sábado, 11 de outubro de 2014

Aécio x Dilma - a Corrida Pesidêncial


QUESTÕES POLÊMICAS  E DISCUTIDAS DURANTE O PERÍODO ELEITORAL DE 2014.

    

ABUSOS OU   USO  DO DINHEIRO PÚBLICO  PARA SUPRIR SEUS INTERECES  POLÍTICOS ?



NEY MATOGROSSO DESABAFA NA TV PORTUGUESA !!
-- A VERDADE SOBRE O GOVERNO BRASILEIRO ---

VEJA O VÍDEO :


   AÉCIO ( Aeroporto)  X  DILMA (Porto em Cuba)

 

1.    Governo de MG construiu aeroporto em fazenda de parente de Aécio Neves.

Dados reproduzido do endereço: 

http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/07/governo-de-mg-construiu-aeroporto-em-terreno-de-parente-de-aecio-neves/


     A obra, que custou quase R$ 14 milhões, foi realizada durante o segundo mandato do tucano como governador do estado. Embora construído com dinheiro público, o aeroporto fica sob os cuidados dos familiares de Aécio
     O Governo de Minas Gerais desembolsou R$13,9 milhões para construir um aeroporto na fazenda do tio-avô de Aécio Neves, candidato à presidência da República pelo PSDB. A obra foi realizada durante o segundo mandato do tucano como governador do estado. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a reportagem, o aeroporto fica no município de Cláudio, localizado a 150 km da capital Belo Horizonte. Ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado pela família de Múcio Guimarães Tolentino, de 88 anos, irmão da avó de Aécio. Quem guarda as chaves do portão são os antigos donos do terreno – para pousar por lá, inclusive, é necessária a autorização de filhos de Tolentino.





O local não tem funcionários e sua operação ainda não é considerada regular pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo a matéria, o órgão não recebeu do estado de Minas Gerais todos os documentos para realizar a homologação do aeroporto e permitir que seja aberto ao público.
O terreno ocupado pela pista foi desapropriado pelo governo estadual antes da licitação da obra – que faz parte de um programa, lançado por Aécio Neves, para aumentar o número de aeroportos de pequeno e médio porte em Minas. Até hoje, Múcio Tolentino contesta na Justiça o valor da indenização.





Em nota postada em sua página no Facebook, o presidenciável se manifestou sobre o assunto. “O aeroporto foi construído em área pertencente ao Estado, não havendo portanto o investimento público em área privada afirmado no título da reportagem”, escreveu. O tucano afirmou também que “todas as atitudes do governo de Minas Gerais referentes ao aeroporto de Cláudio se deram dentro da mais absoluta transparência e lisura”.

 

2.   Dilma inaugura, em Cuba, porto financiado pelo BNDES Da quantia financiada pelo BNDES para a construção de Mariel, pelo menos US$ 802 milhões serão gastos no Brasil na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiros.


Dados reproduzido dos endereços: 

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/01/27/interna_politica,491996/dilma-inaugura-em-cuba-porto-financiado-pelo-bndes.shtml

http://www.revoltabrasil.com.br/mundo/3181-relatorio-da-onu-aponta-que-porto-cubando-financiado-pelo-brasil-e-usado-para-contrabando-de-armas-para-coreia-do-norte.html

 

A presidente Dilma Rousseff vai inaugurar nesta segunda-feira a primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana, capital de Cuba. O porto é a grande aposta do país de regime comunista para mudar sua economia. Custou US$ 957 milhões e, deste total, US$ 682 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

 

Da quantia financiada pelo BNDES para a construção de Mariel, pelo menos US$ 802 milhões serão gastos no Brasil na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiros, de acordo com informações do governo. Por causa desse acordo, empresas brasileiras se dispuseram a participar do empreendimento, mediante a exportação dos serviços que prestam e dos bens fabricados no Brasil. Companhias italianas, espanholas e francesas também devem se instalar no porto, que terá uma Zona de Desenvolvimento Especial, como na China, com 265 quilômetros quadrados.

A responsável pela obra é a empreiteira Odebrecht. Dilma desembarcou neste domingo em Havana, onde foi recepcionada no aeroporto José Martí pelo ministro de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Rodrigo Malmierca. Depois de inaugurar
a primeira parte do Porto de Mariel, ela participará, na terça-feira, 28, da abertura da II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

O encontro da Celac marca o retorno de Cuba aos organismos de integração regional. Suspenso da Organização dos Estados Americanos (OEA) em 1962, o país é anfitrião da cúpula, que vai reunir 33 chefes de Estado e de governo e tem como tema a redução da pobreza e o combate às desigualdades regionais. A defesa da paz, do multilateralismo e o desarmamento nuclear também estão na agenda da cúpula.


