). Uma perspectiva autodeterminada da motivação para aprender língua estrangeira no contexto escolar. Ciências & Cognição, 14 (2), 248-261.
Fundamentos da Educação 2 – Psicologia da Educação – UFRRJ/UENF – CEDERJ.
LURIA; LEONTIEV; VYGOTSKY e outros. Psicologia e Pedagogia: Bases Psicológicas da Aprendizagem e do Desenvolvimento. São Paulo: Moraes, 1991.




quinta-feira, 12 de julho de 2018

PRINCIPAIS ENERGIAS RENOVÁVEIS


Quais são os principais tipos ENERGIAS RENOVÁVEIS?

As principais formas de energia renovável, são:

1.     Energia Eólica;

2.     Energia Solar;

3.     Etanol;

4.     Biodiesel;

5.     Biomassa;

6.     Biogás.

Vejamos:

 

a) Energia Eólica

 

A energia eólica é uma “energia limpa”. A geração deste tipo de energia resume-se a estabelecer uma série de CATAVENTOS que alimentam geradores através da propulsão do ar em sua pás. A utilização da energia eólica não gera resíduos e a instalação de uma planta deste tipo de energia não é muito agressiva para o meio ambiente, podendo-se até mesmo executar algum outro tipo de atividade no mesmo terreno. Os problemas da modalidade é que ela exige alguns terrenos com geográficas e de clima muito específicas, além de exigir uma área muito grande para uma geração proporcionalmente pequena. A instalação é bem dispendiosa.

 

b)  Energia Solar

 

A energia solar também é um tipo bastante limpo de geração, e funciona através de painéis que convertem a luz do sol em energia. A energia solar pode ser gerada através de painéis pequenos, que podem ser instalados em casas e imóveis diversos. Os grandes problemas estão no preço e na regularidade. É uma tecnologia bastante cara – por depender diretamente da luz solar – não gera energia de maneira constante. Como o armazenamento de grandes quantidades de energia ainda é um problema tecnológico, a energia solar acaba funcionando como uma forma complementar de energia.

 

c) Etanol

 

O etanol  e um tipo de energia renovável, pois vem principalmente da cana de açúcar, que pode ser plantada e transformada em combustível. É menos poluente que a utilização de combustível minerais, mas ainda assim apresenta um impacto muito grande em sua produção. Grandes lavouras de cana danificam o ambiente.

d) Biodiesel


Utiliza matéria vegetal para substituir o diesel feito a partir do petróleo. Seu problema está na produção desta matéria prima, que esgota o solo e polui, pois, age com agrotóxicos e modifica o curso de fontes de água natural. Mesmo assim, ainda é bem visto, em relação ao Diesel tradicional, ainda mais prejudicial ao ambiente.

 

e)  Biomassa

 

A biomassa como forma de energia renovável apresenta  mais de sustentabilidade do que o biodiesel e o etanol: é conseguida através dos restos de materiais vegetais não utilizados, como cascas, bagaços e palhas. É importante meio para gerar a energia. Assim,  a tecnologia aproveita-se de coisas que seriam abandonadas para gerar energia e não é preciso produzir mais coisas e agredir o meio ambiente.

 

f)  Biogás

 

O biogás utiliza a matéria orgânica armazenada e sua putrefação para gerar energia renovável. Aterros e esgotos, ao decomporem a matéria que estão armazenando, geram gás metano, que é captado pela tecnologia do biogás e utilizado para gerar mais energia.