sexta-feira, 17 de setembro de 2010

QUEM SÃO OS CANDIDATOS AS ELEIÇÕES DO RIO 2010

CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

OS DADOS FORAM PESQUISADOS NO SITE DO :

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL Eleições 2010

Divulgação de Registro de Candidaturas



ENDEREÇO: http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/jsp/framesetPrincipal.jsp




VAMOS TENTAR SABER UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DE CADA CANDIDATO A GOVERNADOR E A

VICE AO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

É BOM LEMBRAR QUE A HISTÓRIA E OS FEITOS SÃO FATORES PREPONDERANTE PARA ESCOLHA

DE UM ADMINISTRADOR, POR ISSO, DEVEMOS CONHECER UM POUCO DA HISTÓRIA DE CADA

CANDIDATO, SÓ ASSIM PODEREMOS “ESCOLHER “ UM PROVAVEL ADMINISTRADOR PARA O ESTADO

DO RIO DE JANEIRO.


VALE APENA LEMBRAR QUE O ADMINISTRADOR É PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO E NÃO SÓ

PARA UM MUNICÍPIO, POIS, OS PROXIMOS ANOS SERÃO VOLTADOS A PREPARAÇÃO PARA A COPA DO

MUNDO DE 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016, MAS, O ADMINISTRADOR DEVE ESTAR VOLTADO PARA

TODO ESTADO E NÃO SÓ PARA A REGIÃO QUE VAI CEDIAR ESTES EVENTOS.





1ª. CANDIDATO



Nome para urna eletrônica: CYRO GARCIA
Número: 16
Nome completo: CYRO GARCIA
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 26/10/1954
Estado civil: Solteiro(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: MANHUMIRIM / MG
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Bancário e Economiário
Partido: Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU - (16)
Coligação: Sem Coligação
Composição da coligação: -
Cargo a que concorre: Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 538-95.2010.6.19.0000 / 466172010 CNPJ de campanha: 12.204.513/0001-01
Limite de gastos de campanha: 250.000,00



VICE DE CYRO GARCIA

Nome para urna eletrônica: MIGUEL MALHEIROS
Número: 16
Nome completo: MIGUEL MALHEIROS DE ARAUJO
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 08/08/1962 Estado civil: Solteiro(a)
Nacionalidade: Brasileira nata Naturalidade: RIO DE JANEIRO / RJ
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Professor de Ensino Médio
Partido: Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU - (16)
Coligação: Sem Coligação Composição da coligação: -
Cargo a que concorre: Vice-Governador - (RJ) No. processo/protocolo: 539-80.2010.6.19.0000 / 466182010 CNPJ de campanha: 12.180.926/0001-95





2º CANDIDATO

Nome para urna eletrônica: EDUARDO SERRA
Número: 21 Nome completo: EDUARDO GONÇALVES SERRA
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 14/01/1956
Estado civil: Solteiro(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: RIO DE JANEIRO / RJ
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Servidor Público Federal
Partido: Partido Comunista Brasileiro - PCB - (21)
Coligação: Sem Coligação Composição da coligação: -
Cargo a que concorre: Governador - (RJ) No. processo/protocolo: 640-20.2010.6.19.0000 / 478442010 CNPJ de campanha: 12.176.482/0001-14
Limite de gastos de campanha: 200.000,00



VICE DE EDUARDO SERRA

Nome para urna eletrônica: PAULO OLIVEIRA
Número: 21 Nome completo: PAULO ROBERTO FILGUEIRA DE OLIVEIRA
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 29/11/1945
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: RIO DE JANEIRO / RJ
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Servidor Público Civil Aposentado
Partido: Partido Comunista Brasileiro - PCB - (21)
Coligação: Sem Coligação Composição da coligação: -
Cargo a que concorre: Vice-Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 641-05.2010.6.19.0000 / 478452010 CNPJ de campanha: 12.178.855/0001-96






3ª CANDIDATO

Nome para urna eletrônica: FERNANDO PEREGRINO
Número: 22
Nome completo: FERNANDO OTAVIO DE FREITAS PEREGRINO
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 22/04/1950
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata Naturalidade: PARAIBA / PA
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Engenheiro
Partido: Partido da República - PR - (22)
Coligação: A FORÇA DO POVO - PR E PTdoB
Composição da coligação: PR / PT do B
Cargo a que concorre: Governador - (RJ) No. processo/protocolo: 2160-15.2010.6.19.0000 / 489662010 CNPJ de campanha: 12.176.027/0001-19
Limite de gastos de campanha: 5.000.000,00




VICE DE FERNANDO PEREGRINO


Nome para urna eletrônica: DAVID CABRAL
Número: 22 Nome completo: DAVID CABRAL
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 11/11/1957
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: SANTO ANDRÉ / SP Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Sacerdote ou Membro de Ordem ou Seita Religiosa
Partido: Partido da República - PR - (22)
Coligação: A FORÇA DO POVO - PR E PTdoB Composição da coligação: PR / PT do B
Cargo a que concorre: Vice-Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 2166-22.2010.6.19.0000 / 489672010 CNPJ de campanha: 12.180.773/0001-86






4º CANDIDATO

Nome para urna eletrônica: GABEIRA
Número: 43
Nome completo: FERNANDO PAULO NAGLE GABEIRA
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 17/02/1941
Estado civil: Divorciado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: JUIZ DE FORA / MG Grau de instrução: Ensino Médio completo
Ocupação: Jornalista e Redator
Partido: Partido Verde - PV - (43)
Coligação: Rio Esperança Composição da coligação: PPS / DEM / PV / PSDB
Cargo a que concorre: Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 473-03.2010.6.19.0000 / 466002010 CNPJ de campanha: 12.191.095/0001-57
Limite de gastos de campanha: 15.000.000,00




VICE DE GABEIRA

Nome para urna eletrônica: MARCIO FORTES
Número: 43
Nome completo: MARCIO JOAO DE ANDRADE FORTES
Sexo: Masculino Data de nascimento: 04/10/1944
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: MINAS GERAIS / MG
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Engenheiro
Partido: Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB - (45)
Coligação: Rio Esperança Composição da coligação: PPS / DEM / PV / PSDB
Cargo a que concorre: Vice-Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 476-55.2010.6.19.0000 / 466012010 CNPJ de campanha: 12.168.445/0001-64