Relatório da ONU aponta que porto cubando financiado pelo Brasil é usado para contrabando de armas para Coreia do Norte

Relatório divulgado pela ONU aponta que porto cubano financiado pelo Brasil por aproximadamente R$ 2 bilhões, e inaugurado por Dilma, tem sido usado para contrabando de armas para Coreia do Norte. Foram constatados 240 toneladas de armas que já foram contrabandeadas para Coreia do Norte. O relatório mostra que o porto foi estrategicamente usado para o contrabando para evitar que fossem detectadas as armas. Estes envios de armas para Coreia do Norte são flagrantemente violações da sanções internacionais. O fato constatado data do mês de julho de 2013, em que uma operação conjunta entre governo cubano e coreano do norte resultaram nas centenas de toneladas de armamentos contrabandeados e interceptados sob 200.000 sacas de açúcar.




O relatório destaca algumas estratégias usadas na operação de contrabando, tais como: sigilo operacional cuidadosa dentro da equipe e nas comunicações, com base em instruções secretas restrito a funcionários de alto escalão, detalhando palavras de código para a comunicação com os operadores do navio, e instruções de contingência para falsas declarações de carga (ver anexos IX a XII) •Ocultação e disfarce da posição do navio ao desligar o sistema de identificação automática, um sistema de fornecimento de informações em tempo real sobre a localização de um navio, depois de sair do Canal do Panamá, até re-entrada para ocultar os movimentos do navio, particularmente o encaixe em Mariel e à deriva, e falsificando registros do navio.
Para ter acesso a todo o relatório clique no link (vide páginas 26 e 27 do relatório)Relatório ONU

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

COMO É DIVIDIDO O SISTEMA POLÍTICO NO BRASIL



Quais são as Atribuições e o que Cobrar de Cada Político ?


COMO SE DIVIDEM OS TRÊS  PODERES NO BRASIL:
O trabalho dos três poderes é regido pela Constituição Federal e pelas Constituições Estaduais, que não podem ir contra a Federal.





FUNÇÃO DE  CADA PODER

 I.     PODER   EXECUTIVO

    




  













O Executivo é responsável por administrar, governar, colocar as leis em prática e é dividido em três esferas: federal, estadual e municipal. Elas tem autonomia para trabalhar e não há uma hierarquia, ou seja, a Dilma não é chefe dos governadores. Vou explicar melhor as atribuições da cada cargo mais abaixo.


II.   PODER  LEGISLATIVO







































O Legislativo legisla , ou seja, cria e vota leis, vota e examina orçamentos públicos, e muito importante: fiscaliza as ações do executivo. Ou seja, senadores e deputados federais fiscalizam e aprovam projetos da presidência, deputados estuais fazem o mesmo com os governadores e por fim, os vereadores o fazem com as prefeituras.

III.     PODER JUDICIÁRIO






O poder Judiciário interpreta as leis que o Legislativo elabora e o Executivo põe em prática, além de serem responsáveis por julgar cidadãos e as pendências das leis. E isto é só o que vou falar sobre este poder. Quem sabe no futuro rola a necessidade de se aprofundar neste assunto? Por enquanto é isso.




01.   Presidente
Maior autoridade do país, o presidente da República é o chefe de Estado brasileiro. Durante seu governo, ele conta com a ajuda do vice-presidente e dos ministros, que vão cuidar de áreas determinadas pelo mandatário.  












Funções do presidente
  • Cuidar da defesa do país e das relações com as outras nações, por exemplo, definir as regras para imigração e o comércio entre os países.
  •  
  • Representar o país no exterior, como quando o presidente viaja para participar de conferências na ONU ou reuniões internacionais para falar de negociações e tratados.
  •  
  • Cuidar da infraestrutura nacional, planejando novas rodovias e ferrovias federais ou usinas geradoras de energia, por exemplo.
  •  
  • Controlar e planejar a atuação das forças armadas, por meio do Ministério da Defesa, e cuidar das fronteiras.
  •  
  • Criar as políticas nacionais de Saúde, Educação e Cultura.
  •  
  • Administrar a rede federal de ensino, que abrange a educação superior, como as universidades federais.
  •  
  • Nomear o Presidente do Banco Central, além dos membros dos órgãos máximos do Poder Judiciário, como os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar da indicação presidencial, todas essas nomeações passam antes por uma validação no Senado.
  •  
  • Elaborar e propor em conjunto com seus ministros o Orçamento Geral da União. É o orçamento que determina a quantidade de dinheiro que será aplicada em cada área, assim como quanto o país deve poupar e quanto o país deve pagar de suas dívidas. Depois de finalizado pelo presidente e pelos órgãos competentes, o orçamento precisa ser aprovado pelo Congresso.
  •  
  • O presidente pode propor projetos de lei, mas precisa encaminhá-los para a aprovação do Congresso Nacional. Ele é o único que pode propor modificações em determinados setores, especialmente naqueles envolvendo cargos e efetivos das Forças Armadas e da administração direta, como a criação de novos Ministérios.
  •  
  • O presidente é o único que pode criar as chamadas Medidas Provisórias, "leis temporárias" que só podem continuar em vigor se aprovadas pelo Congresso. Elas não podem ter relação com direitos políticos, eleitorais ou penais. Por exemplo, se o presidente defende a redução da maioridade penal, ele pode enviar uma proposta ao Congresso, mas não pode determinar a alteração da lei por meio de medidas.
  •  
  • O presidente pode vetar a criação de uma nova lei integralmente ou parcialmente. Mesmo assim, a lei pode ser aprovada se o Congresso decidir levá-la adiante e obtiver aprovação da maioria absoluta dos deputados e senadores em uma votação que derrube o veto.

