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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

VOTO BRANCO E VOTO NULO: DIFERENÇAS DESCONHECIDAS




Voto branco e voto nulo: diferenças desconhecidas. A importância do voto nulo em uma eleição e o motivo do governo não ressaltar essa importância perante a população.

Se você não sabe em quem votar nas próximas eleições, vale a pena saber sobre voto BRANCO e NULO!


Os votos em BRANCO significam "TANTO FAZ" e são acrescentados ao candidato de maior votação no último turno. Ou seja, se existem dois candidatos Tubarão e Galinha, Tubarão termina com 52% dos votos, Galinha recebe 35% dos votos, 10% são votos em branco 3% são nulos, isso significa que 3% dos eleitores não querem nem Tubarão nem Galinha no poder, mas 10% dos eleitores estão satisfeitos tanto com Tubarão como com Galinha, o que vencer está bom. Neste exemplo, Tubarão tem uma aceitação de 62% do eleitorado. (52% + 10% dos votos em branco). O voto em branco é um ato de conformismo.



Já o voto NULO é um protesto válido. Ele quer dizer que o eleitor não está satisfeito com a proposta de nenhum candidato e se recusa a votar em um ou outro. Esse tipo de voto é importante e é o que efetivamente faz a democracia, pois a existência dele permite que o eleitor manifeste a sua insatisfação.


O problema é que existe muita pressão para a escolha de um candidato e pouca explicação do que escolher significa. Explicam como votar em um candidato ou como votar em branco, mas ninguém explica como anular um voto. Pois bem, para anular um voto é preciso digitar um número inexistente no número do candidato. Se um eleitor experimenta votar em branco, o terminal eletrônico avisa "Você está votando em branco" e então o eleitor pode confirmar, ou corrigir. Mas se o eleitor coloca um número inexistente num terminal, ele acusa "Número incorreto, corrija seu voto". Assim, os votos NULOS são desencorajados. Por que os votos nulos são desencorajados? Por que ninguém fala deles?



E por que eu falo deles? Porque, se na eleição entre Tubarão e Galinha, Tubarão terminasse as eleições com 42% dos votos e Galinha com 30%, 10% de brancos e 18% nulos as eleições teriam que ser repetidas e nem Tubarão e nem Galinha poderiam participar das eleições naquele ano. Ou seja, o voto nulo, do qual ninguém fala e que o terminal acusa como "incorreto, é o único voto que pode anular uma eleição inteira e remover do cenário todos os candidatos daquela eleição de uma só vez".


Se nenhum dos candidatos conseguir maioria (mais de 50%) no último turno, as eleições têm que ser canceladas! Os candidatos são trocados e novas eleições têm que ocorrer.


Então, contribuindo para a campanha do voto consciente, se alguém estiver votando em Tubarão ou em Galinha, mas preferia não votar em nenhum dos dois, pode optar pelo voto INCORRETO, o voto NULO.


Não seja obrigado a votar em quem você não quer no poder!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

DIREITO DE NÃO VOTAR

Pelo direito de não votar

MATÉRIA NO ENDEREÇO: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/luizcaversan/ult513u383432.shtml


Eu não sou contra o voto nulo, sou contra qualquer voto que seja obrigatório. Desde os tempos em que escrevia na versão em papel da Folha, sobretudo nos anos 90 e na eleição de 2000, tenho defendido essa tese e apanhado muito por causa dela.

Apanho principalmente daqueles que consideram essa uma atitude anarco-pueril, que vai de encontro ao aprimoramento democrático e que, sempre e necessariamente mal interpretada, redundará no voto nulo, esse ainda mais execrado pelos defensores do processo eleitoral como ocorre atualmente.

Reafirmo: também sou contra o voto nulo porque ao exercitá-lo estarei correspondendo a uma obrigatoriedade inaceitável.

O voto deveria ser facultativo.

Claro que vou apanhar de novo, já espero até os argumentos do tipo: num país em que tudo se compra, se for opcional o comparecimento à urna será comprado pelos candidatos desonestos. Ok, hoje é muito diferente, não é mesmo?