5º CANDIDATO


Nome para urna eletrônica: JEFFERSON MOURA
Número: 50
Nome completo: JEFFERSON DAVIDSON DIAS DE MOURA
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 27/08/1973
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: VOLTA REDONDA / RJ Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Sociólogo
Partido: Partido Socialismo e Liberdade - PSOL - (50)
Coligação: Sem Coligação
Composição da coligação: -
Cargo a que concorre: Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 896-60.2010.6.19.0000 / 483912010 CNPJ de campanha: 12.168.828/0001-32
Limite de gastos de campanha: 500.000,00




VICE DE JEFERSSON MOURA

Nome para urna eletrônica: FLAVIO SERAFINI
Número: 50
Nome completo: FLAVIO ALVES SERAFINI
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 07/09/1979
Estado civil: Solteiro(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: RIO DE JANEIRO / RJ Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Sociólogo
Partido: Partido Socialismo e Liberdade - PSOL - (50)
Coligação: Sem Coligação
Composição da coligação: -
Cargo a que concorre: Vice-Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 898-30.2010.6.19.0000 / 483922010 CNPJ de campanha: 12.170.647/0001-40







6º CANDIDATO

Nome para urna eletrônica: SERGIO CABRAL
Número: 15
Nome completo: SERGIO DE OLIVEIRA CABRAL SANTOS FILHO
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 27/01/1963
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata
Naturalidade: RIO DE JANEIRO / RJ
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Governador
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB - (15)
Coligação: JUNTOS PELO RIO Composição da coligação: PP / PDT / PT / PTB / PMDB / PSL / PTN / PSC / PSDC / PRTB / PHS / PMN / PTC / PSB / PRP / PC do B
Cargo a que concorre: Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 288-62.2010.6.19.0000 / 458172010 CNPJ de campanha: 12.191.192/0001-40
Limite de gastos de campanha: 25.000.000,00




VICE DE SÉRGIO CABRAL

Nome para urna eletrônica: PEZÃO
Número: 15
Nome completo: LUIZ FERNANDO DE SOUZA
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 29/03/1955
Estado civil: Casado(a)
Nacionalidade: Brasileira nata Naturalidade: PIRAI / RJ
Grau de instrução: Superior completo
Ocupação: Outros
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB - (15)
Coligação: JUNTOS PELO RIO Composição da coligação: PP / PDT / PT / PTB / PMDB / PSL / PTN / PSC / PSDC / PRTB / PHS / PMN / PTC / PSB / PRP / PC do B
Cargo a que concorre: Vice-Governador - (RJ)
No. processo/protocolo: 294-69.2010.6.19.0000 / 458182010 CNPJ de campanha: 12.190.935/0001-67



QUAL É O SEU CANDIDATO ???

ESTA COM DUVIDA????


PENSE BEM ANTES DE VOTAR!!!!!!!


O RIO AGREDECE O SEU VOTO !!!



sexta-feira, 10 de setembro de 2010

VOTO BRANCO E VOTO NULO: DIFERENÇAS DESCONHECIDAS




Voto branco e voto nulo: diferenças desconhecidas. A importância do voto nulo em uma eleição e o motivo do governo não ressaltar essa importância perante a população.

Se você não sabe em quem votar nas próximas eleições, vale a pena saber sobre voto BRANCO e NULO!


Os votos em BRANCO significam "TANTO FAZ" e são acrescentados ao candidato de maior votação no último turno. Ou seja, se existem dois candidatos Tubarão e Galinha, Tubarão termina com 52% dos votos, Galinha recebe 35% dos votos, 10% são votos em branco 3% são nulos, isso significa que 3% dos eleitores não querem nem Tubarão nem Galinha no poder, mas 10% dos eleitores estão satisfeitos tanto com Tubarão como com Galinha, o que vencer está bom. Neste exemplo, Tubarão tem uma aceitação de 62% do eleitorado. (52% + 10% dos votos em branco). O voto em branco é um ato de conformismo.



Já o voto NULO é um protesto válido. Ele quer dizer que o eleitor não está satisfeito com a proposta de nenhum candidato e se recusa a votar em um ou outro. Esse tipo de voto é importante e é o que efetivamente faz a democracia, pois a existência dele permite que o eleitor manifeste a sua insatisfação.


O problema é que existe muita pressão para a escolha de um candidato e pouca explicação do que escolher significa. Explicam como votar em um candidato ou como votar em branco, mas ninguém explica como anular um voto. Pois bem, para anular um voto é preciso digitar um número inexistente no número do candidato. Se um eleitor experimenta votar em branco, o terminal eletrônico avisa "Você está votando em branco" e então o eleitor pode confirmar, ou corrigir. Mas se o eleitor coloca um número inexistente num terminal, ele acusa "Número incorreto, corrija seu voto". Assim, os votos NULOS são desencorajados. Por que os votos nulos são desencorajados? Por que ninguém fala deles?



E por que eu falo deles? Porque, se na eleição entre Tubarão e Galinha, Tubarão terminasse as eleições com 42% dos votos e Galinha com 30%, 10% de brancos e 18% nulos as eleições teriam que ser repetidas e nem Tubarão e nem Galinha poderiam participar das eleições naquele ano. Ou seja, o voto nulo, do qual ninguém fala e que o terminal acusa como "incorreto, é o único voto que pode anular uma eleição inteira e remover do cenário todos os candidatos daquela eleição de uma só vez".


Se nenhum dos candidatos conseguir maioria (mais de 50%) no último turno, as eleições têm que ser canceladas! Os candidatos são trocados e novas eleições têm que ocorrer.


Então, contribuindo para a campanha do voto consciente, se alguém estiver votando em Tubarão ou em Galinha, mas preferia não votar em nenhum dos dois, pode optar pelo voto INCORRETO, o voto NULO.


Não seja obrigado a votar em quem você não quer no poder!!!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

CONHEÇA MELHOR OS PRESIDENCIÁVEIS - 2010

Os Presidenciáveis e a Literatura








Ivan Pinheiro (PCB), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Plínio Arruda Sampaio (PSol), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU).


Não foram indicadas pelas assessorias obras ligadas a Dilma Rousseff (PT), José Maria Eymael (PSDC) e Levy Fidélix (PRTB).