 

02.      Congresso Nacional


    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
O Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, é o local onde trabalham os senadores e deputados federais. Juntos, eles podem criar, revisar e modificar as leis brasileiras, além de fiscalizar se elas estão sendo cumpridas. Senadores e deputados possuem funções bem parecidas, mas há algumas competências que são responsabilidade de apenas um dos cargos. "Tratando a questão de maneira simplificada, os deputados seriam os representantes do povo brasileiro enquanto que os senadores representam os Estados brasileiros", explica o cientista político Rafael Mucinhato.
No geral, os deputados e senadores criam projetos de leis com base nas opiniões de seus eleitores ou a necessidade de seu país. Eles apresentam e discutem a aprovação da possível nova lei na sua "Casa" (a Câmara dos Deputados ou o Senado) e, se conseguirem a aprovação da maioria, enviam o projeto à outra Casa, onde os outros parlamentares irão revisá-lo, podendo alterar trechos mediante discussões realizadas no plenário. Caso o projeto seja aprovado pelas duas Casas, ele segue para a sanção do presidente, que pode liberar ou reprovar a nova legislação.  

Funções do Congresso Nacional

  • Criar projetos de leis, votá-los e aprová-los. Após a aprovação no Congresso, o projeto vai para a sanção do presidente, que pode aprová-lo ou vetá-lo parcial ou totalmente. No entanto, mesmo que não haja a sanção do presidente, um projeto pode virar lei se o Congresso conseguir derrubar o veto em nova votação na Casa. Para isso, é preciso haver a maioria absoluta dos votos.
  •  
  • Fiscalizar o cumprimento das leis em vigor.
  •  
  • Autorizar o orçamento e os gastos propostos pelo presidente e seus ministros. Daí a importância de eleger políticos que deixem claro o quanto estão comprometidos a discutir no Congresso a quantidade de verba que deve ir para Saúde, Educação, Segurança etc. São os parlamentares, em conjunto, que aprovam o quanto deve ser gasto em cada área.
Fiscalizar o funcionamento e a prestação de contas de políticos, instituições financeiras, empresas estatais e privadas que tenham a função de atuar em prol da população ou manipulem o dinheiro do contribuinte. Quando detectado algum tipo de ilegalidade, podem ser criadas as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar crimes de corrupção. 
 
 
 
 
 
 A.    Senador
 

     O Senado Federal é composto por 81 senadores. Cada Estado, incluindo o Distrito Federal, tem um número fixo de três senadores, independentemente de seu tamanho ou sua população. O senador deve atuar como representante de seu Estado em Brasília. 









     Funções Específicas de Senadores

  • Na capital federal, o senador participa do processo de criação e alteração de leis federais, que valem no país inteiro, além de fiscalizar as ações do governo executivo, ou seja, é o senador quem fica de olho se o presidente do país e seus Ministérios estão gastando dinheiro à toa ou desviando verbas públicas.
  •  
  • Julgar os crimes atribuídos ao presidente da República.
  •  
  • Fiscalizar o cumprimento dos acordos internacionais assinados pelo presidente.
  •  
  • Aprovar a indicação do presidente para os cargos de juízes do Supremo Tribunal Federal.
  •  
  • Aprovar os orçamentos e as dívidas dos Estados, por exemplo, autorizando empréstimos solicitados por governos estaduais e prefeituras.

Revisar os projetos de lei e os gastos anuais do Estado brasileiro, que são aprovados antes pela Câmara dos Deputados.
 
B.       Deputado Federal

A Câmara dos Deputados é integrada por 513 parlamentares, e é por isso que existem tantos candidatos na disputa pelo cargo. Eles representam a população brasileira proporcionalmente, ou seja, Estados mais populosos, como São Paulo e Minas, têm mais deputados do que regiões com menos habitantes. Os deputados, além de cumprir as funções já citadas referentes ao Congresso Nacional, também possuem atividades específicas.  






















Funções específicas de Deputados Federais
  •  
  • Somente os deputados podem dar início ao processo de impeachment de um presidente (o julgamento e cumprimento do impeachment são feitos pelo Senado).
  •  

São eles que determinam como vai funcionar o regimento interno da Câmara dos Deputados, criando as comissões, elegendo a presidência da Casa, etc.

 

3.    Governador

     O governador é o representante máximo de seu Estado, agindo como um grande administrador do dinheiro destinado pelo governo federal às mais diversas áreas para atender a população de seu território. "Assim como o presidente, ele também tem muitas funções administrativas. Uma delas, que é importante lembrarmos, se refere à questão da segurança pública", afirma o cientista político Rafael Mucinhato.  