Mas como o passado é sempre um bom conselheiro e seus exemplos podem servir de balizamento para o presente, recorro aqui a argumentos que foram apresentados por leitores durante uma enquete que fiz anos atrás, sobre este mesmo tema.

Na pesquisa informal via jornal, a imensa maioria se manifestou contra o voto obrigatório. Veja os principais argumentos de cada corrente:

Argumento mais comum a favor do voto facultativo: liberdade de expressão e livre-arbítrio.

Argumento contra: a não-obrigatoriedade favoreceria a compra de votos e a manipulação dos eleitores, mais do que já ocorre hoje.

Argumento a favor da inclusão do voto nulo na urna eletrônica: ao obrigar o eleitor ao comparecimento e não oferecer a opção do voto nulo ou branco, despreza-se sumariamente sua ideologia

Como se passou algum tempo, pode ser que opiniões tenham se modificado. Por isso, ao reproduzir a seguir o que disseram alguns leitores, mantenho apenas os prenomes:

"A instituição do voto facultativo teria como fator mais positivo o fortalecimento da intensidade das preferências dos eleitores. Quando todo eleitor tem o dever do voto, o valor do voto de todos é igual, independentemente do compromisso de cada um com o processo político. Se apenas os que se importam mais votam, esse problema, clássico na teoria política, seria amenizado. A questão me parece enganosa, porém. Se o problema é a falta de comprometimento dos cidadãos com a política, a adoção do voto facultativo só iria agravar o problema, retirando completamente a política da vida dos desinteressados." (João).

"Como os políticos vão saber que a população não está satisfeita com eles enquanto essa população continuar votando, mesmo que ache não existir nenhum bom candidato, votando no menos ruim ou naquele que ela acha que vai ganhar mesmo?" (Michele).

"Pergunto: qualquer tipo de obrigação é prazerosa? Claro que não! O ato de votar é um exercício de democracia, tem objetivo, tem sentimento, equilíbrio, vontade e prazer. Sentir-se participante, atuante e principalmente ter um eleger consciente. Sem esses ingredientes, não vale a pena votar." (Ângela).

"Estou revoltado com a Justiça Eleitoral desde a implantação do voto eletrônico, já que sempre me pareceu que seria óbvio e ululante a obrigação de haver naquela maquininha a opção explícita pelo voto nulo, pelo qual não estou fazendo campanha, apesar de geralmente ser minha opção anulá-lo." (Everal).

"O voto facultativo não deve ser aplicado no Brasil pelo simples motivo de que, se não for obrigatório, ninguém vota, poucos irão votar... Se existem pessoas que não querem votar, é melhor votar nulo." (Jacqueline).

"A minha pergunta é: até que ponto o voto facultativo é de interesse da imprensa, para que ela pressione, ou melhor, ajude nessa transformação tão necessária para o país?" (Maria).

"O voto não-obrigatório tornaria a manipulação do voto ainda mais fácil. Um exemplo prático: pesquisa indica que um determinado bairro vai votar no candidato da oposição. O candidato da situação vai até os donos das empresas de ônibus e faz um acordo. No dia da eleição, os ônibus não circulam naquele bairro (isso aconteceu em Salvador em 89). Com o voto não-obrigatório, falta de transporte, calor, quem vai se preocupar em votar?" (Antonio).

"Esse autoritarismo (do voto obrigatório) já deveria estar extinto há muito tempo! Se o voto fosse facultativo, os políticos pensariam melhor antes de cometer todas as barbaridades que nós sabemos. Estamos chegando a um ponto de total descrédito da classe política por culpa deles mesmos." (José).

"Está mais do que na hora de o Congresso aprovar um projeto legalizando o voto facultativo, pois, num país democrático como o Brasil, nada mais justo que cada cidadão decida se deve ou não votar. Contudo, cada eleitor deve ter consciência de sua decisão, pois quem não vota perde a chance de ajudar a mudar a cara de nosso país." (Vinicius).