Observações


01. Marina Silva não figura na lista dos escritores, embora cultive o hábito de escrever poemas e já tenha duas letras musicadas. Entretanto, a senadora acreana, de origem pobre e alfabetização tardia, já teve a vida contada em três biografias, de acordo com sua assessoria. A mais recente será ainda publicada em agosto pela Editora Mundo Cristão.
A escritora da obra ainda inédita “Marina – A Vida por uma causa” é a jornalista Marília de Camargo César, que trabalha como editora-assistente da área de projetos editoriais do jornal "Valor Econômico".
“Ela me surpreendeu positivamente. Diria que é uma pessoa que tem um sentido de missão. Ela luta pela vida”, conta a jornalista, que começou o projeto no fim de 2008.
Cristã, assim como Marina, a escritora ressalta a importância da fé na vida da candidata e conta que o livro aborda com detalhes o momento de adesão de Marina à orientação evangélica. “Ela se converteu durante um processo de enfermidade, teve uma experiência meio mística”, conta a escritora.



02. José Serra também tem a vida contada em uma biografia, “O Sonhador que faz”, de Teodomiro Braga, lançada em 2002. Na lista de presidenciáveis, Ivan Pinheiro é outro que teve a vida retratada em livro: "Atitude Subversiva", de Hiran Roedel. “É um livro de trajetória, com fotos e documentos, porque não estou tão velho para uma biografia”, brinca o candidato, que tem 64 anos. Marina tem 52 e Serra, 68 anos.


03. Plínio Sampaio, com seus 80 anos incompletos, prefere não pensar ainda em livro sobre sua vida, mas coleciona quase 20 títulos que escreveu sozinho ou para os quais contribuiu. A obra de Plínio pode ser dividida em livros de caráter mais acadêmico e outros com enfoque popular.
“A que gosto mais é a literatura popular, que pessoas com primário bem feito podem entender”, disse. Com essa preocupação escreveu “O que é corrupção” e “Construindo o Poder Popular”, entre outros.



04. Ivan Pinheiro, que em 1985 contou suas impressões sobre a Bulgária, país que esteve sob a influência da ex-União Soviética após a Segunda Guerra Mundial e cujo governo comunista terminou em 1990.
"Achava que ali não tinha risco de restauração capitalista. Do ponto de vista do prognóstico eu errei e me decepcionei”, avalia. Apesar disso, mantém a convicção ideológica. “O erro não estava no socialismo, mas na forma como ele estava sendo conduzido”, explica. Pinheiro espera lançar em agosto uma coletânea de artigos.



Presente para o Vice


Se a leitura é uma opção válida para eleitores conhecerem seus candidatos, é também opção até mesmo para companheiros de chapa se entrosarem. Recentemente, Serra e o deputado federal Índio da Costa (DEM), escolhido para vice do tucano, trocaram livros escritos por eles próprios.
De acordo com a assessoria de Indio, dois dias após a indicação, Serra presenteou o vice com seus livros "Ampliando o Possível", "Orçamento no Brasil", "Reforma Política no Brasil" e "Sonhador que Faz". Por sua vez, Indio deu para Serra na quinta-feira (8) o livro "A Reforma do Poder e Administração Pública no Século XXI", escrito pelo deputado.



Conhecer mais


Candidatos e escritores não apontam a bibliografia como fator definidor de votos, mas destacam sua importância na elaboração das escolhas. “Não acho que [o candidato] precisa ser um literato. Um governante precisa ter outros parâmetros, mas um governante precisa ter um pensamento bem expresso”, defende Plínio Sampaio.


Para Ivan, a propaganda política limita a compreensão dos candidatos. “O eleitor deveria se preocupar mais com a trajetória de cada um. Os candidatos são vendidos como produtos pelos marqueteiros, eles não vão dizer o que pensam, mas o que os marqueteiros estudaram em pesquisas de qualidade.”
A escritora que biografou Marina defende posição semelhante. “É importante conhecer um pouco mais da história na qual você talvez vá depositar um voto. É muito importante saber quem fez a cabeça dessas pessoas, quais são as grandes influências, como é a família, como essa pessoa se relaciona com os mais próximos”, afirma. “No final, tenho a consciência de que é uma minoria que tem acesso [aos livros], mas é bastante importante se munir”, define.



- NÓS ELEITORES, DEVERIAMOS CONHECER MAIS A HISTÓRIA DE CADA CANDIDATO, SÓ ASSIM PODERIAMOS FORMAR UMA IDÉIA CRÍTICA E CERTAMENTE VOTAR CONCIENTEMENTE.





Veja quadro abaixo dos candidatos com história literária:





01. IVAN PINHEIRO (PCB)

“Bulgária - Apontamentos de Viagem”, Editora Novos Rumos, de 1985
“Atitude subversiva”, Hiran Roedel (org); Editora Fundação Dinarco Reis; 2000



02. JOSÉ SERRA (PSDB)


“O sonhador que faz”, de Teodomiro Braga, Editora Record, 2002
“Ampliando o Possível - a Política de Saúde do Brasil”, Editora Hucitec, 2000
“Orçamento no Brasil - as Raízes da Crise. Editora Atual, 1994
“Parlamentarismo ou Presidencialismo?”, José Serra e Outros, Editora Contexto, 1993




03. MARINA SILVA (PV)

Marina Silva”, da coleção Fé e Política da Editora Salesiana; 2002
“Marina Silva – Defending rainforest communities in Brazil”, Editora The Feminist Press, da Universidade da Cidade de Nova Iorque, 2002




04. PLÍNIO SAMPAIO (PSOL)

“O capital estrangeiro na agricultura brasileira”, Editora Vozes, 1977
“Construindo o Poder Popular”, Editora Paulus, 1982
“Educação Livre e Gratuita em Todos os Níveis”, in: “Educação Brasileira”, CNDCT, 1987
“A Constituição de 88 e os Conflitos Sociais”, in: “Que Brasil emerge da Constituição?”, Editora Vozes, 1988
“A Reforma Agrária na Constituição”, in: “Cidadão Constituinte”, Paz e Terra, 1989
“O Brasil pode dar certo”, Editora Paulinas, 1994
“O ofício da Política”, in: “O Protagonismo dos Leigos”, Paulinas, 1994
“Globalização e Cidadania”, in: “Pensamento e Realidade”, Edições Loyola, 1998
“Do Brasil que temos ao Brasil que queremos”, in: “Brasil 500 anos”, Paulus, 1999;
“Impunidade no Campo”, in: “Flores para los muertos”, Editora Vozes, 1999;
“Dilemas e Desafios postos para a Sociedade Brasileira”, Revista Estudos Avançados, IEA, 2000;
“The role of alternative press in a globalized world”, in: “Media and the Challenge of Globalization”, Union catholique internationale de la presse, 2001;
“Dilemmas and Challenges facing Brazilian Society”, in: “Brazil Dillemas and Challenges”, Edusp. 2002;
“A Participação Popular na Constituinte”, in: “Utopia Urgente”, Casa Amarela, 2002;
“Desafios da Luta pelo Socialismo” (Organizador), Editora Expressão Popular, 2002;
“Desconstruindo o velho modelo”, in: “Desenvolvimento, Subsistência e Trabalho Informal no Brasil”, Editora Cortez, 2004.
“O que é corrupção”, Editora Paulus, 2010;
“A dilemma and Challenges facing Brazilian Society”, in “Brazil Dilemmas and Challenges”, Editora USP, 2010.
“Colheita da Fome” in “Leitura Indispensáveis 2”, Aziz Ab’Saber (Org.), Ateliê Editorial, 2010.