  







         Funções do Governador
  •  
  • Cuidar da infraestrutura estadual, por exemplo, as rodovias estaduais e trens ou metrôs urbanos, em parceria com municípios.
  •  
  • Buscar dinheiro e obras do governo federal para o seu Estado.
  •  
  • Criar projetos de leis para seu Estado, que são submetidos à aprovação dos deputados estaduais.
  •  
  • Assegurar e desenvolver o saneamento básico, mas em parceria com os municípios.
  •  
  • Cuidar da rede estadual de ensino, que abrange os níveis fundamental, médio e superior, além de algumas atribuições específicas de cada Estado. Em São Paulo, por exemplo, o governador é responsável pela escolha final dos reitores das universidades estaduais.
  •  

Cabe aos governadores controlar e administrar a atuação da Polícia Militar, assim como cuidar da administração dos presídios. 

 

4.      Deputado Estadual

Os deputados estaduais têm a função de legislar e fiscalizar as leis de seu Estado. Diferentemente dos deputados federais, eles atuam na Assembleia Legislativa que fica na capital de seu Estado.  






















Funções dos Deputados Estaduais
  •  
  • Criar e elaborar leis que não entrem em conflito com as normas federais. As leis estaduais valem apenas dentro das fronteiras de cada Estado.
  •  
  • Fiscalizar as ações do governador do seu respectivo Estado. Dessa forma, podem convocar secretários e o governador para prestar contas, além de terem a possibilidade de instalar CPIs.
  •  
  • Contribuir na elaboração do orçamento de cada Estado, distribuindo as verbas para cada área do interesse público: Saúde, Educação, Cultura etc.
  •  

Criar taxas e impostos de âmbito estadual.

 

05.   GOVERNADOR E PREFEITO

O que fazem o Governador e o Prefeito?





















Ao meu ver, estas são as figuras que mais tem poder de transformação dos problemas do nosso país, junto com os deputados estaduais e vereadores. Eles são as pessoas que estão na linha de frente, sentindo as revindicações das pessoas e suas necessidades. Ou deveriam ser.
O Governador basicamente precisa ser o administrador do Estado que atua, junto com seus secretários. Cuida do orçamento público (e o que recebe do governo federal), priorizando projetos e submetendo tudo a aprovação da Assembléia Legislativa, ou seja, dos deputados estaduais.
A segurança nas ruas tá ruim?
As polícias militar e civil são mantidas pelo Governo do Estado.
Lembre-se do nome do seu governador e dos seus deputados estaduais quando estiver FULA da vida com a segurança nas ruas.
Claro que, mais uma vez, existe uma cooperação com a União e também com a prefeitura, que vou tentar explicar o papel a seguir.
O prefeito é a figura do executivo mais próxima do povo.
Ele cuida de questões mais locais, como transporte dentro do município, obras de infra-estrutura, bem estar das pessoas, acessibilidade, etc. O trabalho do prefeito é fiscalizado pelos vereadores, que constituem a Câmara Municipal.
Então se eu quero reclamar da educação eu falo com quem?
Veja bem, a resposta não é exata, mas pelo que entendi funciona mais ou menos assim:
Esta é uma responsabilidade dividida entre a União, Estados e Municipios.
A União organiza e financia o sistema federal de ensino e presta assistência técnica e financeira aos Estados e aos Municípios.  Os Estados atuam prioritariamente no ensino fundamental e médio. Os Municípios no ensino fundamental e pré-escolar. Ou seja, educação básica é com as prefeituras e governos estaduais.
Existem programas do Governo Federal para esta área, como por exemplo, o ProUni. Se este programa não está funcionando bem e você não concorda com ele, ou acha que outros devem ser criados, você deve sim cobrar do Governo Federal, do senado e dos deputados federais.
Tem que ver se eles estão disputando poder, partido, voto.
Se você acha que no seu Estado não tem escolas o suficiente, os professores são mal pagos, tem que cobrar da Secretaria de Educação do seu Estado, com o Governador e deputados Estaduais.
E se o problema for a saúde?
A lógica é a mesma: existe o SUS, o Mais Médicos para o Brasil, que são do Governo Federal.
Mas o Governo do seu estado e município deve cuidar do atendimento básico, em cooperação com a União.
Se o problema for um hospital, por exemplo, com uma obra parada: você precisa procurar saber de quem é a responsabilidade daquela obra. Pode ser da prefeitura ou do Estado ou uma concessão a uma empresa privada.
Quando o problema for segurança pública, quem é responsável?
Neste caso a responsabilidade é sempre do governo estadual. A União cuida das forças armadas e polícia federal, os Municípios cuidam da guarda municipal.
E os transportes públicos?
Ônibus (dentro do município) são sempre responsabilidade das prefeituras, os demais (metrô, trem, barcas) são do governo do Estado. Mas atenção, estes serviços normalmente funcionam por  concessões, ou seja, são contratos com empresas privadas autorizadas a explorar o serviço, por um número determinado de anos, com base em diversas exigências para o cidadão. Pelo menos na teoria é assim.



 TIRANDO   Dúvidas Rápidas

01.   Quem controla a Polícia e o Exército?
As polícias militares são subordinadas aos governadores de Estado, e o Exército, ao Ministério da Defesa, ou seja, ao governo federal. O governador e o seu respectivo secretário de segurança pública são os principais responsáveis pela Polícia Militar. Cabe a eles definir qual será a linha de atuação da instituição.

