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sábado, 25 de setembro de 2010

A FALTA DE DESEJO SEXUAL NO HUMANO

Falta de Desejo Sexual



Introdução

A pessoa ter falta de estimulo nas relações sexuais é considerado impotencia?

Não necessáriamente, provavelmente não encontrou ou não está com a pessoa que te desperte tesão, não se esqueça que sexo tem que ser compartilhado converse com sua parceira ou seu parceiro.


Quando ele quer transar, e você não.
Se você quer sexo e ele não está disposto no momento. Mas, você começa a perceber que esse momento está se prolongando, e que vocês já estão há um bom tempo sem manter relação sexual.
O que pode estar acontecendo?
a. Cansaço físico,
b. Estresse do dia-a-dia,
c. Tentativa de escapar do parceiro ou falta de desejo.

São vários os motivos pra tal acontecimento.

Se o casal se ‘entender’ e acabar chegando a um acordo, e transam, mas se isso não ficar bem resolvido, e a transa ocorrer para a satisfação de apenas um dos parceiros, só para o que esta com apetite sexual. Assim, o sexo não será satisfatório para ambos.

Isto, porque no sexo, e para um sexo, no mínimo bom, ambos envolvidos, precisam de uma certa dose de energia, vontade, libido, só assim o sexo será prazeroso para os dois, mesmo que seja num número de vezes razoável, para os dois, o mais importante de tudo, é a qualidade e não a quantidade.

Hoje em dia as mulheres sabem muito bem o que quer. Elas querem ser felizes e se sentir realizadas, e não somente dar prazer, elas quere receber e prazer de boa qualidade. Hoje em dia elas falam com mais clareza de seus anseios e a cada dia se descobre mais.
Hoje elas são exigentes, e são capazes de dizer não, e mostrar o que realmente gosta na cama e fora dela.

O homem, também sofreu mudanças, pois teve que se habituar aos novos posicionamento das mulheres. Procuram entendê-las, porém, sente-se de certo modo acuado e ainda despreparado para esse novo relacionamento onde não só ele, ela também quer prazer e satisfação sexual.

A falta de desejo sexual, homens e mulheres se sentem angustiados por sentirem a insatisfação dos parceiros, e aí entra o medo, e um grande receio em perdê-los, por não conseguirem fazê-los entender que a inapetência sexual, a que estão passando, nada tem a ver com o amor que os unem. Essa indiferença pelo sexo que acaba por provocar muitas crises nos relacionamentos tem mais haver com a vida atual e tudo que ela engloba, do que propriamente o relacionamento em si, mas esse sim, acaba abalado e por vezes e tende a um final.

Os homens sofrendo com suas disfunções eréteis e o fantasma da impotência, e as mulheres ocultando suas dificuldades em conseguir chegar ao orgasmo. Tudo isso leva ao desencontros no sexo, e a um descompasso no desejo, do tipo, quando um está com vontade,o outro não quer, e vice-versa.

Com as atitudes da mulher, em busca de novos anseios e descobertas, os homens tiveram que se preocupar mais com seu tempo entre a penetração e a ejaculação, pois para o homem, o tempo de sua parceira, não era fator tão importante na hora do sexo, pois sempre acharam que a mulher não se importava em chegar ao orgasmo. Um engano crucial por parte deles, que tiveram que descobrir, o ajuste de tempo para que o prazer sentido, agora seja o de ambos.

As questões, que podem estar afetando o desencontro sexual, num casal estável, são:
a. O estímulo
b. Idade
c. Estresse

Vejamos:

O estímulo
Às vezes, só o estímulo visual para o homem não é suficiente.
É preciso mais do que o visual para se excitar.
Que tal utilizar as suas mãos para fazer uma boa estimulação do pênis?
E você pode fazer isso, caprichando nas preliminares.

A idade
O corpo muda, sofre algumas alterações com a idade, e a maneira de fazer sexo também. Quem não quer chegar aos quarenta anos e manter a mesma vitalidade de quando tinha seus vinte anos de idade na cama? A vitalidade pode não ser a mesma, mas não serve de regra, pois há homens, que chegam aos quarenta anos, com um ritimo diferente, mas não que se tornem apáticos ao sexo. Um homem maduro não consegue uma ereção do pênis igual à que tinha na juventude, a produção de sêmen é mais baixa, e a pressão de saída do sêmen também diminui, assim como a manutenção da ereção, que também pode ser de um tempo menor.

O estresse
A tarefa de conciliar trabalho, família, amigos, situação financeira, problemas de saúde com a vida sexual, é bem complicada. Todos esses fatores podem interferir no apetite sexual e são ingredientes fundamentais para inibir o desejo sexual. E as mulheres por serem mais suscetíveis aos estresses do dia-a dia ficam com uma baixa na libido. Qualquer pessoa pode ter estresse ou depressão, ficar desanimada, irritada, com alterações do sono, e do apetite sexual.

Observação :
Essa fase requer paciência, carinho e cumplicidade, pois é preciso ter naturalidade para lidar com os altos e baixos que podem ocorrer na cama.