05. RUI COSTA PIMENTA (PCO)

“O Que é o Trotkismo”, Editora Causa Operária, 2000
“Autópsia de uma Campanha de Calúnias”, Editora Causa Operária, 2000
“Em Defesa do Marxismo - as Tendências Trotskistas na Origem do PT”, Editora Outubro, 1994




06. ZÉ MARIA (PSTU)

“Os Sindicatos e a luta contra a burocratização”, da Editora Sundermann, 2007





Texto baseado no endereço:

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/07/dos-9-presidenciaveis-6-escreveram-ou-foram-retratados-em-livros.html

ONDE ESTA A DEMOCRACIA ?



Onde esta a Democracia ?



Será que vivemos numa falsa democrcia ?

Em tempo:

Antes de criticar, lembre-se que os candidatos são uma piadas. Como se sabe neste ano de 2010 as opções não melhoraram em nada com relação a 2006.

Vote consciente, vote no menos envolvido em escândalos.

Veja os nomes que encontrei no endereço:


http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/07/dos-9-presidenciaveis-6-escreveram-ou-foram-retratados-em-livros.html




Presidenciáveis:


01. Ivan Pinheiro (PCB),

02. José Serra (PSDB),

03. Marina Silva (PV),

04. Plínio Arruda Sampaio (PSol),

05. Rui Costa Pimenta (PCO),

06. Zé Maria (PSTU),

07. Dilma Rousseff (PT),

08. José Maria Eymael (PSDC),

09. Levy Fidélix (PRTB).




Onde encontrar a história de cada um?

Quem são eles?

O que fizeram ?




10 Itens que mostram que a democracia do Brasil está só no Papel.



01. O voto é obrigatório;

02. Todos canais de TV mostram programa eleitoral ao mesmo tempo;

03. O tempo de programa dos partidos não são uniformes ( um partido tem mais tempo que o outro );

04. O presidente tenta influenciar na campanha eleitoral;

05. Os candidatos são “multados” por fazerem propaganda fora do período autorizado pela justiça eleitoral e continuam desreipeitando;

06. Escândalo de invasão de dados da Receita Federal são denunciados e o Governo tenta banalizar;

07. Existem candidatos a Presidência da República do Brasil, mais só 3 ou 4 tem um tempo vantajoso para fazer propaganda no horário gratuito;

08. Falta de ética nas campanhas, Governo tentando interferir com propaganda de seus candidatos;

09. Falta de espaço nos debates das emissoras de rádio e TV para todos os candidatos, só alguns são privilegiados ( como conhecer as idéias dos demais);

10. Falta de espaço nos serviços de informações dos nomes dos candidatos que disputam as eleições de 2010 ( quem são os candidatos?).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

DIREITO DE NÃO VOTAR

Pelo direito de não votar

MATÉRIA NO ENDEREÇO: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/luizcaversan/ult513u383432.shtml


Eu não sou contra o voto nulo, sou contra qualquer voto que seja obrigatório. Desde os tempos em que escrevia na versão em papel da Folha, sobretudo nos anos 90 e na eleição de 2000, tenho defendido essa tese e apanhado muito por causa dela.

Apanho principalmente daqueles que consideram essa uma atitude anarco-pueril, que vai de encontro ao aprimoramento democrático e que, sempre e necessariamente mal interpretada, redundará no voto nulo, esse ainda mais execrado pelos defensores do processo eleitoral como ocorre atualmente.

Reafirmo: também sou contra o voto nulo porque ao exercitá-lo estarei correspondendo a uma obrigatoriedade inaceitável.

O voto deveria ser facultativo.

Claro que vou apanhar de novo, já espero até os argumentos do tipo: num país em que tudo se compra, se for opcional o comparecimento à urna será comprado pelos candidatos desonestos. Ok, hoje é muito diferente, não é mesmo?

Mas como o passado é sempre um bom conselheiro e seus exemplos podem servir de balizamento para o presente, recorro aqui a argumentos que foram apresentados por leitores durante uma enquete que fiz anos atrás, sobre este mesmo tema.

Na pesquisa informal via jornal, a imensa maioria se manifestou contra o voto obrigatório. Veja os principais argumentos de cada corrente:

Argumento mais comum a favor do voto facultativo: liberdade de expressão e livre-arbítrio.

Argumento contra: a não-obrigatoriedade favoreceria a compra de votos e a manipulação dos eleitores, mais do que já ocorre hoje.

Argumento a favor da inclusão do voto nulo na urna eletrônica: ao obrigar o eleitor ao comparecimento e não oferecer a opção do voto nulo ou branco, despreza-se sumariamente sua ideologia

Como se passou algum tempo, pode ser que opiniões tenham se modificado. Por isso, ao reproduzir a seguir o que disseram alguns leitores, mantenho apenas os prenomes:

"A instituição do voto facultativo teria como fator mais positivo o fortalecimento da intensidade das preferências dos eleitores. Quando todo eleitor tem o dever do voto, o valor do voto de todos é igual, independentemente do compromisso de cada um com o processo político. Se apenas os que se importam mais votam, esse problema, clássico na teoria política, seria amenizado. A questão me parece enganosa, porém. Se o problema é a falta de comprometimento dos cidadãos com a política, a adoção do voto facultativo só iria agravar o problema, retirando completamente a política da vida dos desinteressados." (João).

"Como os políticos vão saber que a população não está satisfeita com eles enquanto essa população continuar votando, mesmo que ache não existir nenhum bom candidato, votando no menos ruim ou naquele que ela acha que vai ganhar mesmo?" (Michele).