02.  Quem deve controlar o aumento dos preços?
É o governo federal que define qual será a meta de inflação e usa os mecanismos que podem controlá-la, em conjunto com o Banco Central. Há também a possibilidade de as empresas públicas administrarem preços segundo o interesse do governo, por exemplo, quando a Petrobras mantém congelado o valor da gasolina para segurar o aumento dos preços. 
Entretanto, como o Brasil é um país de livre mercado, os preços também são controlados pela relação oferta e demanda. Há fatores externos que podem ajudar a elevar ou diminuir o valor de um produto. Um bom exemplo disso foi a alta do preço do tomate no ano passado. Com o estímulo que o governo dá para a expansão e a produtividade do agronegócio, que em nosso país está mais voltado para a produção de soja, reduzem-se as áreas cultiváveis de outros alimentos, e elevam-se os preços de alguns, puxando a inflação para cima.

03.   Quem pode reduzir ou aumentar a maioridade penal?

O Poder Legislativo federal tem essa capacidade. Dentro do Congresso Nacional, os parlamentares se dividem em comissões que contemplam áreas específicas para analisar com mais rigor projetos de lei. Assim, os políticos conseguem dividir o trabalho, consultar a população e especialistas em determinados assuntos.
No caso de um projeto que possa reduzir a maioridade penal, por exemplo, é a Comissão de Constituição e Justiça que discute o assunto. "Inclusive há no momento um projeto de emenda constitucional tramitando com esse intuito no Senado. A proposta foi feita por alguns senadores, mas já foi rejeitada pela comissão específica", relata o cientista político Henrique Costa.
Com a rejeição, resta a quem apresentou o projeto recolher assinaturas de outros parlamentares da casa para tentar discutir a nova lei no plenário, onde todos os senadores podem discutir e votar sobre o assunto. Lembrando que a lei só entra em vigor se também for aprovada na Câmara dos Deputados e receber a sanção presidencial.

04.    Quem faz aeroportos?

"Os aeroportos brasileiros são construídos e administrados pela empresa estatal Infraero, de competência do governo federal. No entanto, o governo pode, por meio de concessões públicas, repassá-los à iniciativa privada, que pode reformá-los e administrá-los por um prazo determinado", afirma o cientista político Henrique Costa. A construção de novos aeroportos públicos é de responsabilidade do governo federal, principalmente quando se trata de aeroportos internacionais. Já os governos estaduais podem criar aeroportos regionais. Portanto, o presidente e o governador podem, cada um dentro de seu limite de atuação, criar aeroportos.

 

05.   Quem controla as fronteiras?

As fronteiras do país são protegidas pelas Forças Armadas, que estão subordinadas ao Ministério da Defesa, ou seja, é uma função do presidente, com o auxílio do Ministério da Justiça, responsável por definir politicamente as prioridades da atuação.

06.  Quem pode investigar e prender políticos corruptos?

No campo político, são os deputados e senadores que podem criar as chamadas CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), instrumentos que têm poder investigatório e podem ajudar na identificação de crimes cometidos por políticos. Assim, senadores e deputados podem recomendar que o Ministério Público, formado por promotores e procuradores, investigue o presidente, os ministros, os governadores, além dos próprios membros do Congresso.
É dever do Ministério Público Federal e dos Ministérios Públicos estaduais defender o interesse de todos os brasileiros e investigar os relatos de corrupção, abuso de poder e desvio de conduta das autoridades nacionais. Ainda assim, ele não é o único órgão que investiga crimes públicos. A Polícia Federal e as Polícias Civis dos Estados podem investigar e prender os corruptos, assim como a Receita Federal pode ajudar no processo de investigação em crimes de sonegação, patrimônio, etc.

07.   Quem pode construir hospitais?

Tanto a presidência quanto os governos estaduais e as prefeituras podem construir hospitais, desde que tenham verba suficiente e autorização do Ministério da Saúde.

08.    Quem cria taxas e impostos?

Na Constituição está escrito que a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios poderão criar novos impostos. Mas cada uma dessas esferas pode criar impostos sobre áreas específicas. Por exemplo, enquanto cabe à União fazer impostos sobre a importação de produtos estrangeiros, cabe aos municípios instituir impostos sobre a propriedade, como o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). O cientista político Henrique Costa explica que "os impostos são criados a partir de demandas do poderes executivos (União, Estados e municípios), mas precisam da aprovação dos poderes legislativos (Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais)".

09.   Quem cuida do abastecimento de água? E do fornecimento de luz?

Os municípios são os responsáveis pelo abastecimento de água, mas, como alguns Estados, como São Paulo, possuem grandes concessionárias de abastecimento de água (Sabesp), a responsabilidade também passa pelos governos estaduais.
Quanto ao fornecimento de luz, o poder que regula e fiscaliza a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica é o governo federal. Assim, as concessões são de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, enquanto a regulação e a fiscalização são exercidas pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Mas a atividade de fiscalização das distribuidoras de energia elétrica pode ser transferida para agências estaduais, o que acontece em vários Estados.

