quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

A ECOLOGIA X A CADEIA ALIMENTAR


A importância das Cadeias Alimentares para a Sobrevivência e o Equilíbrio dos Ecossistemas.

  A sobrevivência é obtida por um conjunto de reação que geram energia, e quem fornece essa energia é a cadeia alimentar. Todo esse processo de vida gira em torno do equilíbrio que depende do ecossistema e pode ser entendido pelas seguintes descrições:
 O equilíbrio de um ecossistema depende da energia fornecida pela cadeia alimentar, que é um conjunto de transferência de energia de um ser vivo para outro.
 O grande impacto no equilíbrio acontece quando um ser vivo que faz parte de uma cadeia alimentar, por algum motivo, é retirado do seu habitat, seja por ação do homem ou, pela ação da natureza. Isto causa danos ao ecossistema, levando ao desequilíbrio de algumas espécies, até mesmo, mudanças nas características locais. Os organismos de diferentes espécies podem interagir de muitas maneiras, formando elos em uma cadeia alimentar.
 Os nutrientes transferem-se de um organismo para outro, desta forma a energia é transferida entre níveis tróficos quando um organismo consome o outro e obtém moléculas ricas em energia, entretanto em outro nível trófico parte da energia é armazenada como biomassa.
  Dessa forma a energia estará disponível para a próximo nível trófico, pois, somente a energia armazenada como biomassa poderá ser consumida  por outro organismo. Na passagem de um nível trófico para outro, há perda de energia, e com isso há uma redução no compartimento da cadeia alimentar, pois, há muito pouco fluxo de energia para suportar uma população em um nível trófico muito alto. Assim, observa-se que uma cadeia alimentar geralmente apresenta de três a seis níveis tróficos.
  A ecologia pode ser definida como, o estudo especial e temporal de padrões de distribuição e abundância dos organismos, incluindo suas causas e suas conseqüências ( Scheiner e Willing, 2008 ).
  Em ecologia, é preciso entender o comportamento das populações e comunidades no tempo e no espaço. É preciso entender como ocorre as trocas de energias  entre os seres que habitam os ecossistemas, como eles se relacionam e como se mantém vivo. Nesse contexto, a cadeia alimentar é um fator primordial para o ecossistema e para a vida dos seres que a compõem ( Santos, 1992).
  A realidade é que a ecologia tem sido definida em vários livros textos de várias maneiras, vejamos a seqüência evolutiva das definições:
  A Ecologia é o estudo das relações totais dos animais no seu ambiente orgânico como inorgânico e em particular o estudo das relações do tipo positivo ou amistoso ou do tipo negativo ( inimigos ) entre plantas  e animais no ambiente em que vive ( Ernest Haechel, 1866)
  Ecologia é a ciência que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente onde estes vivem ( MacNaughton and Wolf,1973).
  Ecologia é a ciência que estuda a dinâmica dos Ecossistemas. É a disciplina que estuda os processos, interações e a dinâmica de todos os seres vivos co os aspectos químicos e físicos do meio ambiente, incluindo também aspectos econômicos, sociais, culturais e psicológicos peculiares ao homem, que de maneira interativa deve sintetizar e gerar informações para a maioria dos demais campos do conhecimento (Wickersham, 1975).
  Ecologia é o modelo ou a totalidade das relações entre os organismos e seu ambiente (Webster’s, 1976).
  Ecologia é a ciência das relações dos seres vivos com o seu meio. Termo usado freqüentemente e erradamente para designar o meio ou o meio ambiente (Dansereau, 1978).
 É o estudo dos ambientes naturais, particularmente as inter relações entre organismos e seu entorno (Ricklefts, 1979).
 Ecologia é o estudo do “ambiente da casa”, incluído todos os organismos contidos nela (incluindo o homem) e todos os processos funcionais que a tornam habitável (Eugene Odum, 1983).
  Ecologia é a ciência que estuda as condições de existência dos seres vivos e as interações, de qualquer natureza, existentes entre seres vivos e seu meio (Roger Dajoz, 1983).
  Ecologia é disciplina da Biologia que lida com o estudo das inter-relações dinâmicas dos fatores bióticos e abióticos do meio ambiente. (USDT, 1983).
  Ecologia é o ramo da ciência humana que estuda a estrutura e o desenvolvimento das comunidades humanas em suas relações com o meio ambiente e sua conseqüente adaptação a ele, assim como os novos aspectos que os processos tecnológicos ou os sistemas de organização social possam acarretar para as condições de vida do homem. (Ferreira, 1985).
  Ecologia é o estudo das relações, distribuição e abundância de organismos ou grupos de organismos em um ambiente (Dodson et. al., 1998).
  Ecologia é o estudo científico das relações que determinam a distribuição e abundância de organismos (Krebs, 2001).
  Ecologia é o estudo científico das relações entre organismos e seu ambiente. (Begon et al. 2006).
  Ecologia é o estudo especial e temporal de padrões de distribuição e abundância dos organismos, incluindo suas causas e suas conseqüências (Scheiner and Willing, 2008).
 A relação entre a ecologia e a cadeia alimentar está expressa nas definições de renomados estudiosos.
 Pela importância de se avaliar todo o processo que corre numa cadeia alimentar, o  presente trabalho se propõe mostrar a importância da estrutura da cadeia alimentar para a sobrevivência e o equilíbrio do ecossistema.