"Pergunto: qualquer tipo de obrigação é prazerosa? Claro que não! O ato de votar é um exercício de democracia, tem objetivo, tem sentimento, equilíbrio, vontade e prazer. Sentir-se participante, atuante e principalmente ter um eleger consciente. Sem esses ingredientes, não vale a pena votar." (Ângela).

"Estou revoltado com a Justiça Eleitoral desde a implantação do voto eletrônico, já que sempre me pareceu que seria óbvio e ululante a obrigação de haver naquela maquininha a opção explícita pelo voto nulo, pelo qual não estou fazendo campanha, apesar de geralmente ser minha opção anulá-lo." (Everal).

"O voto facultativo não deve ser aplicado no Brasil pelo simples motivo de que, se não for obrigatório, ninguém vota, poucos irão votar... Se existem pessoas que não querem votar, é melhor votar nulo." (Jacqueline).

"A minha pergunta é: até que ponto o voto facultativo é de interesse da imprensa, para que ela pressione, ou melhor, ajude nessa transformação tão necessária para o país?" (Maria).

"O voto não-obrigatório tornaria a manipulação do voto ainda mais fácil. Um exemplo prático: pesquisa indica que um determinado bairro vai votar no candidato da oposição. O candidato da situação vai até os donos das empresas de ônibus e faz um acordo. No dia da eleição, os ônibus não circulam naquele bairro (isso aconteceu em Salvador em 89). Com o voto não-obrigatório, falta de transporte, calor, quem vai se preocupar em votar?" (Antonio).

"Esse autoritarismo (do voto obrigatório) já deveria estar extinto há muito tempo! Se o voto fosse facultativo, os políticos pensariam melhor antes de cometer todas as barbaridades que nós sabemos. Estamos chegando a um ponto de total descrédito da classe política por culpa deles mesmos." (José).

"Está mais do que na hora de o Congresso aprovar um projeto legalizando o voto facultativo, pois, num país democrático como o Brasil, nada mais justo que cada cidadão decida se deve ou não votar. Contudo, cada eleitor deve ter consciência de sua decisão, pois quem não vota perde a chance de ajudar a mudar a cara de nosso país." (Vinicius).

"Acho ótimo que acabassem com o voto obrigatório. Seria uma revolução na qualidade dos eleitos. Mais ainda se viesse o voto distrital." (Rogerio).

Agora, um pouquinho de História, fruto de uma pesquisa realizada por mim na eleição de 2000:

"A mais antiga notícia de que se tem sobre algo parecido com a obrigatoriedade de votar vem da Grécia antiga, onde o legislador Sólon inventou a punição para os que não se declarassem abertamente por algum partido em tempos de agitação política.

A história é relatada por Walter Costa Porto, em seu "Dicionário do Voto" (Editora Giordano, 1995, 390 págs.). Ali também se obtém a informação segundo a qual o voto é obrigatório no Brasil desde o Código Eleitoral de 1932.

Antes disso (e depois também), sempre foi motivo de controvérsia. Conforme Costa Porto, já no Império havia lei que previa multa para quem não participasse da escolha de juízes de paz...

A formalização da obrigatoriedade para todos os escrutínios chegou a ser proposta em projeto de reforma eleitoral de 1873, que, todavia, não foi aprovada."

Mas a a lei que nos obriga a comparecer à urna vem mesmo de 1932."

Passados, portanto, 74 anos depois, você aprovaria uma mudança legal que levasse ao voto facultativo?

sábado, 4 de setembro de 2010

BRASIL NÃO É MAIS UM PAÍS DE JOVENS

O Brasil está envelhecendo




O Brasil está envelhecendo.
Em 2025 seremos o sexto país em população idosa no mundo. A razão disso é a fase de transição populacional em que o Brasil se encontra. "Pergunte para uma pessoa de 30 anos: quantos filhos teve sua avó? Quantos filhos teve a sua mãe? Quantos filhos você pretende ter?", segundo a professora Alice Derntl da Faculdade de Saúde Pública da USP, a resposta a essas perguntas é a melhor representação do que está acontecendo com a população brasileira. As taxas de natalidade diminuiram drasticamente nos últimos 40 anos. Entretanto, antes disso a mortalidade também diminuiu. "Ainda nasce muita gente e essas pessoas estão morrendo menos e vivendo mais. Nós vamos ter um aumento artificial demográfico em função disto".