    OBSERVAÇÕES :

01.        Há leis que não podem ser mudadas? 
Existem, sim, leis que não podem ser modificadas nem por deputados nem por senadores. São as chamadas cláusulas pétreas da Constituição. Com elas ficam proibidas criar regras que modifiquem a autonomia dos Estados brasileiros, o voto secreto, universal e periódico, a separação dos poderes e as garantias individuais dos cidadãos.


02.     Como o povo participa do processo de criação das leis?

Um projeto de lei que parta da população deve contar com pelo menos 1% do eleitorado, ou seja, cerca de 1,4 milhão de pessoas, e, ao chegar ao Congresso, deve ser acolhido por algum parlamentar. Até hoje apenas quatro leis que viraram norma jurídica tiveram essa origem, sendo a última a Lei da Ficha Limpa.

03.    Quanto custa tudo isso?

Para manter o sistema político brasileiro atual, o orçamento retira uma fatia considerável do contribuinte. De acordo com um estudo recente da ONG Transparência Brasil, os gastos da União, dos Estados e dos municípios, retirados de impostos que cidadãos e empresas pagam, colocam nosso Congresso entre os mais caros do planeta.
O Senado, por exemplo, tem um gasto total de R$ 2,7 bilhões anuais, o que dá uma média de R$ 33,4 milhões para cada senador.



VALOR  DO CONGRESSO  BRASILEIRO :


https://www.youtube.com/watch?v=De8p_ELK1TI



 TRANSPARÊNCIA  BRASIL :


https://www.youtube.com/watch?v=98YN_7O2otw


GASTOS  COM O PARLAMENTO :

 https://www.youtube.com/watch?v=98mrmrE-SwE

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PROPOSTAS DE GOVERNO : MARINA SILVA




                                                      MARINA  SILVA 

    



Maria Osmarina Marina da Silva Vaz de Lima

      Maria Osmarina Marina da Silva Vaz de Lima (Seringal Bagaço, 8 de fevereiro de 1958) nasceu e viveu até os 16 anos em um seringal no Acre. Depois de sobreviver a cinco malárias, três hepatites e uma leishmaniose, mudou-se para Rio Branco, e se alfabetizou pelo Mobral.

     Mais tarde, se formou em História e, na política, integrou o Partido Revolucionário Comunista, ao lado do sindicalista Chico Mendes, de quem seria vice na CUT-AC. Já no PT, em 1988, foi vereadora. Também foi deputada estadual e, em 1995, tornou-se a mais jovem senadora eleita no País, aos 36 anos, tendo renovado o mandato ficado no cargo até 2011.

        Foi ministra do Meio Ambiente nos dois mandatos de Lula, mas na reeleição do Presidente começou a divergir do governo e deixou o cargo em 2008. 


      Em agosto de 2009, Marina trocou o PT pelo PV, para se lançar candidata à Presidência da República. Foi derrotada nas urnas e, em 2013, articulou para a fundação do seu novo partido, o Rede Sustentabilidade.


       
QUEM É MARINA SILVA ?


    Em quase 30 anos de vida pública, Marina Silva ganhou reconhecimento dentro e fora do país pela defesa da ética, da valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento sustentável. 

     Uma reputação construída em mandatos de vereadora, deputada estadual e senadora – eleita sempre com votações recordes – e no período em que esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, entre janeiro de 2003 e maio de 2008.

    Nos cinco anos e quatro meses no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a ser vista também como gestora competente.

    Na pasta, uma de suas conquistas foi o Plano de Ação para Prevenção e o Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, que contou com o esforço integrado de 14 ministérios. 

    Graças ao projeto, o ritmo de desmatamento da Amazônia caiu 57% em apenas três anos, passando de 27 mil km² para 11 mil km² ao ano. Mais de 1.500 empresas ilegais foram desmanteladas, com a prisão de 700 pessoas. 

    A apreensão de madeira somou um milhão de metros cúbicos. Iniciativas como essa aumentaram sua projeção internacional. No final de 2007, o jornal britânico “The Guardian” incluiu a então ministra entre as 50 pessoas que podem ajudar a salvar o planeta.



  



Reconhecimento internacional

   A lista de prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais mostra a expressão global conquistada pela ex-senadora. Além de ser incluída na lista do jornal “The Guardian”, conquistou o “2007 Champions of the Earth”, o principal prêmio da ONU na área ambiental. Em outubro de 2008, recebeu das mãos do príncipe Philip da Inglaterra, no palácio de Saint James, em Londres, a medalha Duque de Edimburgo, em reconhecimento à sua trajetória e luta em defesa da Amazônia brasileira – o prêmio mais importante concedido pela Rede WWF. 

     Em 2009, recebeu o prêmio Sophie da Sophie Foundation, concedido a pessoas e organizações que se destacam nas áreas ambientais e do desenvolvimento sustentável, em Oslo, Noruega.