DICAS QUE AJUDAM MUITO UM BOM RELACIONAMENTO SEXUL:

Jamais faça sexo automático, isso é prejudicial à saúde. Faça por prazer, por vontade.

Alterara a rotina, experimentar uma sessão de masturbação mútua.

Praticar atividades físicas. O exercício libera no organismo substâncias químicas que aumentam o bem-estar, e diminuem o estresse, favorecendo a volta da libido.

Evite brigas, busque sempre o diálogo. A vida “é feita de momentos, e eles costumam sempre passar”.
Saia da rotina busque o desejo e volte a ser feliz sexualmente, faça mimos ao seu parceiro ou parceiro, tomem um bom banho juntos, faça um strip-tease caprichado antes de cair na água e depois um jantar daqueles.
Quem não gosta de ser mimado, de ter a atenção e o carinho do parceiro.
Uma noitada fora de casa, afinal de contas, o mesmo ambiente sempre, cansa os olhos, a mente, e porque não dizer, até mesmo, o corpo.

Dica Importante

Fazer uma surpresa, reservando uma suíte num motel novo da cidade, ou mesmo num hotel de luxo, e passar uma noite por mês fora de casa. Até um acampamento ou uma pousada romântica na serra faz bem par a vida sexual.
O importante é ficar longe do ambiente doméstico, nem que seja por algumas horas, sem nenhuma outra preocupação na cabeça a não ser fazer agrados um para com o outro. Assim, não há como cair na rotina. A criatividade deve estar presente em tudo na nossa vida.


TRÊS DICAS BÁSICAS PARA UMA VIDA SEXUAL SAUDÁVEL E PRAZEROSA


1. Sexo não se nasce sabendo, aprenda com seu corpo!
2. Não focalize sua atenção no orgasmo e sim, nas sensações!
3. O risco como afrodisíaco: limites para a saúde sexual.

Vejamos:

1. Sexo não se nasce sabendo, aprenda com seu corpo!
Uma das maiores causas de problemas sexuais está na desinformação e na falta de conhecimento do próprio corpo. Se não sei como reajo ao estímulo sexual, quais partes de mim são mais sensíveis ao toque, como poderei tirar maior prazer de mim mesmo e de um parceiro?
Busque orientação especializada!
Em algum momento, na sua intimidade:
a. vasculhe seu corpo, observe-se no espelho,
b. compare os pontos de seu corpo que mais lhe provocam sensações prazerosas.
Para ensinar um parceiro a lhe dar satisfação, é necessário que você o ensine. Não há vergonha alguma em aprender. O processo de descoberta e de aprendizado por si só já é bastante afrodisíaco.

2. Não focalize sua atenção no orgasmo e sim, nas sensações!
Se você inicia um envolvimento sexual ansiando logo pelo prazer final, há uma grande probabilidade de haver, cedo ou tarde, alguma forma de frustração, sua e/ou de seu parceiro.
O orgasmo é o coroamento de um relacionamento sexual, muito desejado, necessário, mas não indispensável em todos os momentos. Experimente gratificar seu parceiro ou sua parceira, dar-lhe boas sensações, prorrogar ao máximo o clímax dele ou dela. Deixe passar essa vez, adie para o próximo encontro. É, sem dúvida, um tempero importante para resgatar o desejo em um casal.

3. O risco como afrodisíaco: limites para a saúde sexual
Procurar sexo em situações proibidas e de risco é uma via de duas mãos. Sabemos que o medo de leve intensidade pode estimular o desejo sexual. Mais tome cuidado os danos podem ser irreverssíveis.
A Fantasia é um substituto eficaz e seguro para a pessoa que precisa de riscos e proibições para se estimular sexualmente. Fantasie junto com seu parceiro, crie histórias, não há limites para os sonhos. Mas envolva-se sexualmente com segurança. O uso de camisinha masculina ou feminina e de algum outro método contraceptivo é de vital importância para a prevenção a danos.


ATENÇÃO:

A tensão desvia o prazer.

terça-feira, 2 de março de 2010

VALE APENA TRATAR A DISFUNÇÃO ERÉTIL

Disfunção Erétil







Matéria copiada do site da Sociedade Brasileira de Urologia ( SBU )



http://www.sbu.org.br/indexGeral.php?do=imprensa&sub=7&dado_id=202&site=geral



SBU promove primeira Campanha de Saúde do Homem


Disfunção erétil é o tema da ação por ser um marcador de doenças. Problema atinge cerca de 50% dos homens acima de 40 anos. Menos de 10% procuram o médico. Entidade quer evitar automedicação

A Sociedade Brasileira de Urologia promoveu entre agosto e setembro a primeira Campanha Nacional de Esclarecimento da Saúde do Homem, que teve como foco a disfunção erétil. Para os especialistas, a falta de ereção, muito mais do que um problema sexual, pode ser um marcador de doenças, já que pode estar relacionada a uma série de outros problemas, tais como cardiopatias, hipertensão e diabetes. O objetivo da ação era orientar o homem a procurar um urologista anualmente e valorizar o receituário urológico, evitando a automedicação.