Cansávamos de ouvir afirmar, há poucos anos, que o Brasil era um país de jovens, cuja população concentrava-se na faixa etária entre zero e 14 anos. Mas essa é uma história do passado, do já quase longínquo século 20. Tudo está mudando, e no ano 2050 – portanto, ali mesmo, numa curva do tempo – contabilizaremos nada menos que 58 milhões de cidadãos acima dos 60 anos. Desses, 10 milhões terão 80 anos ou mais, e cerca de 55 mil serão centenários.
Estes números, impressionantes em valores absolutos, crescem ainda mais se analisados sob o impacto que provocam na população total. Veja o gráfico abaixo.
No período compreendido entre os anos de 1950 e 2050, a população brasileira terá pulado de cerca de 54 milhões de habitantes para 247 milhões. Enquanto isso, o número de idosos no país – pessoas com 60 anos ou mais – terá passado de 2,628 milhões para 58,3 milhões. Isso significa dizer que em 2050 contaremos com uma população de idosos maior que a total registrada no ano de 1950. E antes que alguém pense que estamos tratando de um futuro distante, é bom lembrar que em 2050 terão 60 anos todos os cidadãos nascidos em 1990, ano em que Fernando Collor tornou-se presidente do Brasil, em que as duas Alemanhas finalmente se reunificaram e em que os Estados Unidos se preparavam para invadir o Iraque pela primeira vez.
Mas o Brasil não está sozinho nessa reviravolta do perfil populacional. Todos os países do mundo, em maior ou menor grau, enfrentam a mesma perspectiva. O planeta certamente será outro daqui a 47 anos.
A humanidade atravessa um ciclo chamado transição demográfica, que se caracteriza pela queda acentuada das taxas de mortalidade e de fertilidade. A soma desses dois fatores – as pessoas vivendo mais, ao mesmo tempo em que menos nascimentos ocorrem – resulta no envelhecimento global. Só na última metade do século 20, a duração média de vida dos seres humanos se ampliou em cerca de 20 anos. O declínio da fertilidade foi um fator determinante para o envelhecimento da população. Nos últimos 50 anos, a taxa global de nascimentos encolheu quase 50%, e deve continuar nesse ritmo, atingindo em 2050 o índice de 2,1 crianças por mulher.
A taxa de mortalidade também acompanha a tendência de queda dos índices de fertilidade, o que intensifica ainda mais o envelhecimento global da população. Esse processo é resultado de uma série de fatores. A ciência e a tecnologia, por exemplo, produzem mais e melhores medicamentos e possibilitam um aumento nas produções agrícola e industrial. E, apesar das muitas discrepâncias que ainda existem, o abismo social entre os povos tem sido reduzido.
Ainda há um outro fator que torna mais agudo o envelhecimento populacional em todo o planeta: as faixas mais idosas da população, onde estão concentradas as pessoas com 80 anos ou mais, terão sua expectativa de vida ampliada em comparação à da faixa mais “jovem” de idosos, aqueles com idades entre 60 e 79 anos. Nas próximas cinco décadas, a expectativa de vida aos 60 anos deverá crescer de 18,8 para 22,2 anos – um aumento de 18%; aos 65, deverá passar de 15,3 para 18,2 anos – aumento de 19%; e aos 80, a expectativa de vida média de um ser humano vai passar de 7,2 para 8,8 anos – um acréscimo de 22%.
Como se vê, a faixa populacional dos mais idosos passa a ter uma importância significativa, como mostra o quadro a seguir:
Em 2050, haverá 379 milhões de idosos em todo o mundo. Desse total, 61,4 milhões serão nonagenários e 3,2 milhões, centenários. O Brasil, que estará entre os seis países mais populosos do mundo em 2050, deterá a nona maior população de centenários.
Os dados estatísticos do Desa – Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU revelam outras particularidades sobre o envelhecimento da população:
• Atualmente, a maioria dos idosos – cerca de 65% – é composta por mulheres;
• Uma em cada 10 pessoas tem 60 anos ou mais. Em 2050, essa relação cairá para uma pessoa em cinco, e em 2150, um habitante da Terra em cada grupo de três terá mais de 60 anos de idade;
• O ritmo de envelhecimento populacional nos países em desenvolvimento tem sido mais rápido que o observado nas nações desenvolvidas. Por isso, os países mais pobres terão menos tempo para se adaptar a esse novo perfil populacional. Em compensação, eles poderão aprender bastante com os países que já estão enfrentando a questão;
• O desequilíbrio populacional no mundo levará a uma concentração de idosos nos países menos desenvolvidos. Em 2025, 57% da população acima dos 80 anos estarão vivendo nas regiões mais pobres, e em 2050 essa proporção aumentará para 70%.

VEJAMOS:

O aumento na expectativa de vida, em conseqüência da melhoria da qualidade da assistência médica e do saneamento básico, a redução da fecundidade, assim como a diminuição da mortalidade são fatores responsáveis pela modificação da pirâmide etária no sentido de um grande aumento da população idosa.
Com o envelhecimento populacional, também se observa uma mudança no quadro de morbi-mortaliddade. O Brasil passou de um perfil de morbi-mortalidade típico de uma população jovem, isto é, integrado por doenças infecciosas e parasitárias na década de 50, quando as mesmas perfaziam um total de 40% dos óbitos, para um, caracterizado por doenças crônicas, próprio das faixas etárias mais avançadas. Estas, que constituíam 11,8% dos óbitos, passaram a ser responsáveis por 31,3%, contra apenas 5,9% das doenças infecto-parasitárias.
As doenças do aparelho circulatório aparecem como as principais causas de morte entre a população idosa. Entretanto, sua participação relativa tem diminuído, ao longo do período, em todos os grupos etários e em ambos os sexos. Em contrapartida, observa-se que os outros grupos de causas de morte têm sua participação relativa aumentada. Entre eles, destacam-se as doenças do aparelho respiratório que aumentam, sobretudo, nas idades mais avançadas e as neoplasias, que têm sua participação aumentada, principalmente, no grupo etário 60-69 anos.
Dados do Ministério da Saúde revelam que as principais causas de óbito, entre os idosos brasileiros, recaem sobre as doenças do aparelho circulatório (36,0%), o câncer (14,7%) e as doenças do aparelho respiratório (12,6%), correspondendo, essas três causas, a mais de 60% do total de óbitos.
Como vimos, nosso país está envelhecendo e todo um perfil sociodemográfico está mudando. Será que estamos preparados para essa nova realidade?

terça-feira, 31 de agosto de 2010

QUAIS SÃO OS TRÊS PODERES

Três Poderes



SISTEMA POLÍTICO



Montesquieu, filósofo, político e escritor francês foi quem desenvolveu, em 1748 aproximadamente, a Teoria da Separação dos Poderes contida em sua obra “O Espírito das Leis” baseada em John Locke, mas tal separação foi primeiramente mencionada por Aristóteles, filósofo grego seguidor de Platão.


A teoria de Montesquieu dividia o poder do Estado para que o absolutismo monárquico fosse evitado, ou seja, para que o poder não permanecesse centralizado nas mãos de uma só pessoa. Dessa forma criou-se os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário passando cada um a ter sua função específica e independente não desmerecendo as demais, já que nenhum poder se sobressai aos demais.


O Poder Executivo é direcionado pelo chefe de estado, chefe de governo, rei ou presidente, obedecendo ao sistema de cada nação. Assim, o Poder Executivo tem a função de administrar os interesses da nação e direcionar o povo de forma a fazê-los submissos às ordenanças legais.


O Poder Legislativo é direcionado ao congresso, parlamento, assembléia ou câmaras de acordo com o sistema da nação. Esses possuem o dever de elaborar leis para a sociedade em geral para que não haja diferenças entre um grupo e outro. Também possui a função de fiscalizar o Poder Executivo verificando a veracidade de orçamentos públicos, licitações, contratos firmados e ainda a contratação de funcionários públicos.


O Poder Judiciário é direcionado aos juízes incumbidos de julgar fatos e conflitos ocorridos em conseqüência de alguma lei estabelecida pelo Poder Legislativo e aplicá-la aos envolvidos decidindo de forma imparcial e baseada em provas quem está com a razão e quem deve ser punido.