      Desde março de 2011 a ex-senadora representa a América Latina, junto com o mexicano Julio Frenk, no Millennium Development Goals (MDG) Advocacy Group, organismo voltado para trabalhar com o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon na articulação de uma vontade política e mobilização global para que os Objetivos do Milênio sejam realizados até 2015, em benefício dos pobres e vulneráveis.Também em 2009, recebeu da Fundação Príncipe Albert 2º de Mônaco o Prêmio sobre Mudança Climática (Climate Change Award), em reconhecimento à sua contribuição para projetos na área do meio ambiente, ações e iniciativas conduzidas sob a ótica do desenvolvimento sustentável.

       Em 27 de julho de 2012, Marina carregou a bandeira olímpica na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, junto com Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim e ganhadores do prêmio Nobel. A escolha de seu nome, segundo o Comitê Olímpico Internacional, ocorreu em razão de sua importância na defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.


       
                PROGRAMA DE GOVERNO

O PSB divulgou nesta sexta-feira (29), em São Paulo, o PROGRAMA DE GOVERNO da candidata partido à Presidência da República, a ex-senador Marina Silva. As propostas foram divididas em seis eixos principais, que contemplam temas como economia, educação, sustentabilidade, mobilidade urbana, políticas sociais e cidadania. Veja abaixo os principais pontos:

01. Educação e cultura

"Nosso governo vai priorizar a educação integral na Educação Básica, tornando-a uma política de Estado. Educação integral requer vontade política e desejo de ensinar, atendendo ao direito de crianças e adolescentes a uma escola digna, justa e significativa em suas vidas. É, portanto, um dever do Estado que deve ser traduzido em uma política pública consistente, factível e propulsora de parâmetros que garantam equidade e qualidade de ensino."

02. Formação dos professores

“Não à contínua precarização da formação docente e aos baixos salários. Não à falta de condições de trabalho. A valorização do professor como um projeto de futuro, uma utopia de país. Implementar um programa federal para que a União apoie financeiramente estados e municípios a fim de que aumentem o piso nacional dos professores em quatro anos.”

03. Combate à discriminação

“É preciso olhar com respeito às demandas de grupos minoritários e de grupos discriminados. A população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) encontra-se no rol dos que carecem de políticas públicas específicas. O direito de expressar sentimentos e vivenciar a sexualidade deve ser garantido a todos. As demandas da população LGBT já estão nas agendas internacionais. No Brasil, no entanto, precisamos superar o fundamentalismo incrustrado no Legislativo e nos diversos aparelhos estatais, que condenam o processo de reconhecimento dos direitos LGBT e interferem nele."

04. Casamento gay

"Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil."

[Observação: após a divulgação do texto, a coordenação da campanha de Marina Silva retirou do programa de governo a referência ao casamento gay.
"Eliminar obstáculos à adoção de crianças por casais homoafetivos."

05. Direitos da população LGBT

"É preciso olhar com respeito às demandas de grupos minoritários e de grupos discriminados. A população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) encontra-se no rol dos que carecem de políticas públicas específicas. O direito de expressar sentimentos e vivenciar a sexualidade deve ser garantido a todos. As demandas da população LGBT já estão nas agendas internacionais. No Brasil, no entanto, precisamos superar o fundamentalismo incrustrado no Legislativo e nos diversos aparelhos estatais, que condenam o processo de reconhecimento dos direitos LGBT e interferem nele."
"Incluir o combate ao bullying, à homofobia e ao preconceito no Plano Nacional de Educação, desenvolvendo material didático destinado a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família.”

06. Economia

"Ampliar o repasse de recursos da União para estados e municípios a partir de transferências de recursos fundo a fundo."
"Garantir o aumento imediato de 23,5% para 25,5% nos recursos transferidos aos municípios pelo FPM, propondo condicionalidades como investimento em transporte coletivo e custeio do passe livre."
"Propor um novo modelo constitucional de repartição de receitas tributárias a fim de garantir mais recursos e maior autonomia a estados e municípios."
"Ajustar legislação e arcabouço infralegal ao novo modelo federativo, favorecendo a colaboração federativa, a coordenação de políticas e a diminuição das sobreposições entre União, estados e municípios."

"Estimular a formação de consórcios públicos interfederativos e outras formas de associativismo territorial que sejam socioambientalmente sustentáveis."

07. Saúde

"Implementar gradualmente, ao longo de quatro anos, a proposta do projeto de lei de iniciativa popular de vincular 10% da Receita Corrente Bruta da União ao financiamento das ações de saúde."
"Consolidar no Sistema Único de Saúde (SUS) os serviços de interrupção da gravidez conforme a legislação em vigor."
"Rejeitar qualquer Desvinculação de Receitas da União para assegurar a manutenção das fontes orçamentárias da Seguridade Social."

08. Fator previdenciário

"A coligação Unidos pelo Brasil propõe a busca de alternativa ao fator previdenciário que concilie os princípios de justiça – beneficiando quem mais cedo começou a trabalhar, computando tempo suficiente para o custeio do seu benefício, e evitando, ao mesmo tempo, a imprevisibilidade derivada do fator previdenciário, que sofre alteração a cada ano, à medida que se eleva a expectativa de vida da população. Uma formula numérica que elimine o fator negativo, ou seja, a redução do benefício, a partir de certo patamar, parece ser defensável e suficiente para mitigar os efeitos perversos do fator."