"Acho ótimo que acabassem com o voto obrigatório. Seria uma revolução na qualidade dos eleitos. Mais ainda se viesse o voto distrital." (Rogerio).

Agora, um pouquinho de História, fruto de uma pesquisa realizada por mim na eleição de 2000:

"A mais antiga notícia de que se tem sobre algo parecido com a obrigatoriedade de votar vem da Grécia antiga, onde o legislador Sólon inventou a punição para os que não se declarassem abertamente por algum partido em tempos de agitação política.

A história é relatada por Walter Costa Porto, em seu "Dicionário do Voto" (Editora Giordano, 1995, 390 págs.). Ali também se obtém a informação segundo a qual o voto é obrigatório no Brasil desde o Código Eleitoral de 1932.

Antes disso (e depois também), sempre foi motivo de controvérsia. Conforme Costa Porto, já no Império havia lei que previa multa para quem não participasse da escolha de juízes de paz...

A formalização da obrigatoriedade para todos os escrutínios chegou a ser proposta em projeto de reforma eleitoral de 1873, que, todavia, não foi aprovada."

Mas a a lei que nos obriga a comparecer à urna vem mesmo de 1932."

Passados, portanto, 74 anos depois, você aprovaria uma mudança legal que levasse ao voto facultativo?

domingo, 8 de agosto de 2010

ELEIÇÕES 2010



O VOTO É A SUA MAIOR CONQUISTA






ASSIM VALE APENA VALORIZAR


01. Não vote em candidato que prometeu e não cumpriu o que prometeu;

02. Não vote em candidato que só pensa em arrecadar, que só pensa em punir e não em Educar;


03. Não vote em candidato que já te prejudicou e prejudicou a Sociedade com suas atitudes;

04. Não vote em candidato que ofende ou ofende a uma categoria, seja ela: trabalhador da iniciativa privada, servidor público ou profissional liberal;


05. Não vote em candidato que só fez propaganda durante os seus mandatos ou que desrespeitou a lei eleitoral, fazendo propaganda fora do tempo e por isso já foi multado pelo tribunal eleitoral;


06. Não vote em candidato que deveria governar para um Estado ou para um País e só governou para o seu município;

07. Não vote em candidato que prometeu melhoria para a Saúde e para a Educação, mas, não fez melhora nenhuma (criou órgãos que só servem como propagada política do seu mandato);


08. Não vote em candidato que usou o dinheiro público para trazer Artistas Internacionais ou Nacionais para se promover politicamente;

09. Não vote em candidato que sempre se candidatou e, sempre promoveu os seus familiares e seus amigos políticos;


10. Não vote em candidato que sempre usou o nepotismo;

11. Não vote em candidato que deixou inúmeras famílias desabrigadas, que durante o sinistro apareceu prometendo mundos e fundos e não cumpriu nada do que prometeu até hoje;

12. Fuja dos candidatos que se apresentam fazendo propaganda usando o nome de outro político, seja ele; pai, irmão, primo, etc...

13. Não aceite que outra pessoa diga que um candidato é bom para você, lembre-se o que é bom para seu vizinho pode não ser bom para você;

14. Antes de votar em alguém, avalie bem se esta pessoa merece o seu voto, pois, seu destino pode estar sendo decidido com este voto;

15. Falar bem ou mesmo dizer que fez não quer dizer que este candidato é a pessoa ideal para ditar normas para sua vida (filosofia dele pode destruir os seus sinhôs e de milhares de pessoas);

16. Nem sempre o que é bom para um político é bom para a sociedade, e lembre-se, você é membro da sociedade;

17. Lembre-se, nem sempre o que é bom para quem esta indicando alguém será bom para você e todo o povo;

18. Lembre-se, o político só indicará quem vai trazer vantagens para ele;

19. Lembre-se, todo ano eleitoral é cheio de promessas como: saúde, educação e segurança pública – observe se essas promessas são cumpridas durante ao longo dos anos;

20. Finalmente faça do seu voto uma maneira de demonstrar que você também decide o destino da Sociedade – Procure votar consciente e escolher o melhor caminho para a vida de uma sociedade.