No Brasil, o líder do Poder Executivo é o Presidente da República escolhido por votação direta e apoiado pelos Ministros de Estados e Secretários. O Poder Legislativo é representado pelo Congresso Nacional e realizado na Câmara dos Deputados e pelo Senado que também são definidos a partir de votação direta. O Poder Judiciário é representado por Tribunais sendo que o principal, Supremo Tribunal Federal – STF, é direcionado por 11 ministros estabelecidos pelo Presidente da República e firmados pela aprovação do Senado.



Os direitos, deveres, limitações e a interação entre os três poderes


Para que você possa fazer uma análise específica de cada candidato, é importante que saiba o papel e as limitações de cada cargo. Para que serve e o que pode fazer um presidente? E os deputados estaduais e federais? Qual é a diferença da atuação deles e dos senadores? E os governadores, onde ficam nesta história? E mais: como é a interação de um com o outro?


"No Brasil, a gente tem aquela idéia de que o presidente faz tudo sozinho. Isso não é verdade", alerta o cientista político Rogério Schmidt, consultor da Tendências Constultoria. O sistema político brasileiro é presidencialista. Nesse regime, há três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, exercidos, respectivamente, pelo presidente da República, pelo Parlamento (no caso do Brasil, o Congresso Nacional - dividido entre Câmara dos deputados e Senado Federal) e pelo Supremo Tribunal Federal. Toda a concepção do presidencialismo baseia-se na harmonia desses três poderes. Nenhum pode impôr-se ao outro ou tentar superar os demais. Para manter esse equilíbrio, há um sistema de freios e contrapesos pelo qual um poder controla o outro e cada um depende dos outros dois.


Neste sistema político, o chefe de Estado (que simboliza a Nação) e o chefe de governo (que dirige a administração do país) são a mesma pessoa, ou seja, o presidente da República. É ele quem nomeia ministros e embaixadores, e propõe o orçamento. Na prática, funciona assim: o Executivo propõe a agenda de políticas públicas, o orçamento que fixa as despesas, e o Legislativo tem a função de chancelar ou não essa agenda, discutir a viabilidade política dela, modificá-la e ficalizar os abusos de poder do presidente. Ou seja: o Executivo propõe e o Legisltativo controla.


Não que ele também não possa propôr. Congressistas também propõem projetos de lei. E o presidente da República também pode vetar o que foi aprovado pelo Congresso. É o Executivo que escolhe os nomes dos membros do Supremo Tribunal, controlando o Judiciário. Mas o Legislativo deve aprovar esses nomes, controlando o Executivo e o Judiciário, que julga a aplicação das leis, podendo até mesmo suspender sua execução. Com isso, ele freia o Legislativo e o Executivo. E assim, faz-se o jogo de forças.


O Senado é composto por 81 membros, e a Câmara dos Deputados de 513 deputados. Todos são eleitos por voto direto, para mandatos de 8 e 4 anos, respectivamente. O Senado é composto por três Senadores de cada estado e do Distrito Federal. As eleições para Senador são alternadas (1/3 e 2/3) a cada quatro anos, concomitantemente às eleições para a Câmara dos Deputados. Neste ano, haverá vagas para 1/3 do Senado.


Os senadores têm mandato de oito anos, mas a cada dois anos o plenário elege um novo Presidente (que passa a ser, também, Presidente do Congresso Nacional), dois Vice-Presidentes, quatro Secretários e quatro Suplentes. Esta é a Comissão Diretora, à qual, entre outras funções, compete dirigir as sessões no plenário, que é a instância hierarquicamente superior, além de comandar todo o complexo administrativo, gerenciado pelo Primeiro-Secretário.


Os deputados federais, estaduais, distritais e vereadores são eleitos segundo as regras das eleições proporcionais. Ao contrário do que ocorre nas eleições majoritárias (presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, prefeito e vice-prefeito, e senador), nem sempre os candidatos mais votados ocuparão uma vaga na Casa Legislativa. É necessário que o partido ou coligação a que pertença o candidato obtenha um número mínimo de votos, expresso por meio do quociente eleitoral.


Os candidatos eleitos serão os mais votados por partidos e coligações de forma a preencher as vagas que tais agremiações obtiverem na Câmara dos Deputados, nas assembléias legislativas, na Câmara Distrital (DF) ou nas câmaras municipais.


Para determinar o número de vagas a que cada partido ou coligação terá direito, são realizados dois cálculos: o do quociente eleitoral e do quociente partidário. O quociente eleitoral define os partidos e/ou coligações que terão direito a ocupar as vagas em disputa nas eleições proporcionais. Determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de lugares a preencher em cada circunscrição eleitoral. Atualmente os votos em branco não são computados para proclamação dos eleitos nas eleições proporcionais.


O quociente partidário define o número inicial de vagas que caberá a cada partido ou coligação que tenham alcançado o quociente eleitoral.
Determina-se para cada partido ou coligação o quociente partidário, dividindo-se pelo quociente eleitoral o número de votos válidos dados sob a mesma legenda ou coligação de legendas. Estarão eleitos tantos candidatos registrados por um partido ou coligação quanto o respectivo quociente partidário indicar, na ordem da votação nominal que cada um tenha recebido.


A Constituiçao Federal determina que o número total de Deputados, bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal, deve ser estabelecido proporcionalmente à população. Nenhum Estado pode ter menos de oito ou mais de 70 deputados. Feitos os cálculos, o Tribunal Superior Eleitoral encaminha aos Tribunais Regionais Eleitorais e aos partidos políticos o número de vagas a serem disputadas.

Além do número mínimo de representantes, a lei determina que cada Território Federal será representado por quatro Deputados Federais.


A diferença entre senadores e deputados é mais formal do que prática. Na teoria, os deputados representam a população, enquando os senadores representam os Estados. Qualquer lei, para ser aprovada, tem que ser aprovada tanto pelo Senado quanto pela Câmara dos Deputados.


PONTOS DE DESTAQUE ( Pontos-chave )


Tendo estas funções em mente, ao escolher o seu candidato a presidente, é essencial você avaliar qual será a sua representação no Congresso. Quantos partidos estão a seu lado? Se são poucos, não adianta elegê-lo, pois serão poucas as chances de que suas iniciativas sejam aprovadas facilmente pelos parlamentares. "Para que o país funcione, e as políticas públicas sejam implementadas, é necessário que o Executivo tenha apoio do Legislativo, e que tenha maioria de votos para conseguir viabilizar os seus projetos. Esse, aliás, é outro critério de seleção do candidato. É importante avaliar até que ponto seu candidato a presidente tem chances de formar maioria para poder governar. Governos de minoria não governam", explica Schmidt.