Referências

AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Conceitos de biologia. São Paulo. Ed. Moderna. 2001. 277p.

Rocha, C. F. D. et al. 2006. Biologia da Conservação – Essências. Rima, Ribeirão Preto.

Ricklefs, R.E. 2003. A Economia da Natureza. 5ª ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

ANÁLISE DOS DIFERENTES TIPOS DE CULTURAS




RELAÇÃO ENTRE AS CULTURAS


1.  Destacar os pontos que distinguem a diferença entre cultura Patente e Cultura Latente.

Resposta:
- A cultura se divide em dois aspectos: a patente e a latente. Respectivamente, uma corresponde a artefatos observáveis e questões declaradas na própria organização, como móveis, vestimenta, descrição de cargos, jargões, organograma, princípios e missões organizacionais, este representa um nível mais objetivo e superficial. Já o outro implica aos pressupostos, referentes a questões informais, subliminares e ocultos, ou seja, as crenças, tanto as ditas quanto as não ditas, os valores da organização, caracterizando um nível mais abstrato e profundo. A cultura patente é aquela estabelecida segundo os padrões vigentes numa coletividade, num determinado momento. Ela está instituída por normas, idéias, valores e práticas que vigoram, dando à ordem social uma dimensão de atualidade e realidade concretamente palpável. Além disso, ela funciona do jeito que “deve ser” considerado adequado em um determinado contexto social. Já a cultura latente é aquela que existe incompleta e precariamente, institucionalizando outras formas de ser da sociedade. Nesse caso, ela está por se fazer, inovando e construindo outras normas, idéias e valores, que existem como possibilidades no âmbito das relações sociais. Assim, ela cria, transforma e renova a realidade existente. Na realidade, a cultura patente representa aquilo que a escola tem sido, enquanto a cultura latente, o que ela pode vir a ser a sua reinvenção.

2.  As autoras Thomaz e Bittencourt trazem reflexões sobre o papel da cultura no processo de ensino-aprendizagem (Thomaz; Bittencourt, Educação superior a distância: a cultura organizadora do real, p.2). Após leitura dos artigos, explicar sobre as diferenças e proximidades entre cultura patente e cultura latente.

Resposta:

-   Para análise devemos considerar 3 forma de culturas existentes: a parente, a latente e a emergente. A “cultura patente” representa o instituído, o estabelecido que são as normas, as leis, os regulamentos. Corresponde ao “nível racional de funcionamento do grupo ou o pólo técnico das interações grupais, regido, portanto, pelos perceptos e pelas funções conscienciais pragmático-refexivas”. A “cultura latente” “é o nível afetivo, ou afetual de estruturação do grupo, regido pelo dispositivo do inconsciente em suas características analíticas e neuro-psicológicos”. São nas vivências que se dão as emoções, o imaginário e que permitem compreender a grupalidade, a afetividade e a dimensão simbólica do grupo. “A cultura emergente” ou enativa “é captada no trajeto entre a ‘cultura patente’ e a ‘cultura latente”. Cultura latente, é a cultura que não se manifestou, permanece oculta, adormecido, deve ser trabalhada.  A cultura patente é um  instrumento competitivo, que tem uma importância para a informação cultural e  tecnológica. A cultura patente e a cultura latente caminham lado a lado, pois, a sociedade é diversificada e depende muito das condições e estruturas educacionais de cada sociedade, mais as mudanças em cada contexto pode acontecer desde que haja estímulos e orientações adequadas para o crescimento e o aprendizado do indivíduo do indivíduo, utilizado as condições sociais e vivencias do dia-dia  de cada indivíduo. A integração entre a escola, a sociedade e o aluno, é o grande marco para o sucesso da cultura e da educação.