Estimativas da entidade mostram que cerca de 50% dos homens adultos com mais de 40 anos têm alguma queixa em relação às suas ereções. Acredita-se ainda que um grande número de casos de disfunção erétil ocorre exclusivamente devido a fatores psicológicos. Um comercial foi veiculado nacionalmente em TV durante os dois meses de campanha assim como um anúncio em jornais e revistas.

“Aproximadamente 50% dos pacientes portadores de diabetes e 38% dos pacientes com doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, aterosclerose, arritmias cardíacas, doenças coronárias) têm algum grau de disfunção erétil. Além delas, as doenças neurológicas, nefropatias (doenças do rim) e depressão também estão relacionadas à disfunção”, afirma o coordenador de campanhas da SBU, Aguinaldo Nardi. Ele ressalta que a prevenção à doença está em hábitos de vida saudáveis: alimentação balanceada, prática de exercícios, e sobretudo, evitar o alcoolismo e o tabagismo.

Nardi explica que outras doenças urológicas podem colaborar para a disfunção. “Doenças do pênis, como por exemplo, a doença de Peyronie (pênis curvado), podem causar disfunção erétil. Outras doenças que atingem o homem durante o envelhecimento como a hiperplasia benigna da próstata, a queda do hormônio masculino (a testosterona) e o tratamento do câncer de próstata podem levar à dificuldade de ereção”, diz.


De acordo com os urologistas, menos de 10% dos homens que têm o problema procuram auxílio médico. Para o presidente da SBU, José Carlos de Almeida, a vergonha em comentar o assunto e o medo do diagnóstico afasta o paciente do médico. “Poucos procuram ajuda médica, muitos preferem conversar com os amigos para obter mais informações e se medicarem. Nossa missão ética e médica é evitar a automedicação em todos os níveis. O uso abusivo continuado pode ocultar a oportunidade de um diagnóstico precoce de doenças de risco relacionadas à disfunção”, diz.

Dados do Ministério da Saúde mostram que em 2007 enquanto 16,7 milhões de mulheres foram ao ginecologista, apenas 2,7 milhões de homens foram ao urologista. A visita a um urologista é importantíssima. Ele poderá detectar, por exemplo, se a disfunção erétil é um problema orgânico ou psicológico e prescrever o tratamento mais indicado para aquele perfil. “É fundamental uma boa conversa com o paciente, mesmo antes de prescrever drogas orais, injeções ou cirurgia. O fator emocional influencia muito”, enfatiza o chefe do Departamento de Andrologia da SBU, Carlos Da Ros. A Andrologia é o setor dentro da Urologia responsável pelo sistema reprodutor, da função sexual e da regulação de hormônios masculinos.

A disfunção pode estar presente mesmo quando haja o desejo e a ejaculação normais. Hoje há diversos tratamentos para o problema que variam desde medicamentos até a indicação cirúrgica. “A primeira linha inclui medicamentos orais (inibidores da fosfodiesterase número 5: sildenafil, tadalafil, vardenafil, lodenafil) e psicoterapia. A segunda linha é composta por injeção intracavernosa e intra-uretral de medicamentos que causam a ereção. E na terceira linha temos as próteses penianas”, explica Da Ros.

SAIBA MAIS:

MECANISMO DE EREÇÃO: parte do cérebro um estímulo (auditivo, olfativo e/ou visual) que atravessa a medula espinhal e atinge os nervos que inervam o pênis, que possui um corpo cavernoso de cada lado. Os corpos cavernosos funcionam como esponjas. Quando seus vasos dilatam e entra mais sangue do que sai, acontece a ereção.

DISFUNÇÃO ERÉTIL: é a incapacidade de obter e ou manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória.

PREVENÇÃO:

Hábitos de vida saudável.

Evitar :

1. sedentarismo,

2. alcoolismo,

3. tabagismo,

4. pressão alta,

5. colesterol alto etc.

TRATAMENTO: Auxílio de um urologista (para prescrever o melhor tratamento) e de um terapeuta sexual (para fazer o acompanhamento emocional).

DOENÇAS ASSOCIADAS:

1. hipertensão,

2. diabetes,

3. cardiopatias,

4. doença de Peyronie,

5. hiperplasia benigna da próstata,

6. entre outras.


OBSERVAÇÃO :

Doença de peyronie

A doença de Peyronie é um espessamento fibroso que provoca contraturas e curvaturas no pênis. A causa da doença de Peyronie que afeta homens adultos, é desconhecida.

A doença pode tornar tanto a ereção como a penetração no ato sexual difícil ou mesmo impossível, pois o tecido fibroso que se desenvolve no pênis pode inclusive estender-se para o interior do tecido erétil que é o corpo cavernoso, impedindo totalmente a ereção.


Diagnóstico

O diagnóstico é feito por apalpação Alguns problemas acompanham a manifetação da doença como aestenose da uretra, trombose dos corpos cavernosos, tumor peniano ou a fibrose pós tarumaática.

Tratamento

Injeções de corticosteróides diretamente na área afetada também podem ser úteis, mas doença de Peyronie tende a curar espontaneamente ao longo de vários meses em alguns casos.

A cirurgia pode curar a doença, mas algumas vezes, ela produz mais cicatrizes e piora o quadro, podendo causar impotência.