Atualmente, com tantos partidos na jogada, fica mais difícil todos entrarem em acordo com relação aos temas. É por isso que, a partir deste ano, foi estabelecido a Cláusula de Barreira, que deverá reduzir o número de partidos com participação no Parlamento dos atuais 17 para em torno de nove. A medida determina que só terão representatividade em 2007 os partidos que conseguirem 5% dos votos nacionais e 2% em nove Estados. Quem não atingir essas metas tem como destino mais provável fechar as portas. Se as regras estivessem valendo nas eleições de 2002, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva governaria com apenas sete partidos. Levantamento do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) indica que PT, PSDB, PMDB, PFL, PP, PSB e PDT foram os únicos a conquistar votos suficientes para ultrapassar a cláusula de barreira naquele ano.

Na prática, deputados federais, estaduais e senadores acabam exercendo a mesma função: eles são o canal da sua região com o governo federal. Eles fazem a ponte entre o governador do seu estado e o Congresso. "Por isso, um dos pré-requisitos para elegê-los é você ter acesso fácil a eles. Escolha deputados e senadores do seu Estado, que conheçam os problemas da sua região e tenham interesse em fazer melhorias", recomenda especialista em Marketing Político Antônio Eduardo Negrão, membro da ABCOP (Associação Brasileira de Consultoria Política).


Neste sentido, o voto de legenda talvez não seja o mais apropriado. "O Brasil é um país clientelista. Como um deputado consegue trazer benefício para a região dele? É negociando espaço individualmente, não é uma atuação partidária", afirma Negrão.


Rogério Schmidt, cientista político e consultor da Tendências Consultoria, destaca outros pontos como essenciais na hora de avaliar deputados e senadores: o retrospecto dele na própria função legislativa. Se eram assíduos nas votações, se apresentaram projetos no Congresso que se tornaram leis ou se nem projetos apresentaram, se participaram de comissões, se estiveram envolvidos em alguma denúncia ou suspeita de corrupção ou desvio de recurso.



FONTES DE PESQUISA :


www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/brasil/politica-no-brasil.php

www.universia.com.br

www.mundoeducacao.com.br/politica/tres-poderes.htm



domingo, 29 de agosto de 2010

CUIDADO COM O SEU VOTO ELE PODE SER UMA ARMA CONTRA VOCÊ

FUNÇÕES DO GOVERNADOR





O GOVERNADOR TEM FUNÇÕES E OBRIGAÇÕES PARA COM UM ESTADO E NÃO PARA COM UM MUNICÍPIO EM PARTICULAR. O

GOVERNADOR TEM OBRIGÇÕES PAR COM TODOS OS MUNICÍPIOS DO ESTADO EM QUE ELE EXERCE A FUNÇÃO DE GOVERNADOR.




No Brasil Contemporâneo, o cargo de governador é posto como o de líder máximo do Poder EXECUTIVO de um Estado da federação. Na condição de chefe, ele deve representar o seu Estado nas mais importantes questões políticas, administrativas e jurídicas que envolvam os interesses da mesma região.


O mandato de um governador do Brasil dura quatro anos e pode se estender por igual período se o mesmo for reeleito pelo voto direto. Nos Estados Unidos, a escolha de um governador acontece a partir da votação em um conjunto de delegados que representam a intenção de voto em determinado concorrente. Mesmo não sendo democrática, a China também tem seus governadores. Nesse caso, cada um deles é indicado pelo presidente do país.




No regime político brasileiro, o governador tem autonomia para organizar um secretariado que trata das mais variadas questões de seu Estado. Assim como um presidente da República, ele tem autonomia para tomar diversas decisões e oferecer projetos de lei estaduais, desde que esses não firam os princípios postulados pela Constituição Federal. Caso não administre bem as finanças de seu Estado, o governador pode ser julgado por crime de improbidade.




Em termos práticos, a ação governamental estabelece um processo de descentralização do poder político capaz de acelerar várias questões políticas, econômicas e sociais de âmbito regional e local. Apesar de sua utilidade, o exercício do cargo de governador pode estabelecer situações de conflito político, quando o mesmo não segue ou concorda com as diretrizes do governo central. De tal modo, o governador deve ser hábil no equilíbrio entre as demandas de seu Estado e as exigências da federação.



Governador é o cargo político que representa o poder EXECUTIVO na esfera dos Estados e do Distrito Federal. É função do governador: a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e ADMINISTRATIVAS, defendendo seus INTERESSES junto à Presidência e buscando INVESTIMENTOS e obras federais. O governador do Distrito Federal, por ser um caso singular (município neutro), exerce certas funções que são cabíveis ao prefeito.




O termo “governador” foi estabelecido a partir de 1947. No entanto, ao longo da história do Brasil, o cargo correspondente ao de governador já existia muito antes, só que com terminologias diferentes. Com funções semelhantes, podemos citar o cargo de donatário e capitão-mor, no Período Colonial; o cargo de presidente de província, no Período Imperial; e o de presidente de estado, na República Velha.



No Brasil, o governador tem um mandato de quatro anos, sendo eleito através do sistema de sufrágio universal. É eleito o candidato que tiver 50% dos votos mais um, caso contrário, os dois candidatos mais votados disputam o segundo turno. Nos Estados Unidos, são os delegados de cada Estado que elegem o governador, ou seja, o sistema de votos é distrital. Já na China, o governador é eleito pelo sistema central, é o presidente que escolhe os governadores.



OBSERVE SE O GOVERNADOR DO SEU ESTADO, QUE ESTA TENTANDO A REELEIÇÃO VEM EXERCENDO O SEU MANDATO

CONFORME A EXIGÊNCIA DO CARGO DE GOVERNADOR.

OBSERVE SE ELE GOVERNOU PARA TODO ESTADO ( PARA TODOS MUNICÍPIOS) OU SE PREVILEGIOU ALGUNS MUNICÍPIOS E DEIXOU OUTROS SEM AS OBRIGAÇÕES DE SEU CARGO.




PENSE NISSO!



E NA HORA DE VOTAR VOTE CONCIENTE E CONHECENDO A VIDA E O PASSADO DO CANDIDATO QUE VOCÊ ESCOLHEU PARA LHE REPRESENTAR E ADMINISTRARO SEU ESTADO !