3.   Como definir a diversidade cultural no Brasil e sua influência sobre a educação?
Resposta:

A diversidade cultural diz respeito aos diferentes costumes de uma sociedade, desta forma podemos citar: a culinária, as manifestações religiosas, as vestimentas, as tradições, etc. O Brasil por apresentar um extenso território, apresenta diferenças econômicas, climáticas, sociais e culturais entre as suas diferentes regiões. Os colonizadores europeus, os indígenas e os escravos africanos são os principais representantes da diversificação da cultura brasileira. Depois, os imigrantes alemães, árabes, poloneses, japoneses, italianos e outros, vieram abrilhantar a popularidade cultural brasileira. Fatores como as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o caráter nacional.  A educação escolar não se limita a fazer uma seleção entre os saberes e os materiais culturais disponíveis num dado momento, ela deve também, para torná-los efetivamente assimiláveis às jovens gerações, entregar-se a um imenso trabalho de reorganização, de reestruturação, ou de “transposição didática“. Todos os conceitos educacionais são renovados a cada geração, visto que em cada momento e época histórica os indivíduos têm uma determinada visão de mundo, bem como um conjunto de conhecimentos e de valores. Essa renovação não quer dizer que se esqueça o velho conceito, mas que esteja considerando as novas maneiras de viver que caracteriza um grupo ou sociedade. A escola é uma  orientadora de tudo que constitui a experiência coletiva, isto é a cultura viva de uma sociedade.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

Pluralidade Cultural - Portal MEC. portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pluralidade.pdf

CANDAU, Vera Maria( Org.). Sociedade, Educação e Cultura(s): questões e propostas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
Reinventar a Escola. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
FORQUIN, Jean Claude. Escola e Cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Medicas Sul, 1993.

Diversidade Cultural: A Importância das Diversas Culturas no Ensino-Aprendizagem, no Desenvolvimento da Cidadania e na Preservação de Valores Éticos e Morais. https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/diversidade-cultural





PEDAGOGIA CRÍTICO SOCIAL - A NOVA PEDAGOGIA



Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos:

    DEVIDO AS INÚMERAS DÚVIDAS NA HORA DA ELABORAÇÃO DE UM MINI PLANO DE CURSO, DEIXO UM  ESBOÇO DE UM POSSÍVEL  MINI PLANO DE CURSO.


Escola:  E. E. BRASIL DO FUTURO                                    Disciplina: CIÊNCIAS                   Data: 04/10/2018                                                                            
 Mini- curso: Biologia e a Vida         Série:  1ª ANO ENSINO MÉDIO         Professor: NOME DO PROFESSO
Nº de Alunos :  30
Tema Gerador :  A Importância da Célula na Vida
Diagnóstico das Turmas: Turmas numerosas (mais de 30 alunos), vindos de realidades  socioeconômica  diferentes. Sendo  que a  maioria  ( mais de 95% ) desconhecem conceitos/explicações básicas do ensino fundamental, como por
exemplo - que  as  plantas  são  seres vivos  que produzem seu próprio alimento.


Objetivos Gerais
Objetivos Específicos (Competências e Habilidades):
Conteúdos
  Aulas
Desenvolvimento Metodológico
.
 
Estimular    aos  alunos  conhecer,  pensar,  analisar   e
tomar decisões acerca da vida, de  forma  global e contex-
tualizada. Já  que a Biologia é  a  ciência que estuda a vida.


- Verificar a importância da Biologia como ciência  inserida na história da humanidade.
.- Diferenciar células procariontes de células eucariontes.
.- Diferenciar a da fotossíntese e da respiração.
- Reconhecer as principais diferenças entre mitose e meiose.
- Conhecer medidas de prevenção de doenças sexualmen-
  te transmissíveis: herpes, AIDS, sífilis, gonorréia, etc., identifican-do seus agentes etiológicos.



Aula 1:

I. Organização celular na vida:

A célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos:
.Células procarióticas e eucarióticas;
.Células vegetais e animais;
.Composição química da célula;
.Respiração celular, fotossíntese;
.Estrutura e replicação do DNA, transcrição, código genético,
  síntese de proteínas, tradução e mutação;
.Ciclo celular: intérfase, divisão mitótica e meiótica.

Aula 2:

II.  Sistemas Reprodutores Humano:

.Masculino e Feminino
.Ciclo mesntrual e controle hormonal

Aula 3:

III.   Reprodução:

.Gametogênese e fecundação
.Etapas do desenvolvimento embrionário humano  e anexos
 embrionários.
.Doenças sexualmente transmissíveis.