LEMBRE-SE:

O VOTO É SECRETO E NINGUÉM PRECISA SABER EM QUEM VOCÊ ESTA CONFIANDO O DESTINO DA SUA VIDA NOS PROXIMOS 04 (QUATRO) ANOS!

REPASSE PARA SEUS AMIGOS ESTE LEMBRETE!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

ELEIÇÕES 2010

OS 10 (DEZ) MANDAMENTOS PARA SE ESCOLHER UM GOVERNANTE




1. Analise a vida do candidato;

2. Verifique se ele já fez algo de bom em benefício da sociedade;

3. Se ele já foi eleito observe se ele fez o que prometeu e principalmente se ele Governou para o País, para o Estado ou se governou só regionalmente ( para o seu município);

4. Não se deixe iludir por promessas vazias ou publicidades enganosas;

5. Não troque o seu sagrado direito de voto por alguma vantagem pessoal ou para alguém que lhe é próximo;

6. Lembre-se que aqueles que, no passado, usaram os cargos públicos apenas para enriquecer ou se perpetuar no poder poderão voltar a fazê-lo;

7. Lembre-se que o Presidente da República governa para o País, que o Governador governa para o Estado – fuja daqueles que só governaram para uma região ou seu reduto político;




8. Esqueça o horário político eleitoral – ali muitos candidatos podem passar inverdades para você, ali você só vai ter uma noção de quem fala bem, quem tem boa lábia e carisma;

9. Não leve a sério o Programa de Governo dos Candidatos – os programas de Partidos são preparados por profissionais especializados para fazê-los, junto com profissionais de Marketing;

10. Há 02 (dois) pontos básicos a serem avaliados:

1º. “Diga-me com quem andas que te direi quem és”;

2º. Conheça o seu passado – “ O principal no discurso de um político é verificar até que ponto aquilo que ele diz é consizente com aquilo que ele fez quando estava em um cargo público.

Lembre-se:

O Brasil tem 26 Estados mais um Distrito Federal ;

O Rio de Janeiro tem, Segundo dados do IBGE de 2007, 92 Municípios.

Veja se todos foram atendidos pelos políticos que estão no poder e que querem se reeleger.

Observe se os Municípios abaixo foram atendidos pelas promessas dos seus Governantes!

Segundo dados do IBGE de 2007, Minas Gerais é o Estado brasileiro com maior número de municípios, 853 – 15,3% dos 5.564 municípios do país. São Paulo vem em segundo lugar, com 645 (11,5%), seguido do Rio Grande do Sul, com 496 (8,9%).

Do outro lado do ranking aparece Roraima, com apenas 15 municípios, 0,26% do total do Brasil. O Amapá tem 16 e o Acre é o terceiro Estado com menos municípios, 22 (0,39%).

Estado de Municípios

1 – Minas Gerais, 853
2 – São Paulo,
645
3 – Rio Grande do Sul,
496
4 – Bahia,
417
5 – Paraná,
399
6 – Santa Catarina,
293
7 – Goiás,
246
8 – Paraíba,
223
8 – Piauí,
223
10 – Maranhão,
217
11 – Pernambuco,
185
12 – Ceará,
184
13 – Rio Grande do Norte,
167
14 – Pará,
143
15 – Mato Grosso,
141
16 – Tocantins,
139
17 – Alagoas,
102
18 – Rio de Janeiro,
92
19 – Espírito Santo,
78
19 – Mato Grosso do Sul,
78
21 – Sergipe,
75
22 – Amazonas,
62
23 – Rondônia,
52
24 – Acre,
22
25 – Amapá,
16
26 – Roraima,
15


PROCURE SABER QUAIS SÃO AS CONDIÇÕES DESTES MUNICÍPIOS !

PROCURE SABER O QUE OS GOVERNANTES ANDARAM FAZENDO PARA MELHORAR AS CONDIÇÕES DESTES MUNICÍPIOS E A VIDA DOS MORADORES DESTAS REGIÕES!