09. Habitação

“O pacto pela vida começa com uma consistente política habitacional, que combata os guetos de pobreza com moradias sustentáveis, em bairros com infraestrutura.”

10. Mobilidade urbana

“O transporte público é um direito constitucional, assegurado a todos. Em contraste com o espírito da lei, há um esforço contínuo do governo federal de promover ações para reduzir o preço dos automóveis. O investimento é maciço, na forma de renúncia fiscal, e vem casado com ampla facilitação do acesso ao crédito”.

"Implantar um programa de forte apoio da União a estados e municípios para que construam, em quatro anos, um total de no mínimo 1 mil quilômetros de vias para veículos leves sobre trilhos (VLTs) e de corredores de ônibus integrados (BRT) em todas as cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes."
"Expandir as malhas metroviária e ferroviária de cada uma das regiões metropolitanas em 150 quilômetros ao longo de quatro anos."
Controle da inflação: restaurar o compromisso do Banco Central com o centro da meta em um ambiente de autonomia; reconquistar a confiança dos agentes no governo e nos dados por ele apresentados."

11. Segurança pública

“Para melhorar a segurança pública, vamos fazer com que a União assuma responsabilidades numa Política Nacional de Segurança Pública viabilizando a integração com os demais entes federados e a articulação dos diversos órgãos do sistema entre si e
com as organizacões da sociedade civil.”


12.  Cidadania

“Aprofundar a participação da sociedade civil organizada e dos movimentos de direitos humanos no aprimoramento e na execução da Política Nacional de Direitos Humanos.”
“Apoiar a formulação, a implementação e a avaliação de políticas e ações sociais para reduzir desigualdades econômicas, sociais e culturais existentes no país, priorizando as necessidades dos grupos socialmente vulneráveis.”






13. Energia nuclear

"Aperfeiçoar e aumentar a escala dos atuais programas de promoção de energias fotovoltaica e eólica, utilização do hidrogênio em células combustíveis e energia nuclear, fundamentais para que o país se torne um ator relevante nesses setores, que serão vitais para a sociedade do futuro."

[Observação: após a divulgação do texto, a campanha de Marina Silva divulgou uma errata do programa de governo em relação ao item energia nuclear. A íntegra da nota é a seguinte: "Lamentavelmente, por erro de revisão, na página 144, do Programa de Governo da Coligação Unidos pelo Brasil, o programa de energia nuclear foi citado como um dos que merecem atenção para aperfeiçoamento e aumento de sua presença na matriz energética do país. Os princípios que vão regular a expansão da produção de energia para o desenvolvimento sustentável do país no governo Marina Silva-Beto Albuquerque são os que estão listados na pág. 65, em especial o item 3 - "realinhamento da política energética para focar nas fontes renováveis e sustentáveis, tanto no setor elétrico como na política de combustíveis, com especial ênfase nas fontes renováveis modernas (solar, eólica, de biomassa, geotermal, das marés, dos biocombustíveis de segunda geração)".]

14. Inflação e autonomia do Banco Central

"Controle da inflação: restaurar o compromisso do Banco Central com o centro da meta em um ambiente de autonomia; reconquistar a confiança dos agentes no governo e nos dados por ele apresentados."


15. Sistema carcerário

"Aumentar a eficiência dos mecanismos de persecução com foco nos crimes mais graves, reduzindo a demanda de encarceramento massivo."
"Promover penas alternativas, incentivar justiça restaurativa para a superação de conflitos e estimular penas de restrição da liberdade como alternativas às penas de privação da liberdade."

16. Passe livre

"Adotar o 'passe livre' para estudantes conforme a proposta apresentada na seção Mobilidade do Eixo 5 − Novo Urbanismo, Segurança Pública e o Pacto pela Vida. O passe livre para estudantes é um passo para se chegar a políticas mais abrangentes, como o atendimento à demanda por tarifa zero."


17. Estados e Municípios

"Ampliar o repasse de recursos da União para estados e municípios a partir de transferências de recursos fundo a fundo."
"Garantir o aumento imediato de 23,5% para 25,5% nos recursos transferidos aos municípios pelo FPM, propondo condicionalidades como investimento em transporte coletivo e custeio do passe livre."
"Propor um novo modelo constitucional de repartição de receitas tributárias a fim de garantir mais recursos e maior autonomia a estados e municípios."


18. Movimentos sociais

"Possibilitar que movimentos populares e movimentos sociais ocupem espaços políticos. Manter diálogo permanente com eles, por meio de canais de comunicação mais ágeis e acessíveis. Definir prazos para responder às reivindicações e problemas."
"Implantar efetiva Política Nacional de Participação Social, pelo aumento da participação da sociedade civil nos conselhos e instâncias de controle social do Estado."




FONTES  DA PESQUISA :

01.    http://marinasilva.org.br/biografia/

02.    http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/08/veja-os-principais-pontos-do-programa-de-governo-de-marina-silva.html

03.  http://ultimosegundo.ig.com.br/marina-silva/53f235d9a5fea4093800009f.html