Serão
3 aulas
de
50 min.
Cada.

















































Total:
150 min.
Preparação: 
Cartazes e desenhos, livros referente ao assunto para pesquisa, computador para pesquisa, retroprojetor, biblioteca.
Introdução do assunto:
 Falar sobre o assunto que será estudado, sobre a sua importância e sobre a sua vivência do dia-dia. Mostra o processo e as transformações que ocorrem a todo momento na vida de todos e a importância de conhecer estes processos para se obter uma melhor qualidade de vida.
   
Desenvolvimento e estudo ativo do assunto:
Programação de:
1. Exercícios de reprodução – teste rápidos para verificar assimilação de habilidades.
2. Tarefa de preparação para estudo – Diálogo estabelecido entre o professor/aluno, aluno/professor e observa e revisão de matérias anteriores.
3.  Tarefas de fase de assimilação de matérias- Atividades que favoreçam o confronto entre os conhecimentos e a realidade dos alunos.
4. Tarefas na fase de consolidação e aplicação – compõe-se de exercícios e revisão de fixação.


Sistematização e aplicação:  Método Democrático.
- Participação dos alunos na construção do conhecimento;
- A forma de aprendizagem é decidida em conjunto com os estudantes;
- O professor é o mediador da aprendizagem, é o incentivador, é um estimulador;
- Integrar a realidade do aluno ao que esta sendo estudado;
- Atentar para a formação crítica dos estudantes, estimular  o debate sobre o tema que esta sendo estudado e a realidade dos estudantes.



Tarefas para Casa: 
Pesquisa  sobre  células: tipos e formas.
Procurar em livros e revistas artigos que falam sobre as células, reprodução e doenças celulares.
Conversar com os familiares sobre o assunto.


Avaliação:  Contínua,  com  atividades em classe  e  extra-classe,  de  acordo  com  os  conteúdos     ministrados a
                            metodologia aplicada e recursos utilizados. Levando em consideração a realidade individual dos educando.
Referencia Bibliográfica: 
-  Livro Adotado: Biologia - vol. único - Sérgio Linhares  e Fernando Gewandsznajder - Editora Ática.
- Bio - Vol. único - Sônia Lopes - Editora Saraiva.
-Citologia - Textos Acadêmicos da UFLA
-Citologia - Laurence - Ed.
Nova Geração

Observação:
Para seu melhor aproveitamento “os professores devem levar em consideração as suas fases: preparação e apresentação dos objetivos, conteúdos e tarefas;  desenvolvimento da matéria nova; consolidação ( fixação de exercícios, recapitulação); avaliação” ( LIBÂNEO, 1993, p.241 ). 

     Podemos apresentar de outra maneira um mini-plano de curso. Cada professor tem sua característica própria de montagem de seu plano, mais as regras expressas pela legislação educacional vigente deve ser respeitada. Muitas instituições já tem a sua forma de montagem de plano elaborada, mais cabe ao professor buscar a realidade escolar e do público alvo ( aluno, comunidade, etc... ) e montar um curso que dê suporte as necessidade e os anseios do público alvo. O professor deve ser um mero mediador no processo ensino-aprendizagem, cabe a ele instigar, estimular e orientar o desenvolvimento e o aprendizado dos alunos.

     Deixo uma nova representação de um Mini Plano de Curso.


                                                                     E. E. BRASIL DO FUTURO                                         Data: 04/10/2018                                                                           


Disciplina: Biologia


Professor(a): NOME DO PROFESSOR

Mini- curso: Biologia e a Vida

Série:  ENSINO MÉDIO
       

Nº de Alunos :  30

Nº de Aulas : 3
De 50 min. cada.
Total : 150 min.
  

Tema gerador:  A Importância da Célula na Vida                          

Aula1 : . Organização celular na vida 
Aula 2 :   Sistemas Reprodutores Humano
Aula 3 :   Reprodução


Objetivos Gerais: Estimular    aos  alunos  conhecer,  pensar,  analisar   e tomar decisões acerca da vida, de  forma  global e contex-tualizada. Já  que a Biologia é  a  ciência que estuda a vida.



Objetivos Específicos (Competências e Habilidades):
- Verificar a importância da Biologia como ciência  inserida na história da humanidade.
.- Diferenciar células procariontes de células eucariontes.
.- Diferenciar a da fotossíntese e da respiração.
- Reconhecer as principais diferenças entre mitose e meiose.
- Conhecer medidas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis: herpes, AIDS, sífilis, gonorréia, etc., identifican-do seus agentes etiológicos.

Conteúdo:

Aula 1:
         
I. Organização celular na vida:

A célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos:
.Células procarióticas e eucarióticas;
.Células vegetais e animais;
.Composição química da célula;
.Respiração celular, fotossíntese;
.Estrutura e replicação do DNA, transcrição, código genético,
  síntese de proteínas, tradução e mutação;
.Ciclo celular: intérfase, divisão mitótica e meiótica.

Aula 2:

II.  Sistemas Reprodutores Humano:

.Masculino e Feminino
.Ciclo mesntrual e controle hormonal

Aula 3:

III.   Reprodução:

.Gametogênese e fecundação
.Etapas do desenvolvimento embrionário humano  e anexos
 embrionários.
.Doenças sexualmente transmissíveis


Conceitos: Célula,  Sistema reprodutor, Reprodução.


Estratégia:
Método Democrático.
- Participação dos alunos na construção do conhecimento;
- A forma de aprendizagem é decidida em conjunto com os estudantes;
- O professor é o mediador da aprendizagem, é o incentivador, é um estimulador;
- Integrar a realidade do aluno ao que esta sendo estudado;
- Atentar para a formação crítica dos estudantes, estimular  o debate sobre o tema que esta sendo estudado e a realidade dos estudantes.
   
Procedimento:  
Desenvolvimento e estudo ativo do assunto:
Programação de:
1. Exercícios de reprodução – teste rápidos para verificar assimilação de habilidades.
2. Tarefa de preparação para estudo – Diálogo estabelecido entre o professor/aluno, aluno/professor e observa e revisão de matérias anteriores.
3.  Tarefas de fase de assimilação de matérias- Atividades que favoreçam o confronto entre os conhecimentos e a realidade dos alunos.
4. Tarefas na fase de consolidação e aplicação – compõe-se de exercícios e revisão de fixação.


Recursos:

Cartazes e desenhos, livros referente ao assunto para pesquisa, computador para pesquisa, retroprojetor, biblioteca, jornais e revistas.


Introdução do assunto:
 Falar sobre o assunto que será estudado, sobre a sua importância e sobre a sua vivência do dia-dia. Comentar sobre  os processo e as transformações que ocorrem a todo momento na vida de todos e a importância de conhecer estes processos para se obter uma melhor qualidade de vida.
Tarefas para Casa: 
- Pesquisa  sobre  células: tipos e formas.
- Procurar em livros e revistas artigos que falam sobre as células, reprodução e doenças celulares.
- Conversar com os familiares sobre o assunto.

Avaliação:

Contínua,  com  atividades em classe  e  extra-classe,  de  acordo  com  os  conteúdos ministrados a metodologia aplicada e recursos utilizados. Levando em consideração a realidade individual dos educando.


Referencia Bibliográfica: 
-  Livro Adotado: Biologia - vol. único - Sérgio Linhares  e Fernando Gewandsznajder - Editora Ática.
- Bio - Vol. único - Sônia Lopes - Editora Saraiva.

-Citologia - Textos Acadêmicos da UFLA

Citologia - Laurence - Ed. Nova Geração


  
Bibliografia:
- FETZNER, Andréa Rosana. Curriculo. vol. 1, Rio de Janeiro: Fubdação CEDERJ, 2010, p. 112.

- GANDIN, D.A prática do planejamento participativo. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1994.
- VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula.17. Ed. São Paulo: Libertad, 2008.

- BASE NACIONA CURRICULAR. 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/.Acesso: 02/10/201818.

Concepções de Escola, Ensino e Aprendizagem.

http://letrasunifacsead.blogspot.com/p/jose-carlos-libaneo-biografia.html. Acesso: 02/10/2018.


DEFINIÇÕES : HIDROFÓBICA - HIDROFÓLICA - ANFIPÁTICA



Molécula Hidrofóbica:

- é uma substância que repele o contato com a água, (mais ou 
 menos o que o Cascão faz) esse termo é usado para descrever o comportamento da região apolar das membranas plasmáticas, que é formada por uma bicamada de fosfolipídios com a parte apolar voltada para dentro porque não tem afinidade pela água (líquido extracelular e a parte intracelular, citoplasma).
-  possui aversão à água, não se dissolve em água.
Essas moléculas são apolares. Um exemplo muito comum são os lipídeos (gorduras).


Molécula Hidrofílica:

- é a molécula que se dissolve em água, possui afinidade à água.   Logo, é uma molécula que tem polaridade (basta lembrar da máxima em química que diz que "o semelhante dissolve semelhante".

Molécula Anfipática:

-  possui uma região polar e outra região apolar, o que confere a ela a capacidade de se interagir tanto com a água quanto com outros compostos apolares.
A bicamada de fosfolipídeo presente nas nossas membranas celulares é um bom exemplo disso: as cabeças polares se voltam para a água, e as caudas apolares ficam no meio, o que confere essa propriedade.
Os sabões também são dotados dessa propriedade.